Nunca achei que ia discutir tal assunto, mas cá estou. O tema veio da comunidade São Paulo do orkut:
Arranha-Céu em Sampa, um dia vai existir?
O cara começa com o tópico com: Não está na hora da prefeitura rever os conceitos e aprovar uma lei de zoneamento que permita a construção de torres maiores e aproveite melhor o coeficiente dos terrenos, acho que São Paulo por ser essa metrópole é vergonhoso não ter uma torre comercial decente, até Buenos Aires tem prédios residênciais maiores que o nosso símbolo "edifício altino arantes" mais conhecido como "Banespa"
Eu, pego o bonde andando, 250 posts depois, respondo...
Passando rapidamente, me pareceu que as mensagens mais bem acertadas foram de duas arquitetas:
As cidades muito vertivalizadas têm péssimo índice de insolação, ventilação e o uso do solo urbano fica caótico, o que, aliado ao adensamento da população e todo o fluxo de pessoas e veículos que advém daí, ocasiona níveis de poluição insustentáveis.
(Marcia Regina, em 06/08/2006)
Por que esta fixação em tamanho? Boa arquitetura não se traduz em tamanho.
(Flavia, em 12/09/2006)
Ninguém pensa na desidade populacional não? Ninguém nunca viu o que acontece com uma cidadezinha de praia que lota em final de ano? Falta água, sobram filas e trânsito... Pois uma analogia pode ser feita pra cidade de São Paulo. Quanto maior a densidade demográfica, maior a necessidade de infra-estrutura adequada. Num país das proporções do Brasil, fazer arranha-céus é uma pessima idéia em termos de planejamento urbano.
Urbanismo
Discussão (28 respostas)
Um carinha contra-respondeu com:
É uma tarefa muito trabalhosa, como tudo em se tratando de uma metrópole das proporções de São Paulo, mas que com certeza deve ser analisada. Arranha-céus, se construídos nas condições perfeitas e com uma arquitetura arrojada, facilitam muito a vida numa cidade sem estragar a vista da cidade. Em apenas um lugar pode-se reunir residências, escritórios, espaços culturais e lojas, sem a necessidade de acabar com o espaço sagrado da cidade.
E eu contra-contra-respondi com:
Não que um único arranha-céu vá acabar com qualidade de vida da cidade, ou que a ausência deles confira automaticamente qualidade. Mas é pura questão de lógica: mais gente no mesmo lugar requer mais infra-estrura e recursos naturais concentrados! E tanto a Berrini quanto a Marginal Pinheiros já tem um tráfego pesado, de modo que construir prédios grandes por lá só mesmo se for colado na estação de trem. Melhor ainda depois do Rio Pinheiros ser limpo.
Concordo com o Rafael, grandes projetos devem ser analisados. Mas discordo que edifícios pequenos sejam necessariamente sem atrativos. E outra, arranha-céus não são soluções obrigatórias. Mais importante que grandes construções, são construções inteligentes, que considerem conforto térmico e acústico, baixo consumo de energia, uso racional de fontes naturais, interferindo o mínimo no ambiente.
Grandalhões envidraçados, por exemplo, são um de desperdício de energia elétrica com ar condicionado. Num país quente como o nosso, grandes volumes envidraçados servem como estufa. O ideal é procurar reduzir as áreas de transparência com cuidado pra não abrir mão da iluminação natural.
É uma tarefa muito trabalhosa, como tudo em se tratando de uma metrópole das proporções de São Paulo, mas que com certeza deve ser analisada. Arranha-céus, se construídos nas condições perfeitas e com uma arquitetura arrojada, facilitam muito a vida numa cidade sem estragar a vista da cidade. Em apenas um lugar pode-se reunir residências, escritórios, espaços culturais e lojas, sem a necessidade de acabar com o espaço sagrado da cidade.
E eu contra-contra-respondi com:
Não que um único arranha-céu vá acabar com qualidade de vida da cidade, ou que a ausência deles confira automaticamente qualidade. Mas é pura questão de lógica: mais gente no mesmo lugar requer mais infra-estrura e recursos naturais concentrados! E tanto a Berrini quanto a Marginal Pinheiros já tem um tráfego pesado, de modo que construir prédios grandes por lá só mesmo se for colado na estação de trem. Melhor ainda depois do Rio Pinheiros ser limpo.
Concordo com o Rafael, grandes projetos devem ser analisados. Mas discordo que edifícios pequenos sejam necessariamente sem atrativos. E outra, arranha-céus não são soluções obrigatórias. Mais importante que grandes construções, são construções inteligentes, que considerem conforto térmico e acústico, baixo consumo de energia, uso racional de fontes naturais, interferindo o mínimo no ambiente.
Grandalhões envidraçados, por exemplo, são um de desperdício de energia elétrica com ar condicionado. Num país quente como o nosso, grandes volumes envidraçados servem como estufa. O ideal é procurar reduzir as áreas de transparência com cuidado pra não abrir mão da iluminação natural.
papo nervoso esse seu hein...
mas já que colocou aqui é porque queria palpites... então vamos lá...
Cara... tudo é grana!!!!!. Porque fazer um "predião", ou arranha, céu? quando vale a pena financeiramente... o terreno é caro, e vale mais a pena colocar as "casas" uma em cima da outra...
Hoje a prefeitura regulamenta, proibindo por isso e por aquilo...
Podia fazer diferente: quer fazer um arranha céu aqui? então vai ter de criar uma "infra-estrutura" em volta para suportar isso, ou ainda pagar um "adicional" ao estado para suportar a estrutura que está criando: pagar pelas desapropriações para criar ruas, pagar pelo "crescimento" da esturura de sporte de água, luz, etc...
Decordo um pouco quando deu o exemplo das cidades litorâneas... o que acontece ali, é que de repente, por 1 mês, a população dobra, triplica, as vezes até mais... planejar e investir pelo pico, é possível, mas não é viável/interessante economicamente... é melhor deixar as pessoas sem água, em filas, etc, pois no ano seguinte elas voltam do mesmo jeito... para criar a "infra-estrutura" para o pico, os preços seriam muito altos e a população acabaria reclamendo...
mas já que colocou aqui é porque queria palpites... então vamos lá...
Cara... tudo é grana!!!!!. Porque fazer um "predião", ou arranha, céu? quando vale a pena financeiramente... o terreno é caro, e vale mais a pena colocar as "casas" uma em cima da outra...
Hoje a prefeitura regulamenta, proibindo por isso e por aquilo...
Podia fazer diferente: quer fazer um arranha céu aqui? então vai ter de criar uma "infra-estrutura" em volta para suportar isso, ou ainda pagar um "adicional" ao estado para suportar a estrutura que está criando: pagar pelas desapropriações para criar ruas, pagar pelo "crescimento" da esturura de sporte de água, luz, etc...
