Design

Danilo 53 respostas · 8254 visualizações
Isso sim que se pode chamar de design do caralh¤, que foi até fazer parte da coleção permanente do Moma (Museum of Modern Art)! Hahaha...

Aplicador de camisinha ganha prêmio na África do Sul

Um dispositivo sul-africano que seria capaz de colocar uma camisinha em um homem em menos de três segundos. O aplicador de camisinha, inventado por Roelf Mulder, da ...XYZ Design, venceu o principal prêmio na exposição Design Indaba Beautiful Objects e derrotou 14 outros produtos, incluindo uma ultramoderna casa pré-fabricada.

"A facilidade com que o objeto procede torna mais um prazer usá-lo do que uma obstrução ou algo do tipo", disse Mulder a dezenas de espectadores, na demonstração interativa de sua invenção.

Ele disse que o aplicador, que levou seis anos para projetar, poderia diminuir a probabilidade de doenças sexualmente transmissíveis como a aids, especialmente na África do Sul, onde mais de 10% da população tem a doença.

Embrulhado em um pacote serrilhado, o aplicador coloca uma camisinha previamente encaixada que escorrega pelo pênis até a base. Então, o aplicador sai. Todo o procedimento leva menos de três segundos, segundo Mulder, que alega que o aparelho virtualmente elimina a possibilidade de rasgar a camisinha ou colocá-la do jeito errado.

(fonte: br.today.reuters.com/news)

Discussão (23 respostas)

O melhor é ler coisas como:

dezenas de espectadores, na demonstração interativa de sua invenção


O que será que quiseram dizer com isso? 😳
- o cara usou o aplicador e todo mundo ficou olhando 😉 ?
- ou foi interativo mesmo, com todo mundo participando, cada um com uma testando? 😮

Só faltou dizer que o pessoal ficou boquiaberto depois de experimentar a "invenção"... 😢

Será que teve demonstração pra provar que ficou bem colocado, que não rasgou, que não ia vazar na hoa "H"? 😊

Realmente, designer é um pessoalzinho "diferente", pra não dizer outra coisa... 🏳️‍🌈
Image

Tem também por aí um gif animado do produto sendo demonstrado num penis de plástico.
Criada pelo inovador dinamarquês Torben Vestergaard Frandsen, esse produto é interessante, apesar do site da empresa ser feio:

Image

LifeStraw é um purificador de água portátil na forma de um canudo. Não requer eletricidade e é pequeno o suficiente (25 cm de comprimento e 29 mm de diâmetro) para ser transportado pendurado no pescoço. Tem uma vida útil de 700 litros de água purificada e é altamente recomendável para países de terceiro mundo com problemas de águas poluídas, fome e doenças causadas por contaminação.
Outro produto premiado: Softwall (que derivou no Softseating).

Image

Se trata de uma "parede portátil", que pode ser arranjada em quase toda a forma, esticável até uns 7 metros, e comprimivel até ter poucos centímetros. É feito de 400 camadas de papel branco translúcido e em forma de favos de mel, com "puxadores" em feltro. O softwall é modular, porque as extremidades de feltro têm os prendedores de velcro que podem unir várias paredes.
Serve pra tomar cerveja ruim?

Danilo wrote:Criada pelo inovador dinamarquês Torben Vestergaard Frandsen, esse produto é interessante, apesar do site da empresa ser feio:

Image

LifeStraw é um purificador de água portátil na forma de um canudo. Não requer eletricidade e é pequeno o suficiente (25 cm de comprimento e 29 mm de diâmetro) para ser transportado pendurado no pescoço. Tem uma vida útil de 700 litros de água purificada e é altamente recomendável para países de terceiro mundo com problemas de águas poluídas, fome e doenças causadas por contaminação.


Fora a piada, interessante essa solução. Já tinha visto o pó, que vc coloca no cantil, e esteriliza a agua.....
sugiro comprarmos alguns e equiparmos as capivaras do tietê com eles

pobres bichinhos 😊
esse equipamento é velho...

Os soldados americanso já usavam algo parecido durante a primeira guerra do golfo (anos 90, se não me engano)
O que quer que o exército americano usava não era bem esse LifeStraw, pois inclusive, ele saiu numa matéria da revista Times em 2005.
Cara, eles usavam um "canudo" que filtrava água suja... assim eles podiam tomar água sem medo onde que quer encontrassem...
Se era um "lifestraw" eu não sei, mas a função era a mesma...
Image

Que tal um pedaço de madeira com um relógio digital? Criação do designer japonês Kouji Iwasaki.
Designer não é personal trainer
(texto foi produzido em abril de 2000 pela jornalista Adélia Borges e publicado no caderno Fim de Semana do jornal Gazeta Mercantil)

Moema Cavalcanti, uma das melhores designers gráficas do país, não costuma se apresentar como designer. Para ela, essa denominação lembra personal trainer, “um termo da moda, em inglês para parecer muderno”. Por isso, prefere um modesto “capista”, já que seu principal campo de atuação é o projeto de capas de livros.

