"Medalha, Medalha, Medalha"

mends 95 respostas · 12553 visualizações
Bom, eu acho. Mas como sou relativamente democrático, esse é o espaço pra falar dessa bosta.

Discussão (44 respostas)

No navio
Depois de marchas e contramarchas, já se sabe que as despesas de viagem do ministro Agnelo Queiróz, dos Esportes, na Grécia, correrão mesmo por conta do governo. Primeiro, seus assessores espalharam que ele e todos os ministros de Esportes dos países participantes dos Jogos Olímpicos ficariam hospedados no navio Queen Mary por conta do Comitê Olímpico Internacional. Não colou e espalhou-se que as despesas correriam por conta do COB, pilotado por Arthur Nuzman, que já disse que não tem nada a ver com isso. A viúva pagará, além de passagens (para ele e comitiva), todas as despesas e no caso do ministro, US$ 1.400 por dia, só no Queen Mary .

GIBA UM
Também não curto muito não... Nem vou perder minhas madrugadas assistindo.... Era legal na época do colégio, assistir as paritdas de Vôlei, pois atraía 99% da minazinhas... 👍 Mas hoje fico enjoado só de ver a Daiane dar o triplo salto fucking blevers....
Eu acho razoavelmente interessante. Mais ou menos o que acho da Copa. Só que nesse caso existem atrações diferentes que até acho legal de ver se a TV já estiver ligada, ou o resumo no jornal da noite. Não vou ter paciência de ver um jogo inteiro de quaquer coisa que seja. Também não perco madrugadas para ver porcaria nenhuma.
Agora se quiser me pagar a passagem pra Grécia e entrada para jogos, agradeço desde já. 😁
bom, noves fora que o Brasil num ganha nem PINGUE PONGUE, vamos assumir a mediocridade - mas sem a exaltação coitadinha que nos caracteriza - e dizer que o judô ganhou um bronze hoje.
mais um bronze, de novo no judô. Viva o país do wazari!
fique tranx no futebor a genta ganha, ops...foi mal
pena que volei é chato, se não dava até pra comemorar os 33x31 no quinto set, pro Brasil, contra os carcamano...
pingue-pongue: eliminado;
judô: eliminado;
ginástica: comemorando o nono lugar;
hipismo: comemorando o trigésimo quinto lugar;
e isso que, há quatro anos, prometiam que em 2004 íamos arrebentar de tanto ganhar medalha, o mundo se curva diante do Brasil etc etc.

ATÉ O ZIMBÁBUE TEM MAIS MEDALHAS QUE A GENTE!!!!!! O ZIMBÁBUE!!!! A TAILÂNDIA!!!!!
Uta que ariu! Pelo menos estamos na frente da Dinamarca, Canadá e Argentina. Por enquanto.
O ouro do iatista R. Scheidt pôs o Brasil no meião do quadro de medalhas. Mas Zimbábue e Tailândia ainda estão na frente! :ahhh:
Porreta esse tal de Xaite, além de zagueiro, ele é velejadô e do bão...oush!!!
AF
"Técnico iraquiano de futebol protesta contra uso da equipe em campanha de Bush "

Pessoalmente, quero que o Iraque ganhe, ia ser show... ainda mais se no pódio mandasse o Bush tomar no cú....


Com relação ao quadro de medalhas, acho muuuuuito cedo para reclamar, pois os esportes q o Brasil é mais forte ainda não acabou...

Ainda mais, q vergonha do Futebol Brasileiro...
O Brasil vai terminar a Olimpiada perdendo para o Michael Phelps.
E a Daiane perdeu também....mas não se enganem: ninguém segura o Brasil, porque, quando perdemos, o juiz é quem rouba. A comentarista da Grobo tavafalando que os juizes "descontaram demais".
comemoremos um NONO lugar, com a "melhor performance da carreira":

Com maior pontuação na carreira, Castro faz história em Atenas


Por Tatiana Ramil

ATENAS (Reuters) - César Castro não se intimidou ao disputar a primeira Olimpíada e fez, nesta terça-feira, em Atenas, a maior pontuação de sua carreira no salto de trampolim de três metros, sendo o primeiro brasileiro a chegar em uma final desde Milton Busin, em 1952.