Decordo um pouco quando deu o exemplo das cidades litorâneas... o que acontece ali, é que de repente, por 1 mês, a população dobra, triplica, as vezes até mais... planejar e investir pelo pico, é possível, mas não é viável/interessante economicamente... é melhor deixar as pessoas sem água, em filas, etc, pois no ano seguinte elas voltam do mesmo jeito... para criar a "infra-estrutura" para o pico, os preços seriam muito altos e a população acabaria reclamendo...
De nota em nota, moeda em moeda, as crianças e adolescentes dos faróis de São Paulo movimentam uma indústria lucrativa: cerca de R$ 2,1 milhões ao mês. Em um ano, a estimativa é de que esse mercado gire em torno de R$ 25 milhões, somando também as roupas, brinquedos, mantimentos e alimentação que também ganham dos motoristas.
Com tanto dinheiro em jogo, muitos pais são os próprios aliciadores, já que a renda média dos filhos nos semáforos é de R$ 900 ao mês fora as outras doações que levam para casa. 'Muitas são vítimas de maus-tratos se não conseguem um bom dinheiro', afirma Adriana Palheta Cardoso, coordenadora de Proteção Especial à Criança e Adolescente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social. Além disso, existe a questão cultural, com os pais considerando normal esse tipo de trabalho para suas crianças.
O que preocupa a secretaria é que a arrecadação delas chega a duplicar no final do ano, o que incentiva ainda mais a exploração por parte dos adultos. Na próxima semana, 50 novos agentes de proteção começam a trabalhar nas ruas com essas crianças e suas famílias, para intensificar a campanha chamada Dê mais que esmola. Dê futuro.
Na avaliação de Adriana, com a Cidade enfeitada e o apelo das festas natalinas, as pessoas ficam mais solidárias e sensíveis. As crianças comovem, principalmente, se estão nas ruas debaixo de sol quente ou tarde da noite, fazendo malabares e correndo entre os carros vendendo balas a R$ 1.
O desafio da secretaria é conscientizar a população para não doar dinheiro ou comprar produtos das crianças nos faróis. 'Entendemos a solidariedade das pessoas, mas façam doações para entidades que confiem, não ajudem a manter esse círculo vicioso das crianças nas ruas', explica a coordenadora.
(Matéria completa em http://www.jt.com.br/editorias/2006/11/ ... 3.17.1.xml)
Com tanto dinheiro em jogo, muitos pais são os próprios aliciadores, já que a renda média dos filhos nos semáforos é de R$ 900 ao mês fora as outras doações que levam para casa. 'Muitas são vítimas de maus-tratos se não conseguem um bom dinheiro', afirma Adriana Palheta Cardoso, coordenadora de Proteção Especial à Criança e Adolescente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social. Além disso, existe a questão cultural, com os pais considerando normal esse tipo de trabalho para suas crianças.
O que preocupa a secretaria é que a arrecadação delas chega a duplicar no final do ano, o que incentiva ainda mais a exploração por parte dos adultos. Na próxima semana, 50 novos agentes de proteção começam a trabalhar nas ruas com essas crianças e suas famílias, para intensificar a campanha chamada Dê mais que esmola. Dê futuro.
Na avaliação de Adriana, com a Cidade enfeitada e o apelo das festas natalinas, as pessoas ficam mais solidárias e sensíveis. As crianças comovem, principalmente, se estão nas ruas debaixo de sol quente ou tarde da noite, fazendo malabares e correndo entre os carros vendendo balas a R$ 1.
O desafio da secretaria é conscientizar a população para não doar dinheiro ou comprar produtos das crianças nos faróis. 'Entendemos a solidariedade das pessoas, mas façam doações para entidades que confiem, não ajudem a manter esse círculo vicioso das crianças nas ruas', explica a coordenadora.
(Matéria completa em http://www.jt.com.br/editorias/2006/11/ ... 3.17.1.xml)
'Muitas são vítimas de maus-tratos se não conseguem um bom dinheiro'
até hoje me vem na cabeça um menino chorando na rua porque havia perdido o "dinheiro do limão", e iria levar um cacete de não-sei-quem, vizinho dele.
com os pais considerando normal esse tipo de trabalho para suas crianças.
esmolar não é trabalho, e se estivermos falando que criança não deve trabalhar, eu desconcordo: havendo necessidade, sendo um trabalho digno, como de resto devem ser todos os trabalhos, não vejo mal algum em criança trabalhar.
campanha chamada Dê mais que esmola. Dê futuro.
totalmente imbecil: qual futuro? Só dá pra dar futuro se pegar pra criar, colocar na escola etc. Como não dá pra dar futuro, a esmola cura uma dor momentânea. Visitar um orfanato e distribuir presentes tb não dá futuro pra ninguém, é esmola. E batucar em ONG dá menos futuro ainda, e nem esmola é...
façam doações para entidades que confiem
façamos isso também, não ao invés de. Uma criança chorando na rua à meia noite, porque vai apanhar quando chegar em casa sem grana, pedindo $ na 9 de Julho e morando no Cocaia...bixo, eu dei meia volta no carro, perguntei pq o menino chorava e dei 10,00 pra ele, mais a grana do busão. Eu tb tenho raiva das mães muitas vezes lá paradonas, explorando os filhos, mas criança é meu ponto fraco. eu dou esmolas e vou continuar dando, porque os futuros que posso influenciar são limitados.
totalmente imbecil: qual futuro? Só dá pra dar futuro se pegar pra criar, colocar na escola etc. Como não dá pra dar futuro, a esmola cura uma dor momentânea.
Ok, vai mais um pedaço do texto original então:
O desafio da secretaria é conscientizar a população para não doar dinheiro ou comprar produtos das crianças nos faróis. 'Entendemos a solidariedade das pessoas, mas façam doações para entidades que confiem, não ajudem a manter esse círculo vicioso das crianças nas ruas', explica a coordenadora.
Segundo a Prefeitura, se as doações não acontecerem, as famílias terão que aceitar os programas de transferência de renda e tirar as crianças dos faróis, mantendo-as nas escolas e em programas socioeducativos, sob pena de perder o benefício. Atualmente, a concorrência é injusta. A bolsa do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) é de R$ 40 por mês por criança que pare de trabalhar.
Mas tem outra coisa pra concorrer com o PETI: os flanelinhas que enchem a paciência e não despertam dó nenhuma. Pelo menos não em mim.
__________________
9000º post do fórum!
eu não pago flanelinha. a rua é pública. se for criança, dou um trocado.
como eu disse, não sou contra o trabalho infantil, desde de que digno. trabalho engrandece. vê se país sério tem programa contra trabalho infantil. nos eua, vc vê criança cortando grama pra ganhar um troco.
