MUNIQUE

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Filmaço. Sem proselitimso, sem política, sem finais spielberguianos, sem o tema do pai ausente. Tiro, ação, técnicas de espionagem. Quando o Spielberg se põe a fazer filme bom, sai de baixo. Ignore a crítica e vá ver correndo a história do que o Mossad fez para pegar os responsáveis pelo atentado de Munique em 1972, quando o Setembro Negro assassinou 9 atletas da delegação de Israel. A única escorregada história é citar o venezuelano Carlos, the Jackall, como contato do Setembro com o KGB. Carlos era um fanfarrão, como documenta o livro O CHACAL, de David Yallop.

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Discussão (5 respostas)

Muito bom mesmo! Apesar do Spielberg ser judeu, ele não puxa a sardinha. Mas pequena correção: pelo filme foram 11 atletas mortos (2 na Vila Olímpica e mais 9 no aeroporto). E tem um tanto de drama além da ação, pois o protagonista (ator que foi o Hulk) acaba duvidando do que está fazendo, passando por conflitos morais, dúvidas sobre lealdade, e um tanto de paranóia mais pro final. E também até toca no problema da relação dele com a família distante.

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Só posso reclamar do desperdício da agente dinamarquesa. Uhhh... 😛
Não eram responsáveis diretamente pelo atentado, talvez um deles...eles eram os fundadores do setembro negro, talvez, segundo o que entendi do filme, já tivessem até deixado essa organização...fossem um "conselho" distante...técnica de espionagem só ficou no sigilo da operacao....na escorregada com o chacal, talvez não tenha sido tão falsa...ele tinha guarida em qualquer desses lugares tidos como orientais....Spielberg não diria bobagens assim
Se alguém me disser que o homem não puxa sardinha para os shaloms, eu digo truco, A lista de Schindler foi o que?
holandesa, Danilo, holandesa...mas concordo com vc...
Carlos foi uma fraude.

o Salameh era o segundo na OLP, depois do Arafat, que também sabia do ataque. Os outros eram sim "consiglieri", nenhum participou da ação, segundo artigo da revista HISTÓRIA VIVA deste mês.

E tem mais: o cara vestido de mulher que atira primeiro, lá em Beirute, é EHUD BARAK, futuro primeiro ministro de Israel.
Inserindo-me no fórum 😁

Já faz um tempo que assisti Munique, mas como esse ano estou em greve de cinema (lugar) 😳 procuro assistir filmes antigos, vou expressar a opinião que o filme me construiu. Não sou lá aquelas fãs incondicionais do Spilberg mas aprecio o trabalho dele, na maioria das vezes, . E isso não me deixa assumir completamente que existiu um vácuo no filme. Primeiro porque faltou clarear um pouco para os cinéfilos que era nas Olimpíadas e etc, mas nisso até o perdoamos porque deduzimos, lemos e etc. Então, após alguns minutos do início do filme cheguei a pensar em uma grande obra-prima do Spilberg, mas então a história começou a ficar estática, sem evolução por um longo período de tempo, o que me cansou muito. Até que chegamos então aos momentos finais de tensão e preparação para o clímax do filme. Um vácuo tb acontece no final que ficou meio sem graça, talvez seja essa a intenção do diretor mas aí eu diria obscuro, e depois de uma salada com o psicológico dos personagens a história acaba sem que consigamos definir qual foi realmente o ponto culminante da história.
Não superou minhas expectativas.
no dvd perde um pouco do punch, mas continua um filmão. e tem uma erro de continuidade dos graves: quando o Avner encontra o Louis pela primeira vez em Paris, o Louis diz a certa altura: "um judeu e um francês. poderíamos continuar barganhando eternamente". mas quando Avner vai na casa da família do Louis, ele desafia o Avner a liderar a oração de graças, "desconfiando" que ele é judeu... 🤔