Castro, 21, conseguiu a pontuação de 662,73 e terminou a semifinal em nono lugar -- os 12 primeiros se classificaram. O maior pontuador foi o canadense Alexandre Despatie, com 772,32.

"Foi a maior pontuação da minha carreira. Fui muito bem na série obrigatória e foi legal porque foi na Olimpíada, eu estava tranquilo", disse Castro, empolgado com sua performance.

"O objetivo era ir à final, mas superei o que eu pensava. Agora tenho que saltar bem e superar a pontuação da preliminar, com isso já estarei muito feliz."

Depois dos Jogos de Atenas, Castro voltará suas atenções ao Circuito Mundial, ano que vem.

Para evoluir e tentar disputar as competições com chances de obter os primeiros lugares, o brasileiro fará treinamentos no exterior, em países como Rússia e China. A idéia de levar atletas para treinar no Brasil ainda é distante.

"A gente pensa em fazer viagens, mas sempre voltando para treinar no Brasil, onde tenho minha referência. Para receber o pessoal, teríamos que ter uma estrutura melhor", declarou Castro.
Adriana Behar e Shelda - sem juízo de valor, mas isso é nome da cadela - perdem o ouro. E assim caminha o país de oito milhões de quilômetros quadrados que perde, em medalhas, para o Michael Phelps.
Dá-lhe volei de praia. Uma prata fez o Brasil passar do Zimbábue! Uuuhhh...
E cadê o BIMBA? Medalha de ouro?

DÁ-LHE MEDIOCRIDADE!!!!!
Já fiquei sabendo que o carinha está sendo chamado de Ilhas Phelps...
E o pior é que quem ganhar no futebor vai tá aqui perto para aporrinhar, a não ser que venha aquele tão sonhado meteoro salvador, a gente vai ter que aturar a Argentina e o Paraguai com medalhas...maldido Ricardo Gomes!
mas o melhor dos cenários ainda é El Paraguay....
Aêêê, ouro no volei modalidade "sujo com areia masculino" fez o Brasil deixar Zimbábue pra trás. E passamos também a Etiópia! Daqui pra frente acho que fica difícil.
:gossip:
Mais um ouro no iatismo, devemos ir pra algo perto do 19º lugar no quadro. Hum...
na verdade, em 16o.
Cultivando a arte de ser medíocre...todos sabem que eu "Odeio argentinos", mas vejam o que eu achei no UOL:

Com ouro na praia, Brasil supera Argentina na história da Olimpíada
Murilo Garavello
Enviado especial do UOL
Em Atenas (Grécia)

Demorou, mas o Brasil conseguiu ultrapassar sua rival Argentina no quadro histórico de medalhas. Os "hermanos" não conseguem uma medalha de ouro há 52 anos, desde a longínqua Olimpíada de Helsinque quando o presidente platino ainda era Juan Domingo Perón, e o brasileiro era Getúlio Vargas.

Pois o ouro da dupla de vôlei Ricardo e Emanuel conseguiu o feito esportivo. Com a medalha, o Brasil soma agora 14 ouros, 20 pratas e 37 bronzes. Os vizinhos contabilizam até agora 13 douradas, 23 prateadas e 20 bronzes.

Em Atenas-2004, eles depositam suas apostas no futebol e no basquete, afinal, tanto as Leonas do hóquei sobre grama como os tenistas não emplacaram no lugar mais alto no pódio.

Já o Brasil ainda tem chances nos vôleis masculino e feminino, no futebol feminino, no basquete feminino e no iatismo.

Nesta quarta, os argentinos caíram no torneio de vôlei masculino, perdendo para a Itália pelas quartas-de-final.

Os argentinos foram bem no início do século 20, quando o país viveu seu apogeu econômico, mas depois viveram uma lenta decadência, simultânea a melhora de seu vizinho do norte. Em Londres-1948, por exemplo, a Argentina foi a 13ª colocada, colecionando três ouros -já o Brasil foi o antepenúltimo colocado.

O Brasil, porém, ainda tem outros desafios para cumprir no quadro histórico de medalha. Um deles: ultrapassar países que não existem mais como a Tchecoslováquia e a CEI (Comunidade dos Estados Independentes), que só disputou Barcelona-1992.