...que também não dá futuro pra ninguém, a pública.
batucada, aula de "cidadania", esporte...continua ridículo.
que também é uma esmola!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! quer dizer que, se quem dá é o Estado, não é esmola????????????
e tem mais: cenários do tipo "e se ninguém fizer" é típico da mentalizada esquerdopata: numa metrópole de milhões de pessoas, o que é que NINGUÉM faz?
e "reconhecem a solidariedade", mas acham errado...mais uma arrogância: o Homem é DADO do problema. O que deve variar são as condições de contorno, não o homem!!! Deve-se criar condições para erradicação da mendicância APESAR da solidariedade, e não gastar tempo e dinheiro fazendo campanha contra a solidariedade. É imbecil, burro, chega a doer.
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil
como eu disse, não sou contra o trabalho infantil, desde de que digno. trabalho engrandece. vê se país sério tem programa contra trabalho infantil. nos eua, vc vê criança cortando grama pra ganhar um troco.
mantendo-as nas escolas
...que também não dá futuro pra ninguém, a pública.
programas socioeducativos
batucada, aula de "cidadania", esporte...continua ridículo.
se as doações não acontecerem, as famílias terão que aceitar os programas de transferência de renda
que também é uma esmola!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! quer dizer que, se quem dá é o Estado, não é esmola????????????
e tem mais: cenários do tipo "e se ninguém fizer" é típico da mentalizada esquerdopata: numa metrópole de milhões de pessoas, o que é que NINGUÉM faz?
e "reconhecem a solidariedade", mas acham errado...mais uma arrogância: o Homem é DADO do problema. O que deve variar são as condições de contorno, não o homem!!! Deve-se criar condições para erradicação da mendicância APESAR da solidariedade, e não gastar tempo e dinheiro fazendo campanha contra a solidariedade. É imbecil, burro, chega a doer.
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou dia 26/09 um projeto de lei que dispõe sobre a ordenação dos elementos que compõem a paisagem urbana do Município de São Paulo. O "Cidade Limpa" proíbe qualquer tipo de publicidade exterior e estabelece regras para anúncios indicativos, aquelas placas que identificam os pontos comerciais. Assim, ficam proibidos outdoors, anúncios luminosos, back-lights, publicidades nas paredes laterais dos edifícios, totens e estruturas infláveis. Também vai acabar a propaganda em ônibus, táxis, trailers e carretas. O prazo para a remoção dos anúncios é 31 de dezembro. Teve uma questão que levantaram num site da UOL, o webinsider.uol.com.br:
Mídia online ganha com a proibição do outdoor?
Conversamos com Julio Albieri, presidente do SEPEX (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior de São Paulo). De acordo com ele, este mercado movimenta R$ 240 milhões por ano. Para onde vai esta verba?
Muitos dos anunciantes são empresas pequenas, que não têm condições de pagar por um anúncio em televisão e outras mídias mais caras. Verão na web uma alternativa para a comunicação com o público? Poderão se beneficiar da alta capilaridade, da participação do usuário, da interatividade e dos diversos formatos, como texto, áudio e vídeo?
A web tem um poder que o outdoor dificilmente teria: mensurar seus resultados, comprovando o retorno sobre o investimento. Há também os links patrocinados, onde o anunciante só paga pelo clique que o anúncio receber, ou seja, só paga se a campanha der resultado.
Eu duvido que haverá um aquecimento considerável da publicidade online em São Paulo. Aliás, acho que a medida vai é fazer surgir formas inéditas e mais agressivas de propaganda.
Mídia online ganha com a proibição do outdoor?
Conversamos com Julio Albieri, presidente do SEPEX (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior de São Paulo). De acordo com ele, este mercado movimenta R$ 240 milhões por ano. Para onde vai esta verba?
Muitos dos anunciantes são empresas pequenas, que não têm condições de pagar por um anúncio em televisão e outras mídias mais caras. Verão na web uma alternativa para a comunicação com o público? Poderão se beneficiar da alta capilaridade, da participação do usuário, da interatividade e dos diversos formatos, como texto, áudio e vídeo?
A web tem um poder que o outdoor dificilmente teria: mensurar seus resultados, comprovando o retorno sobre o investimento. Há também os links patrocinados, onde o anunciante só paga pelo clique que o anúncio receber, ou seja, só paga se a campanha der resultado.
Eu duvido que haverá um aquecimento considerável da publicidade online em São Paulo. Aliás, acho que a medida vai é fazer surgir formas inéditas e mais agressivas de propaganda.
O "Cidade Limpa" proíbe qualquer tipo de publicidade exterior e estabelece regras para anúncios indicativos, aquelas placas que identificam os pontos comerciais.
Aproveitando o dia sem prova pra ir ver na FAU se o lugar que faço prova de habilidade específica tem goteira, e se as linhas de ônibus continuam as mesmas, vi umas mudanças na Faria Lima.
Agora a avenida parece um cemitério de anúncios. Uns 40% ainda continuam no mesmo lugar, como se nada tivesse mudado. Estes parecem estar velando os outros 60% que estão no lugar, mas, ou sem nada neles, ou com um monte de retalhos de anúncios rasgados.
E todos estes estão com alguma placa avisando que estão sob proteção de alguma liminar judicial. Ficou mais feio do que estava antes. Sem falar nuns terrenos baldios pequenos, normalmente de esquina, que serviam só pro outdoor, que agora viraram simples terrenos baldios.
😎
pois é. é o que acontece quando o governo se mete em qualquer coisa que diz respeito somente à iniciativa privada... 😡
Estou ficando revoltado com o super-lotação do ônibus pra ida e volta da Cid. Universtária. Na ida, tanto o ônibus que vai pela Cid. Jardim quanto pela Rebouças fica uns 3 minutos parado no ponto só pro pessoal tentar entrar. Na volta, a espera é nos pontos da FAU e da FFLCH. Outro dia me pediram licença, mas não tinha pra onde me mexer, nem ao menos tirar a mochila! Já que era um veículo com piso baixo, dei uma de ginasta e me ergui pelos balaústres. Mas não dá pra fazer tanto malabarismo todo dia.
😮💨
Já me registrei no site da SPTrans pra poder fazer reclamações. Deram como resposta:
Solicitação N°: W- 5648
Obrigado pela colaboração.
Solicitamos que no prazo de 20 dias entre em contato com o telefone 6292-1718, para a obtenção da resposta referente a sua solicitação.
Favor no ato da consulta informar o número de protocolo da solicitação.
Como não boto muita fé que a reclamação dê em alguma coisa vou também incitar outros companheros a protrestrarem também! E aí , companhero AF? Pretendo ainda ir colocando a bike nos trinques, arranjar proteção pra chuva e muita vitamina C. Pra falar a verdade, esses dias estava pensando em tentar juntar dinheiro pra comprar uma scooter.
😮💨
Já me registrei no site da SPTrans pra poder fazer reclamações. Deram como resposta:
Solicitação N°: W- 5648
Obrigado pela colaboração.
Solicitamos que no prazo de 20 dias entre em contato com o telefone 6292-1718, para a obtenção da resposta referente a sua solicitação.
Favor no ato da consulta informar o número de protocolo da solicitação.