Moema é radical e com certeza gosta de frases de efeito, mas ela não está sozinha nesse desconforto. A palavra design se disseminou muito recentemente e, na maioria das vezes, é empregada com um significado reducionista, que a associa a coisas caras, frescas e com um “visual arrojado”. Por conta desse adjetivo, usado a torto e a direito, a atividade é entendida como associada a um estilo de móveis ou objetos, o “estilo design”, em oposição a um “estilo clássico”, provençal ou country. As empresas muitas vezes assumem essa confusão, como a Porcelana Schmidt, que tem linhas como “Gold (decorações nobres e exclusivas)”, “Classic Prática (tradição com praticidade)” e “Design (vanguardismo)”.

Está na hora de lançar alguma luz no meio dessa confusão e, para isso, nada melhor do que ir ao velho e bom dicionário. A expressão em inglês já há alguns anos foi incorporada aos dicionários de português. Aurélio e Michaelis coincidem na definição: design é “concepção de um produto ou modelo; planejamento”.

Não, a adoção da expressão em inglês não é colonialismo besta dos brasileiros. Mesmo os povos mais ciosos de sua língua, como os franceses e os japoneses, não encontraram uma tradução à altura para a palavra. Uma das poucas exceções é a língua espanhola, que tem “dibujo” para desenho e “diseño” para design.

A diferenciação é necessária. A habilidade dos profissionais da área vai muito além do mero ato de desenhar. Os designers de produto têm que adaptar suas idéias aos métodos produtivos existentes, levando em conta aquilo que as indústrias estão ou não aparelhadas a fazer; têm que analisar se os produtos cumprem sua função da melhor maneira possível; têm que examinar se são fáceis de manusear ou operar; e, por último, mas não menos importante, se são bonitos. Seu trabalho consiste em imaginar, criar e encontrar meios de construir novos objetos que sirvam ao ser humano. Mudando o raio de atuação, a definição vale também para os designers gráficos (que projetam identidade visual, embalagens, livros, sites etc.) e para aqueles que projetam ambientes, conhecidos como designers de interiores.

Design é a única maneira de buscar e expressar o diferencial de qualidade dos produtos e serviços num mercado cada vez mais competitivo e mais “igual”. Não é uma maquiagem superficial, nem um enfeite que se acrescenta quando o produto está pronto, o chantilly ou a cereja em cima do bolo. Design tem a ver com o bolo todo: a farinha que será usada, o jeito de juntar e mexer os ingredientes, o tempo e a temperatura do forno, o sabor, quantos e quais recheios serão usados, e como ele será montado e decorado ao final. É, portanto, um processo de concepção integral dos produtos.

As empresas que usam o design adequadamente têm sido recompensadas. Sua boa utilização, via de regra, resulta em maior nível de competitividade. Um caso exemplar, citado 10 em cada 10 vezes em que se fala do assunto, é o do iMac. Em entrevista à “Fortune”, Steve Jobs, presidente da Apple, explica sua concepção da atividade: “No vocabulário da maioria das pessoas, design significa aparência. É o tecido da cortina, é o sofá. Para mim, design é a alma de tudo o que o homem cria e que acaba se manifestando nas sucessivas camadas exteriores de um produto ou um serviço. O iMac é mais do que a cor, a transparência ou o formato de sua carcaça. A essência do iMac é ser o melhor computador pessoal possível no qual haja uma total interação entre seus elementos.”

Se é ou não o melhor, não é o caso de discutir aqui, mas inegavelmente o iMac tirou a Apple da ribanceira em que estava antes de seu lançamento. Há inúmeros outros exemplos mostrando que bom design é bom negócio. E não apenas o design de produtos. Os casos da Coca Cola e do Marlboro, cujas marcas valem mais do que o patrimônio das companhias que os produzem, dão a dimensão da importância da identidade visual para o sucesso de uma empresa.

Se para os empresários o bom design faz soar a caixa registradora, para o país ele pode representar uma alavanca do desenvolvimento socioeconômico; e, para o consumidor, freqüentemente resulta numa melhoria da qualidade de vida. Por todas essas implicações, design é uma atividade multidisciplinar, ligada à tecnologia, à estética e ao marketing.