No cômputo geral, o Brasil está na 38ª colocação histórica, e já foi superado pela Ucrânia nestes Jogos Olímpicos.

De qualquer forma, o Brasil, com a medalha desta quarta, se tornou a quarta potência olímpica das Américas, sendo superado obviamente por EUA, Canadá e Cuba.
Mends, com certeza o melhor cenário é el Paraguay, pero tengo mis dudas se eso será posible...
Aêfe
Essa comparação intramericana de medalhas não vale. Prefiro uma comparação per capita. Daí sim, você pode ver o tamanho numérico da nossa incompetência.
Perdemos no futebol e no volei femininos nos quais amargamos prata e a possibilidade de disputar bronze respectivamente.
Que puxa!
e num falei que vinha a história DO "MELHOOOOOOOR DESEMPENHO DE TODOS OS TEMPOS/ACABÔ, ACABÔ/GIBA NEEEELES"?
ridículo. trocava "todas" as quatro medalhas pelas DUAS que a Arhrennntina ganhou.
A Olimpíada e o rock
ÁLVARO PEREIRA JÚNIOR

Quando você estiver lendo esta coluna, a Olimpíada já terá acabado. Se muita coisa deu certo, o Brasil, a duras pe- nas, se segurou entre os 20 países com mais medalhas.
Tantos e tantos atletas brazucas que a gente julgava serem grandes nomes de nível mundial, capazes de disputar primeiras colocações, acabaram lá em quadragésimo lugar, desmaiando durante as provas, vomitando, muitas vezes desistindo antes do final.
As medalhas, poucas e raras, não refletem em nada a situação do esporte no país. São casos isolados, de gente que treina sem patrocínio ou apoio oficial. Heróis, anomalias estatísticas.
Muito bem, já gastamos três parágrafos falando dos Jogos Olímpicos e você deve estar se perguntando: aonde esse cara quer chegar, o que isso tudo tem a ver com rock?
Pois tem muito a ver com o rock brasileiro. Nossas bandas locais, sejam as de sucesso, sejam aquelas que ainda batalham no mundo "indie", raramente têm gás para fazer sucesso fora daqui.
Assim como a grande maioria de nossos atletas olímpicos, os roqueiros do Brasil têm fôlego restrito. E não por causa de alguma competência inata, vocação genética ao fracasso. O rock brasileiro tem alcance apenas local por causa de um único fator: isolamento.
Os grandes shows do circuito mundial não passam por aqui. Jovem brasileiro não cresce vendo, ao vivo, grandes bandas de projeção mundial. E pior: equipamentos e instrumentos custam uma fábula, completamente fora da realidade dos minguados salários pagos em nosso país.
É a mesma coisa com os atletas. Há poucos torneios importantes acontecendo por aqui, viajar o mundo custa caro e acontece raramente. Na hora da Olimpíada, os adversários todos se conhecem de outras competições, mas os nossos brasileiros caem de gaiatos na roubada.
Imagino que nem todas as bandas brasileiras sejam horríveis, assim como vários de nosso atletas tenham grande potencial. Mas sucesso paroquial não enche a barriga de ninguém.
Então, quando alguém vier com aquele papo de que as bandas do Brasil estão na vanguarda da música planetária, que chegou a hora do rock brazuca, que nós estamos revolucionando a música jovem da Terra, pode ficar de pé atrás. Olhe para o quadro de medalhas dos Jogos de Atenas. É lá que está a verdade.
Não troco as quatro pelas da Argentina, eu odeio a Argentina, Eu troco uma de bronze para levar um certo cidadão irlandes pra dar um rolê no largo 13 lá em Sto Amaro.
Quanto a Argentina, eles foram os melhores e ganharam.
Eu simplesmente achei uma puta sacanagem o que foi feito ao WCL, ninguem garante que ele fosse ganhar, mas ninguem garante que o italiano ou o americano fossem e o resultado foi afetado por um fator externo que não a simples torcida ou intempérie.
"Nem tudo que não reluz, não é ouro!!!" e essa medalha vale mais que todas as outras, pois ninguem no mundo vai se lembrar de Baldini sem se lembrar do Wanderley....E o cara teve atitude de vencedor, ele teve a grandeza (talvez a simplicidade) de ficar feliz com uma medalha que talvez ele não merecesse.
Não vai ser pelo Rock que seremos conhecidos, vai ser pelo Molejão!!!
Que é brasileiro até a raiz dos cabelos crespos
AF
Se bem que, apesar do acontecido, a Rede Globo chamou o Mr. Horan de bobalhão, pateta, boboca e feio e isso ninguém merece...
A atitude do pânico foi muito mais condizente com o clamor das massas, eles colocaram um contra-regra vestido de horan e qualquer um da platéia poderia a hora em que entendesse dar uma bica na bunda do contra-regra...
Muito engraçado
AF
Eu duvido que o Vanderlei iria chegar em primeiro pelo ritmo que ele, o italiano e o americano estavam mantendo. No máximo, se não tivessemos o maluquete invadindo a pista, teríamos alguma disputa pela prata.
Não sei qual a melhor medida a ser tomada nesse caso. Mas, considerando que ele deve voltar pra casa com uma medalha de bronze, mais a rara "Barão Pierre de Coubertin", e mais a fama, ele sai no lucro.
HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAH
não sei se é para rir ou para chorar....