Como não boto muita fé que a reclamação dê em alguma coisa vou também incitar outros companheros a protrestrarem também! E aí , companhero AF? Pretendo ainda ir colocando a bike nos trinques, arranjar proteção pra chuva e muita vitamina C. Pra falar a verdade, esses dias estava pensando em tentar juntar dinheiro pra comprar uma scooter.
esses dias estava pensando em tentar juntar dinheiro pra comprar uma scooter.
120 pilas por mês vc compra uma 125cc
Tem a nova Pop 100, que é mais barato que isso.
Só que, por enquanto, vou ficar só nas conjecturas scooterianas mesmo pois:
1- Teria que achar moto-escolas com aulas de final de semana;
2- Cento e vinte conto por mês é uma quantia altíssima de dinheiro atualmente;
Aliás, seguindo tudo do jeito que está, vou ter que pegar minha lista de 'coisas a se fazer antes dos 30' e jogá-la lá pros 40 ou 50.
😒
1- Teria que achar moto-escolas com aulas de final de semana;
2- Cento e vinte conto por mês é uma quantia altíssima de dinheiro atualmente;
Aliás, seguindo tudo do jeito que está, vou ter que pegar minha lista de 'coisas a se fazer antes dos 30' e jogá-la lá pros 40 ou 50.
😒
Danilo wrote:Só que, por enquanto, vou ficar só nas conjecturas scooterianas mesmo pois:
1- Teria que achar moto-escolas com aulas de final de semana;
2- Cento e vinte conto por mês é uma quantia altíssima de dinheiro atualmente;
Aliás, seguindo tudo do jeito que está, vou ter que pegar minha lista de 'coisas a se fazer antes dos 30' e jogá-la lá pros 40 ou 50.
😒
1- Isso não é problema
2- Quanto vc gasta de busão?
O único problema de moto pra mim é o perigo.... mas cada um cada um....
Só uma coisa: chatice. Com c.
Ops... corrigido. ✅
De qualquer forma, continua a pergunta: pra que diabos o letreiro do ônibus tem que avisar "ônibus novo"?
De qualquer forma, continua a pergunta: pra que diabos o letreiro do ônibus tem que avisar "ônibus novo"?
voltando ao transito, tem um passo zero, antes de qualquer coisa:
POR QUE DIABOS OS FARÓIS EM SÃO PAULO NÃO SÃO MINIMIMAMENTE SINCRONIZADOS???
Ontem eu parei em TODOS os faróis da Brigadeiro Luis Antônio. Abria um, fechava outro...
POR QUE DIABOS OS FARÓIS EM SÃO PAULO NÃO SÃO MINIMIMAMENTE SINCRONIZADOS???
Ontem eu parei em TODOS os faróis da Brigadeiro Luis Antônio. Abria um, fechava outro...
Ué!
é simples: se deixarem vc (e os outros motoristas) andarem, vai ter trânsito lá na frente!!!! 🤣 🤣 🤣 🤣
Então represa para "distribuir" melhor o trânsito (não o tréfego, o trânsito mesmo)!!!!
é simples: se deixarem vc (e os outros motoristas) andarem, vai ter trânsito lá na frente!!!! 🤣 🤣 🤣 🤣
Então represa para "distribuir" melhor o trânsito (não o tréfego, o trânsito mesmo)!!!!
Mais uma desvantagem do Cidade Limpa...
Por mês, a SPTrans gasta R$ 600 mil com limpeza e manutenção de pontos de ônibus. De setembro de 1997 a agosto de 2007, a empresa DMB explorou a publicidade em cerca de 900 paradas localizadas na área que corresponde ao centro expandido. O acordo com a SPTrans previa que a DMB construiria os abrigos e, em troca, exploraria a publicidade nesses locais. Durante esse período, a SPTrans arrecadou mais de R$ 1,5 milhões. Com o fim da concessão e segundo as normas da Lei Cidade Limpa, a DMB teve de retirar os painéis publicitários. No momento, há uma disputa na Justiça pela propriedade sobre os abrigos construídos pela empresa. Para realizar manutenção nesses abrigos, a SPTrans precisa pedir permissão à Justiça.
(texto completo em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 3312,0.php)
Por mês, a SPTrans gasta R$ 600 mil com limpeza e manutenção de pontos de ônibus. De setembro de 1997 a agosto de 2007, a empresa DMB explorou a publicidade em cerca de 900 paradas localizadas na área que corresponde ao centro expandido. O acordo com a SPTrans previa que a DMB construiria os abrigos e, em troca, exploraria a publicidade nesses locais. Durante esse período, a SPTrans arrecadou mais de R$ 1,5 milhões. Com o fim da concessão e segundo as normas da Lei Cidade Limpa, a DMB teve de retirar os painéis publicitários. No momento, há uma disputa na Justiça pela propriedade sobre os abrigos construídos pela empresa. Para realizar manutenção nesses abrigos, a SPTrans precisa pedir permissão à Justiça.
(texto completo em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 3312,0.php)
Os monitores da BusTV estão silenciosos, pelo menos em algumas linhas de ônibus. Provavelmente por causa da Lei Municipal 6.681/65 que diz "fica proibido no interior de veículos de transporte coletivo, inclusive auto-lotações, o uso de aparelhos sonoros, salvo mediante auditivo pessoal para os aparelhos de rádio".
📱
Ah, mas tem uma coisa tão ruim quanto TV do ônibus: passageiro folgado achando que todo mundo partilha o mesmo gosto musical. Quase todo dia tem um passageiro folgado com um aparelhinho eletrônico a todo volume. Tá certo que o uso excessivo de fone de ouvido pode ser prejudicial, mas precisa importunar os demais passageiros?
📱
Ah, mas tem uma coisa tão ruim quanto TV do ônibus: passageiro folgado achando que todo mundo partilha o mesmo gosto musical. Quase todo dia tem um passageiro folgado com um aparelhinho eletrônico a todo volume. Tá certo que o uso excessivo de fone de ouvido pode ser prejudicial, mas precisa importunar os demais passageiros?
Se há pichação, violência e lixo dobram
Lá se vão pelo menos cinco vezes que a angiologista e cirurgiã vascular Renata Santana mandou pintar a fachada de seu consultório na Rua Teodoro Sampaio, zona oeste de São Paulo. Em quase dois anos e meio, a conta chega a R$ 9 mil, entre tinta verde-claro e mão-de-obra. E, ainda assim, as letras retas e pontiagudas dos pichadores continuam marcadas na parede, com símbolos de gangues e frases indecifráveis. "O prejuízo é muito maior do que o preço do pintor, porque a pichação faz com que os pacientes tenham medo de entrar no consultório", diz Renata. "Fica uma sensação ruim andar por um lugar todo pichado, é uma violência, quase um tapa na cara."
