Brilho eterno de uma mente sem lembranças

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O filme é meio louco no começo, chega até ser meio chato, mas depois flui legal. Preste atenção nesse começo chato para poder entender o final. Legalzinho, mas não vale um cinema, espere o DVD

👍 👍

Discussão (2 respostas)

Taí um filme pelo qual eu não dava nada, achei que iria ser caetaneada do começo ao fim, e acaba me surpreendendo.
É meio kafkiano: Joel (Jim Carrey) acorda e sai pra trabalhar. Vê seu carro estropiado, vai até a estação de trem, e sente uma vontade irresistível de matar o trabalho e ir para uma cidadedezinha. Lá encontra Clementine (a mina do Titanic, da qual não lembro o nome), e eles, estranhamente, começam a flertar, até que voltam juntos pra cidade original (na qual ela também mora).
Aí o filme pára. E volta pra trás, explicando o que aconteceu até ali, mas totalmente não linear.
Clementine era namorada de Joel e fez um tratamento para apagá-lo da memória. Joel, ao saber, fez o mesmo tratamento, mas se arrependeu. E o filme é o desenrolar desesperado das tentativas do Joel para "esconder" Clementine onde os apagadores não podem achar, dentro da mente. É um filme muito bom.

👍 👍 👍

E outra: como Jim Carey é bom ator! Não é a primeira vez que faz bem um papel dramático, mas acho que esse foi o melhor (Mundo de Andy e os outros que me perdoem). A cara de desespero e desalento do cara durante o filme é das coisas mais tristes dos últimos tempos.
Particularmente, neste estilo prefiri Amnésia e Vanilla Sky. Sendo que também lembra Quero Ser John Malkovich. Não gostei taaanto, acho que porque estava esperando mais. Dou nota: 🙂

É interessante ver o Joel passeando pelas suas memórias enquanto elas vão sendo apagadas. Em certo momento o Jim Carey faz uma careta e aí você lembra automaticamente de um monte de personagens cômicos dele.