😰 Rio será candidato aos Jogos de 2016, diz ex-chefe do COI 😰

Madri - O ex-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Juan Antonio Samaranch, declarou nesta quinta-feira, durante o segundo dia de debates no 1.º Congresso Internacional do Comitê Olímpico Espanhol, que acredita na candidatura da cidade do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016 e que Madri deve ser a sua rival.

"Rio de Janeiro será candidata em 2016. Os Jogos Pan-americanos de 2007 serão um bom teste e podem ser um ponto muito favorável se eles forem bem organizados", revelou Samaranch, ao ser questionado sobre a concessão dos Jogos a regiões do mundo que ainda não sediaram as Olimpíadas.

Por outro lado, Samaranch considera quase impossível a realização dos Jogos no continente africano. "Pedir as Olimpíadas na África é muito fácil, mas encontrar um país com o nível adequado para organizá-la é mais difícil", ressaltou.

"O que está claro é que a escolha da sede de 2016 será mais fácil que a de 2012. A quantidade de cidades com qualidade como Paris, Londres, Nova York e Moscou não voltará a se repetir", completou o ex-presidente do COI.
Amputado pode correr em Pequim

Em decisão histórica, a Corte Arbitral do Esporte deu autorização para que o atleta sul-africano Oscar Pistorius tente se classificar para os Jogos Olímpicos de Pequim, mesmo sem ter suas duas pernas. Os juízes, em anúncio feito ontem, deixaram claro que a medida vale apenas para o caso de Pistorius e que não abre precedentes para outros esportistas.

A polêmica ocorre diante do fato de o corredor usar duas próteses. A Federação Internacional de Atletismo tinha alegado, em janeiro, que Pistorius consegue 25% de vantagem sobre os atletas "normais", graças às próteses mais flexíveis e potentes que a perna humana, motivo pelo qual proibiu sua participação não apenas em Pequim 2008, mas também em qualquer torneio que organize. "Jamais poderia imaginar acordar um dia e ouvir que um jovem sem pernas tem vantagens sobre os outros", ironizou por sua vez Luca Pancalli, presidente do Comitê Paraolímpico Italiano. Foi uma síntese do que muitos pensavam.

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Agora liberado, Pistorius tentará o índice olímpico nos 400 metros rasos. Ele é o recordista mundial paraolímpico da prova, com 46s56. Para ir a Pequim na prova individual, terá de correr em 45s55. Mesmo que não consiga a marca, o atleta tem vaga praticamente certa nos Jogos, já que o comitê olímpico da África do Sul deve convocar ao menos seis atletas para a equipe de revezamento.

(fontes: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 4089,0.php e http://terramagazine.terra.com.br/inter ... 83,00.html)
Acho sacanagem...

É um tipo de doping diferente... Olhando-se pras proteses, vê-se que elas trabalham como molas, de forma que o peso do atleta dá energia praele correr, muito mais do que aqueles bumpers que existem nos tenis...