A sensação da médica não é apenas uma simples impressão. Uma pesquisa inédita feita por três pesquisadores holandeses mostra que a marca de pichações em um local pode dobrar o número de pessoas dispostas a jogar lixo no chão e até a roubar. "Certamente as violações aumentam em uma rua pela simples presença de pichação", diz Kees Keizer, responsável pela pesquisa que sai hoje na revista Science. "É uma clara mensagem aos gestores públicos que prevenir a desordem é a melhor maneira de impedir a disseminação da violência."
A pesquisa de Kees Keizer toma por base a teoria desenvolvida por George Kelling e James Wilson em 1982 e denominada Broken Windows (Janelas Quebradas). Os dois ensaístas entendiam que era imprescindível eliminar a desordem para conseguir reduzir a criminalidade. Exemplificavam: "Se você ignorar a janela quebrada de um prédio, outras janelas também serão quebradas. A área vai passar a ter uma imagem de abandono e a delinqüência penetrará na sua casa." Em Nova York, a teoria deu origem à política da "tolerância zero", na qual nenhum crime seria pequeno demais para a polícia.
(texto original em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 1207,0.php)
Lá se vão pelo menos cinco vezes que a angiologista e cirurgiã vascular Renata Santana mandou pintar a fachada de seu consultório na Rua Teodoro Sampaio, zona oeste de São Paulo. Em quase dois anos e meio, a conta chega a R$ 9 mil, entre tinta verde-claro e mão-de-obra. E, ainda assim, as letras retas e pontiagudas dos pichadores continuam marcadas na parede, com símbolos de gangues e frases indecifráveis. "O prejuízo é muito maior do que o preço do pintor, porque a pichação faz com que os pacientes tenham medo de entrar no consultório", diz Renata. "Fica uma sensação ruim andar por um lugar todo pichado, é uma violência, quase um tapa na cara."
A sensação da médica não é apenas uma simples impressão. Uma pesquisa inédita feita por três pesquisadores holandeses mostra que a marca de pichações em um local pode dobrar o número de pessoas dispostas a jogar lixo no chão e até a roubar. "Certamente as violações aumentam em uma rua pela simples presença de pichação", diz Kees Keizer, responsável pela pesquisa que sai hoje na revista Science. "É uma clara mensagem aos gestores públicos que prevenir a desordem é a melhor maneira de impedir a disseminação da violência."
A pesquisa de Kees Keizer toma por base a teoria desenvolvida por George Kelling e James Wilson em 1982 e denominada Broken Windows (Janelas Quebradas). Os dois ensaístas entendiam que era imprescindível eliminar a desordem para conseguir reduzir a criminalidade. Exemplificavam: "Se você ignorar a janela quebrada de um prédio, outras janelas também serão quebradas. A área vai passar a ter uma imagem de abandono e a delinqüência penetrará na sua casa." Em Nova York, a teoria deu origem à política da "tolerância zero", na qual nenhum crime seria pequeno demais para a polícia.
(texto original em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 1207,0.php)
Já fiz embiquei o carro na porta da garagem (de um prédio que desconhecia) pra manobrar e o porteiro abriu a porta. Agora fizeram o teste com uma amostra um pouco maior:
Na semana seguinte àquela em que dois condomínios sofreram arrastões de bandidos, testamos a segurança de quarenta edifícios em diversos bairros paulistanos. O resultado é preocupante: 65% deles escancararam seus portões sem nenhuma cerimônia.
Diante de um prédio equipado com cabine de segurança, câmeras voltadas para os acessos principais e luzes acionadas por sensores de movimento, parece improvável a entrada de uma pessoa não autorizada. Não é bem assim. A bordo de um veículo de luxo cedido pela revista Quatro Rodas, da Editora Abril, rodei 166 quilômetros por sete bairros da cidade, nas noites de segunda (12) e terça (13). De quarenta edifícios escolhidos aleatoriamente ao longo do percurso, os portões dos estacionamentos se abriram 26 vezes). Com um procedimento-padrão, foi moleza conseguir o sinal verde dos porteiros. Embicava o carro (sem insulfilm escuro no vidro) na porta da garagem em velocidade moderada — e não lentamente, como se estivesse na dúvida sobre o endereço —, buzinava e piscava os faróis, para tentar reproduzir a típica atitude do morador impaciente, e acendia a luz dentro do veículo, fazendo sinal positivo com o polegar em direção à cabine. Acesso liberado. Simples assim.
Na maioria das investidas bem-sucedidas, não houve diálogo com a portaria. A Vila Madalena foi o primeiro bairro visitado. Seis de dez edifícios deram sinal verde. Na Rua Arandu, no Brooklin Novo, uma cena quase cômica, não fosse o risco que um comportamento displicente desses pode representar. Sem sair do prédio, um funcionário chegou perto do carro para identificar quem estava ao volante.
— O senhor vai aonde?
— Eu vou à casa do Juan!
— O senhor sabe o número do apartamento?
— Não sei.
Ele pediu um minuto e se afastou para tentar descobrir em qual andar morava nosso personagem fictício. Após dois minutos de espera, comecei a buzinar. O porteiro reapareceu, pediu desculpas e autorizou a abertura da garagem.
Em todas as situações, logo que os portões eram abertos, eu engatava a ré e saía sem dar explicações. Por catorze vezes, isso não aconteceu porque o acesso foi negado. Nos Jardins, por exemplo, as cinco tentativas foram frustradas. Uma delas ocorreu no L’Essence, um dos endereços mais valorizados de São Paulo, com apartamentos avaliados em 13 milhões de reais. Ao chegar à entrada, tive o carro cercado por três seguranças. Em poucos segundos, recebi a resposta:
— Senhor, não há nenhum Juan por aqui.
Pedi desculpas pelo engano e segui em frente. Nos prédios com seguranças contratados de empresas especializadas, a tarefa mostrou-se inviável. Essas equipes costumam deixar um profissional de prontidão na calçada para abordar de perto os visitantes.
No sábado (10), o porteiro de um condomínio nos Jardins foi rendido ao abandonar a guarita para checar se havia uma falha no alarme, que sinalizava uma invasão nos fundos do prédio. Dez integrantes de uma quadrilha entraram em nove dos 22 apartamentos. "Não adianta pagar caro por uma parafernália eletrônica se a pessoa responsável por monitorar esses equipamentos não tem um treinamento adequado", afirma o delegado Edison de Santi, titular da 2ª Delegacia do Patrimônio do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). No mesmo dia, um assalto a um condomínio de casas na região de Pedra Branca, na Zona Norte, reuniu trinta homens armados e dez veículos. Com fuzis e metralhadoras, eles renderam os seguranças. "Identificamos três quadrilhas em atividade praticando roubos a residências, mas não são especializadas só nesse tipo de crime", diz Santi.
Não faltam orientações para evitar que assaltantes entrem nos edifícios residenciais de São Paulo pela porta da frente. "A cabine de segurança deve ser blindada e quem está dentro não deve sair durante seu turno em hipótese alguma", explica o consultor Evandro Pamplona Vaz, diretor de uma empresa de gerenciamento de risco. Os moradores também precisam colaborar. "Muitas vezes, os porteiros são repreendidos quando não reconhecem de imediato um morador", diz o consultor Hugo Tisaka.
(texto completo em http://vejasaopaulo.abril.com.br/revist ... 15332.html)
Na semana seguinte àquela em que dois condomínios sofreram arrastões de bandidos, testamos a segurança de quarenta edifícios em diversos bairros paulistanos. O resultado é preocupante: 65% deles escancararam seus portões sem nenhuma cerimônia.
Diante de um prédio equipado com cabine de segurança, câmeras voltadas para os acessos principais e luzes acionadas por sensores de movimento, parece improvável a entrada de uma pessoa não autorizada. Não é bem assim. A bordo de um veículo de luxo cedido pela revista Quatro Rodas, da Editora Abril, rodei 166 quilômetros por sete bairros da cidade, nas noites de segunda (12) e terça (13). De quarenta edifícios escolhidos aleatoriamente ao longo do percurso, os portões dos estacionamentos se abriram 26 vezes). Com um procedimento-padrão, foi moleza conseguir o sinal verde dos porteiros. Embicava o carro (sem insulfilm escuro no vidro) na porta da garagem em velocidade moderada — e não lentamente, como se estivesse na dúvida sobre o endereço —, buzinava e piscava os faróis, para tentar reproduzir a típica atitude do morador impaciente, e acendia a luz dentro do veículo, fazendo sinal positivo com o polegar em direção à cabine. Acesso liberado. Simples assim.
Na maioria das investidas bem-sucedidas, não houve diálogo com a portaria. A Vila Madalena foi o primeiro bairro visitado. Seis de dez edifícios deram sinal verde. Na Rua Arandu, no Brooklin Novo, uma cena quase cômica, não fosse o risco que um comportamento displicente desses pode representar. Sem sair do prédio, um funcionário chegou perto do carro para identificar quem estava ao volante.
— O senhor vai aonde?
— Eu vou à casa do Juan!
— O senhor sabe o número do apartamento?
— Não sei.
Ele pediu um minuto e se afastou para tentar descobrir em qual andar morava nosso personagem fictício. Após dois minutos de espera, comecei a buzinar. O porteiro reapareceu, pediu desculpas e autorizou a abertura da garagem.
Em todas as situações, logo que os portões eram abertos, eu engatava a ré e saía sem dar explicações. Por catorze vezes, isso não aconteceu porque o acesso foi negado. Nos Jardins, por exemplo, as cinco tentativas foram frustradas. Uma delas ocorreu no L’Essence, um dos endereços mais valorizados de São Paulo, com apartamentos avaliados em 13 milhões de reais. Ao chegar à entrada, tive o carro cercado por três seguranças. Em poucos segundos, recebi a resposta:
— Senhor, não há nenhum Juan por aqui.
Pedi desculpas pelo engano e segui em frente. Nos prédios com seguranças contratados de empresas especializadas, a tarefa mostrou-se inviável. Essas equipes costumam deixar um profissional de prontidão na calçada para abordar de perto os visitantes.
No sábado (10), o porteiro de um condomínio nos Jardins foi rendido ao abandonar a guarita para checar se havia uma falha no alarme, que sinalizava uma invasão nos fundos do prédio. Dez integrantes de uma quadrilha entraram em nove dos 22 apartamentos. "Não adianta pagar caro por uma parafernália eletrônica se a pessoa responsável por monitorar esses equipamentos não tem um treinamento adequado", afirma o delegado Edison de Santi, titular da 2ª Delegacia do Patrimônio do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). No mesmo dia, um assalto a um condomínio de casas na região de Pedra Branca, na Zona Norte, reuniu trinta homens armados e dez veículos. Com fuzis e metralhadoras, eles renderam os seguranças. "Identificamos três quadrilhas em atividade praticando roubos a residências, mas não são especializadas só nesse tipo de crime", diz Santi.
Não faltam orientações para evitar que assaltantes entrem nos edifícios residenciais de São Paulo pela porta da frente. "A cabine de segurança deve ser blindada e quem está dentro não deve sair durante seu turno em hipótese alguma", explica o consultor Evandro Pamplona Vaz, diretor de uma empresa de gerenciamento de risco. Os moradores também precisam colaborar. "Muitas vezes, os porteiros são repreendidos quando não reconhecem de imediato um morador", diz o consultor Hugo Tisaka.
(texto completo em http://vejasaopaulo.abril.com.br/revist ... 15332.html)
Dúvida que me deixa diariamente um pouco nervoso: Por que quase um terço dos motoristas insistem em não dar seta na hora de virar? Dá vontade de me candidatar a freelancer da CET só pra multar esses caras que obrigam os pedestres a advinhar se podem ou não atravessar a rua.
😤
Não dar a seta é infração grave e vale cinco pontos na carteira. Não existe, porém, uma fiscalização muito intensiva na cidade. A prova é que, em 2007, aconteceram quatro milhões de multas. Deste total, apenas cerca de 2 mil multas foram aplicadas sobre motoristas que não deram a seta. Isso representa 0,05% das multas na cidade de São Paulo.
(fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,, ... NSITO.html)
😤
Não dar a seta é infração grave e vale cinco pontos na carteira. Não existe, porém, uma fiscalização muito intensiva na cidade. A prova é que, em 2007, aconteceram quatro milhões de multas. Deste total, apenas cerca de 2 mil multas foram aplicadas sobre motoristas que não deram a seta. Isso representa 0,05% das multas na cidade de São Paulo.
(fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,, ... NSITO.html)
Emissoras de TV querem espectador no ônibus
Desde a virada de agosto para setembro, a Rede Globo expandiu parte de sua programação nacional para um ponto inusitado: monitores instalados no interior de 300 ônibus que circulam pela cidade de São Paulo. A estratégia pretende difundir o conteúdo da emissora entre as mídias que se multiplicam, avançar sobre os celulares com TV e explorar uma nova fonte de receitas.
O usuário que se sentar à frente de um monitor em um dos 300 ônibus da Bus Mídia não terá acesso à programação integral da Globo. O conteúdo a ser exibido será composto de resumos das quatro principais novelas globais e por notícias frias. Todo o material será legendado (sem som). O contrato prevê, em caráter experimental, a transmissão ao vivo da programação da Globo por sinal digital em outros 30 ônibus. No caso desses carros, o áudio será transmitido por uma frequência FM e poderá ser sintonizado em aparelhos celulares dotados de rádio.
(texto completo em http://veja.abril.com.br/noticia/varied ... 7582.shtml)
Desde a virada de agosto para setembro, a Rede Globo expandiu parte de sua programação nacional para um ponto inusitado: monitores instalados no interior de 300 ônibus que circulam pela cidade de São Paulo. A estratégia pretende difundir o conteúdo da emissora entre as mídias que se multiplicam, avançar sobre os celulares com TV e explorar uma nova fonte de receitas.