Vá-la, pode-se argumentar que ele usará um prótese com "resistencia"/elasticidade que não comprometa, ou que não tenha efeito... Aí vão ter de fazer anti-doping na hora pra próteses, ou elas serão fornecidas pela organização.

Não sei se lembram-se, na outra olimpiada, tinha um cara (não sei de onde) que era surdo, e competia na natação. como ele não ouvia o tiro, havia uma lampada que acendia qdo o tiro era disparado. Houve um puta bafafá, porque a luz é mais rápida que o som, então ele tinha vantagem. Sugeriam que houvesse uma compensação (atraso no acendimento da lampada, sei lá). No fim ele competiu, mas não lembro se fizeram algo...
Se a vantagem fosse realmente essas coisas todas, ele teria conseguido o indice há mais tempo.

Só tenho certeza duma coisa: o perneta vai chegar na frente de um Brazuca bananão. E vão culpar a falta de incentivo ao isportideztipaiz.
Uma coisa que tem sido legal é o acendimento da Pira nas últimas edições das Olimpíadas. Quem não se lembra de Barcelona, em 92, quando teve um arqueiro disparando uma flecha pra acertar (quase) na "tocha-mãe" e assim acendê-la?

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Dessa vez foi a vez de acenderem o símbolo no estilo "Tigre e o Dragão/Herói". O ex-ginasta Li Ning foi erguido por cabos, e como se tivesse correndo no ar, passou por toda a lateral do estádio onde eram exibidas imagens em um mega-telão de 360º. Então o chinês pôs a chama em um cano que acendeu a Pira.
e em quantas modalidades já perdemos, apesar de ir bem "como nuncanahiztoriadeztipaís" ?
Nem começou direito... nóis e mais 180 países não temos nenhuma ainda. Enquanto a China tem 2 medalhas, EUA tem 3, Coréia do Sul tem 2 e outros 15 países tem uma cada. Calma que piora.

Quadro de medalhas disponível em
http://int.estadao.com.br/eventos/quadrogeral ou em
http://results.beijing2008.cn/WRM/ENG/I ... 0000.shtml ou,
de maneira simplificada, no próprio google se você digitar "Beijing 2008".
eu vi que "o nadador que ia dar trabalho ao Phelps" já ficou em último.

Jugamos como nunca, perdemos como siempre...
Uma das poucas coisas que pode dar trabalho pro Phelps é a Atlântida surgir no meio da piscina.
🤣
pois é: acabaram de ganhar o revezamento, com os três primeiros (EUA, França e Austrália) quebrando o antigo recordo mundial.

uma brasileira na final da nataçao obteve "um ótimo resultado: sétimo!". Detalhe: entre oito!
Veja só...
Não é sétimo, entre oito... Se contar só as que foram pras olimpíadas, ela ficou em 7°, em 49...

Não sou desses ufanismos "nunca na história deste país", mas o fato é que certamente estamos cada vez melhores. Antes não tinha ninguém. O cara (atleta) vai lá, faz o papel dele, dá o melhor de si.
Na verdade, melhorar o desempenho não é mais do que obrigação, pois o governo está "gastando" aos tubos com isso, num investimento que não se justifica, certamente não traz retorno, só traz notícia bonitinha o Lula arrumando o topetinho do viadinho da ginástica.

Mas essas coisas são basicamente treino e estatística, principalmente estatística!!!! Porque tem, tanto jogador de futebol no Brasil: temos uma fonte potencial de uns 10 milhões de moleques que querem jogar futebol e ficarem famosos. Nos EUA, existem tantos mecanismos (públicos e privados) de captura e seleção dos caras, que praticamente todos que tem aptidão pra este ou aquele esporte, acabam alcançando seu lugar ao sol.

Sim nos EUA gasta-se dinheiro com "esporte", mas não no esporte profissional e de alta performance (na verdade até deve gastar algum, mas a parcela deve ser ridícula). Lá o governo gasta nas escolas, pra "formar" e "selecionar" pessoas preparadas para este ou aquele esporte? E os caras só não são bons de futebol, porque lá futebol é coisa "de menina". Á partir do nível de esportes universitários é que se começar a transferir o "investimento" para o setor privado, primeiro através das universidades, depois através das empresas mesmo.