O usuário que se sentar à frente de um monitor em um dos 300 ônibus da Bus Mídia não terá acesso à programação integral da Globo. O conteúdo a ser exibido será composto de resumos das quatro principais novelas globais e por notícias frias. Todo o material será legendado (sem som). O contrato prevê, em caráter experimental, a transmissão ao vivo da programação da Globo por sinal digital em outros 30 ônibus. No caso desses carros, o áudio será transmitido por uma frequência FM e poderá ser sintonizado em aparelhos celulares dotados de rádio.
(texto completo em http://veja.abril.com.br/noticia/varied ... 7582.shtml)
Alguém tentou e conseguiu fazer recarga do bilhete único desde ontem? Passei em 5 lotérias e 3 bancas de jornais e em todas o sistema estava fora do ar. Alguns disseram que estão fora do ar desde segunda. Liguei na SPTrans. Depois de 3 min me transferiram. Mais 4 minutos e a ligação caiu.
Pois não vi nenhuma notícia na web a não ser que a Prefeitura, nesse último mês de setembro, chegou a repassar R$ 100 milhões para manter o preço da passagem de ônibus. Um recorde em subsídios da década. Às vésperas das eleições do ano passado, quando uma das principais promessas do Kassab era manter até 2010 o preço da passagem, os subsídios atingiram R$ 86 milhões. Mais informações sobre o subsídio em http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 6617,0.htm
No site da SPTrans, em em http://lv.sbe.sptrans.com.br:809/vcw , achei um lugar onde se pode pagar via web ou boleto. Não sei se dá pra confiar, pois está ainda em fase piloto.
Pois não vi nenhuma notícia na web a não ser que a Prefeitura, nesse último mês de setembro, chegou a repassar R$ 100 milhões para manter o preço da passagem de ônibus. Um recorde em subsídios da década. Às vésperas das eleições do ano passado, quando uma das principais promessas do Kassab era manter até 2010 o preço da passagem, os subsídios atingiram R$ 86 milhões. Mais informações sobre o subsídio em http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 6617,0.htm
No site da SPTrans, em em http://lv.sbe.sptrans.com.br:809/vcw , achei um lugar onde se pode pagar via web ou boleto. Não sei se dá pra confiar, pois está ainda em fase piloto.
Até por volta das 17h, em duas lotericas que passei necas do sistema voltar...
Usuários têm problemas na recarga de bilhete único
Uma série de falhas no sistema provocou ao longo dos últimos dias problemas na recarga do bilhete único em todos os 6 mil postos da cidade de São Paulo. O pior dia foi ontem, quando foram registradas panes frequentes que deixaram lento o serviço, chegando a interrompê-lo em diversos momentos. Estudantes e portadores de vale-transporte dizem não conseguir recarregar seus cartões desde segunda-feira. A São Paulo Transportes (SPTrans) afirma que as operações devem ser normalizadas hoje.
Na maioria dos postos de recarga, o sistema da SPtrans ficou completamente indisponível. Os 60 pontos localizados dentro das estações de metrô não chegaram a ficar totalmente fora do ar, mas, como a rede estava lenta, os usuários também foram prejudicados. Em estações de metrô, a recarga é feita pela empresa Planetek. "Temos o sistema, mas ele cai constantemente e leva muito tempo para carregar", disse um representante da empresa.
Nesses postos o sistema chegou a levar até dez minutos para uma única recarga. A consequência é que se formaram grandes filas para a recarga do bilhete único e também para a compra de bilhetes do Metrô. "Vim para a fila (da estação) do metrô porque a outra não anda. Fazia 20 minutos que estava ali e não andei dois metros e ninguém veio explicar o que está acontecendo", diz o motorista Paulo César Gonçalves.
As panes também interromperam a recarga dos cartões de estudante. Inicialmente, a SPTrans negou a paralisação desse serviço. No entanto, no posto localizado na Estação Barra Funda, havia um aviso escrito à mão que dizia "sem recarga de cartões de estudantes". Após ter conhecimento desse fato, a empresa enviou uma nova nota afirmando que "devido à lentidão, alguns postos entenderam que o sistema estava fora do ar, o que não ocorreu, tanto que os avisos se referiam apenas a algum tipo de serviço (estudante, vale-transporte)".
"Desde segunda que eu venho aqui e não consigo recarregar meu cartão. Estou pagando todo dia R$ 5,10 para ir para a faculdade, o dobro do que costumo gastar", disse a estudante Tainã Carvalho, de 19 anos.
A SPTrans afirma que uma oscilação na rede de recarga causou os transtornos. A empresa não confirma e tampouco nega que as interrupções e lentidões no serviço não tenham acontecido somente ontem. "A SPTrans informa que ontem ocorreu uma oscilação na rede de recarga, o que causou lentidão na operação", afirmou, por meio de nota. Fontes ligadas à operação do bilhete único garantem que o problema começou no fim de semana e teria ocorrido porque o sistema de informática da empresa foi atingido por um vírus.
(http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 7805,0.htm)
Usuários têm problemas na recarga de bilhete único
Uma série de falhas no sistema provocou ao longo dos últimos dias problemas na recarga do bilhete único em todos os 6 mil postos da cidade de São Paulo. O pior dia foi ontem, quando foram registradas panes frequentes que deixaram lento o serviço, chegando a interrompê-lo em diversos momentos. Estudantes e portadores de vale-transporte dizem não conseguir recarregar seus cartões desde segunda-feira. A São Paulo Transportes (SPTrans) afirma que as operações devem ser normalizadas hoje.
Na maioria dos postos de recarga, o sistema da SPtrans ficou completamente indisponível. Os 60 pontos localizados dentro das estações de metrô não chegaram a ficar totalmente fora do ar, mas, como a rede estava lenta, os usuários também foram prejudicados. Em estações de metrô, a recarga é feita pela empresa Planetek. "Temos o sistema, mas ele cai constantemente e leva muito tempo para carregar", disse um representante da empresa.
Nesses postos o sistema chegou a levar até dez minutos para uma única recarga. A consequência é que se formaram grandes filas para a recarga do bilhete único e também para a compra de bilhetes do Metrô. "Vim para a fila (da estação) do metrô porque a outra não anda. Fazia 20 minutos que estava ali e não andei dois metros e ninguém veio explicar o que está acontecendo", diz o motorista Paulo César Gonçalves.
As panes também interromperam a recarga dos cartões de estudante. Inicialmente, a SPTrans negou a paralisação desse serviço. No entanto, no posto localizado na Estação Barra Funda, havia um aviso escrito à mão que dizia "sem recarga de cartões de estudantes". Após ter conhecimento desse fato, a empresa enviou uma nova nota afirmando que "devido à lentidão, alguns postos entenderam que o sistema estava fora do ar, o que não ocorreu, tanto que os avisos se referiam apenas a algum tipo de serviço (estudante, vale-transporte)".
"Desde segunda que eu venho aqui e não consigo recarregar meu cartão. Estou pagando todo dia R$ 5,10 para ir para a faculdade, o dobro do que costumo gastar", disse a estudante Tainã Carvalho, de 19 anos.
A SPTrans afirma que uma oscilação na rede de recarga causou os transtornos. A empresa não confirma e tampouco nega que as interrupções e lentidões no serviço não tenham acontecido somente ontem. "A SPTrans informa que ontem ocorreu uma oscilação na rede de recarga, o que causou lentidão na operação", afirmou, por meio de nota. Fontes ligadas à operação do bilhete único garantem que o problema começou no fim de semana e teria ocorrido porque o sistema de informática da empresa foi atingido por um vírus.
(http://www.estadao.com.br/noticias/gera ... 7805,0.htm)
Em 2009, capital registrou recorde de alagamento de ruas
Em ano de muita chuva, a quantidade de ocorrências de alagamento pelas ruas de São Paulo no ano passado foi a maior registrada desde 2004, quando o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) começou a apontar os casos na capital. De acordo com levantamento feito pelo Portal Estadão, foram 1.422 ocorrências de alagamento em todo ano que passou, número 62% acima do registrado em 2008 e 13% maior do que o total de 2005, segundo ano com a maior quantidade de registros de alagamentos.
Foi a primeira vez nos últimos seis anos que São Paulo sofreu com alagamentos em todos os meses do ano, inclusive nos mais secos, como junho, julho e agosto. Os pontos de alagamentos servem como indicadores de, entre outra coisas, problemas relacionados à drenagem dos rios que cortam a cidade.
A quantidade de chuva ao longo do ano passado, que teve o 5º maior índice pluviométrico desde 1943, ano em que Instituto de Meteorologia (Inmet) começou a fazer os registros, é um dos fatores que ajudaram a aumentar os transtornos nas ruas. Choveu 2.017,3 mililitros, valor 21% maior do que a chuva do ano anterior.
Mas essa explicação, a do volume, não pode ser apontada como única justificativa. Em 2006, quando foi registrado o 6º maior índice pluviométrico da série de chuvas em São Paulo, a cidade teve menos ocorrências de alagamentos do que nos dois anos anteriores, menos chuvosos. Foi também em 2006 o primeiro ano em que a obra de aprofundamento da calha do Rio Tietê foi colocada à prova, o que ajudou a diminuir os danos pelas ruas. "A cidade cresceu muito nos últimos anos e se impermeabilizou. A estrutura das galerias e canais que formam as diversas bacias da capital precisam ser reformadas e repensadas. É o que estamos fazendo", afirma o secretário adjunto da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), Marcos Rodrigues Penido.
(texto completo em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 2358,0.php)
Em ano de muita chuva, a quantidade de ocorrências de alagamento pelas ruas de São Paulo no ano passado foi a maior registrada desde 2004, quando o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) começou a apontar os casos na capital. De acordo com levantamento feito pelo Portal Estadão, foram 1.422 ocorrências de alagamento em todo ano que passou, número 62% acima do registrado em 2008 e 13% maior do que o total de 2005, segundo ano com a maior quantidade de registros de alagamentos.
Foi a primeira vez nos últimos seis anos que São Paulo sofreu com alagamentos em todos os meses do ano, inclusive nos mais secos, como junho, julho e agosto. Os pontos de alagamentos servem como indicadores de, entre outra coisas, problemas relacionados à drenagem dos rios que cortam a cidade.
A quantidade de chuva ao longo do ano passado, que teve o 5º maior índice pluviométrico desde 1943, ano em que Instituto de Meteorologia (Inmet) começou a fazer os registros, é um dos fatores que ajudaram a aumentar os transtornos nas ruas. Choveu 2.017,3 mililitros, valor 21% maior do que a chuva do ano anterior.
Mas essa explicação, a do volume, não pode ser apontada como única justificativa. Em 2006, quando foi registrado o 6º maior índice pluviométrico da série de chuvas em São Paulo, a cidade teve menos ocorrências de alagamentos do que nos dois anos anteriores, menos chuvosos. Foi também em 2006 o primeiro ano em que a obra de aprofundamento da calha do Rio Tietê foi colocada à prova, o que ajudou a diminuir os danos pelas ruas. "A cidade cresceu muito nos últimos anos e se impermeabilizou. A estrutura das galerias e canais que formam as diversas bacias da capital precisam ser reformadas e repensadas. É o que estamos fazendo", afirma o secretário adjunto da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), Marcos Rodrigues Penido.
(texto completo em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 2358,0.php)
Mais um pouco é dilúvio...
São Paulo fecha janeiro a 0,9 mm de bater o recorde histórico de chuva no mês
A cidade de São Paulo terminou o mês de janeiro com uma quantidade de chuva acumulada 0,9 mm menor que o recorde histórico registrado pelo Instituto Nacional de Meteorologia. Entre 1º e 31 de janeiro, o órgão registrou um acúmulo de 480,5 mm de chuva na cidade. O maior valor registrado no mês de janeiro é de 1947, com 481,4 mm. O Inmet começou a fazer medições no município em 1943. Durante o fim de semana, houve a expectativa de que o recorde seria quebrado, pois faltava menos de 1 mm de água para isso. Os índices informados pelo Inmet foram verificados em uma única estação que fica no bairro de Santana.
Já o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura possui 31 pontos de medição espalhados pelas várias regiões da capital paulista e faz uma média da quantidade da chuva de todos os pontos para obter o índice pluviométrico da cidade em um determinado dia. Segundo as medições do CGE, chove na capital paulista todos os dias desde 23 de dezembro.
(notícia completa em http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0 ... O+MES.html)
São Paulo fecha janeiro a 0,9 mm de bater o recorde histórico de chuva no mês
A cidade de São Paulo terminou o mês de janeiro com uma quantidade de chuva acumulada 0,9 mm menor que o recorde histórico registrado pelo Instituto Nacional de Meteorologia. Entre 1º e 31 de janeiro, o órgão registrou um acúmulo de 480,5 mm de chuva na cidade. O maior valor registrado no mês de janeiro é de 1947, com 481,4 mm. O Inmet começou a fazer medições no município em 1943. Durante o fim de semana, houve a expectativa de que o recorde seria quebrado, pois faltava menos de 1 mm de água para isso. Os índices informados pelo Inmet foram verificados em uma única estação que fica no bairro de Santana.
Já o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura possui 31 pontos de medição espalhados pelas várias regiões da capital paulista e faz uma média da quantidade da chuva de todos os pontos para obter o índice pluviométrico da cidade em um determinado dia. Segundo as medições do CGE, chove na capital paulista todos os dias desde 23 de dezembro.
(notícia completa em http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0 ... O+MES.html)