Não é meramente um desenho. Moema, por exemplo, nem sabe desenhar, mas é mestre na composição de capas de livros que aumentam as vendas das editoras e o prazer dos leitores. É designer, na melhor acepção da palavra.
Há uns erros feios em layout de sites pela internet... uns comuns:


Tabelas dentro de tabelas

HTML complexo, com várias tabelas, uma dentro da outra resulta em confusão e páginas que demoram para carregar. O uso excessivo de tabelas (assim como frames, DHTML, e scripts absurdos) é condenável, pois quase todos os browsers em uso já suportam CSS. Claro que tabelas são um recurso muito útil do HTML. Sem tabelas como exibiríamos informações como um extrato bancário ou um calendário? O problema é usá-las para toda estruturação do layout. Aliás, tem por aí até a idéia de tableless que é um método de construir sites, usando o Web Standards (da W3C) como guia, ou seja, usar tabelas apenas para exibição de dados tabulados.


Fontes inadequadas

Muita gente gosta de usar a Comic Sans, que é uma fonte de história em quadrinhos. Se quer passar uma idéia de seriedade, essa e qualquer outra fonte decorativa é uma péssima escolha.


Animações do arco da velha

Um site não é um show pirotécnico. Então cuidado com textos ou fundos que que piscam, pulam, acendem e apagam, se movem de um lado pra outro... Aliás, dizeres como 'em construção', 'em breve' e afins não costumam ser uma boa idéia. Melhor não colocar o link para a página do que deixar o aviso.


_______________________
www.danilowebdesigner.com
Image

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP convida para
a exposição de trabalhos realizados pela primeira turma do
curso de Design.

Na FAU. De segunda a sexta, das 9h às 20h. Entrada Franca.
Bom, tinha postado a história da Times New Roman em http://www.asaidera.com.br/phpbb3/viewtopic.php?p=11699#p11699

Agora vai aqui uma breve história de outra fonte 'clássica' dos Windows, a Arial...

Image
Enquanto tem leigo usando Comic Sans em documento sério, tem designers aos montes que resolvem trabalhos só com tipografia. Eis 2 posters de exemplo:

Image Image

E um verso de baralho que é de minha autoria:
Image

Pra completar a propaganda, saibam que esse baralho existe e está a venda. Foto da embalagem e outras informações no site da Copag.
Pra saber se alguém é Designer gráfico ou não:
http://www.ironicsans.com/helvarialquiz/

Se o sujeito entende de tipografia, ou é muito observador, vai acertar pelo menos 18 das 20.
Li não faz muito tempo o livro The Brand Gap: O abismo da marca, de Marty Neumeier. O autor trata de branding, que pode ser conceituado como o conjunto de ferramentas voltado ao gerenciamento do principal ativo intangível da empresa: a marca. A parte que achei mais interessante foram alguns testes práticos para ver se a identidade visual de uma empresa está funcionando bem. Só que os testes só funcionariam para empresas grandes e/ou bem conhecidas. Aliás, boa parte do livro parece ignorar a gestão de marcas de empresas pequenas. Então resolvi googlezar por branding para pequenas empresas. Um dos primeiros resultados é o site http://www.smallbusinessbranding.com

O primeiro artigo em que cai no site é entitulado 9 Branding Tips For Small Businesses. Até que não é ruim. Segue uma tradução resumida:

1. O design do seu logo não é tão extremamente importante. Ter um logo profissional é bom, mas dificilmente impacta nas vendas. Mais importante que gastar uma fortuna para criá-lo é incluir seu logo em toda peça de comunicação para manter a unidade.
2. Tenha um site profissional, atualizado e que reflita sua imagem de marca. Atualmente todo mundo usa a web para checar referências.
3. Blogs são bons. Conteúdo útil postado com alguma regularidade mostrará que você é conhecedor do assunto e atrairá visitas. Além disso, o blog é meio de comunicação de mão dupla, pois internautas podem responder.
4. Blogs são bons, mas não são a única ferramenta. Deve-se pensar em outras formas de espalhar sua marca como campanhas por e-mail, participação em eventos e premiações... De acordo com pesquisas, uma pessoa deve ser exposta a uma marca sete vezes antes de comprá-la. Se você não aparece, não vende.
5. Prepare um resumo corporativo conciso de uma página. Uma página deve conter um resumo do que sua empresa é, o que propõe, que "valor propõe", algum estudo de caso ou clientes atendidos e, logicamente, informações de contato. Esse material é útil como prospecto.
6. Participe em eventos de negócios locais. Mas seja mais que apenas um na multidão. Participe como apoiador ou um dos organizadores.
7. Faça o que você diz que faz. Isto é, seja consistente e cumpridor de sua palavra para fortalecer a própria marca. Ofereça uma boa experiência para seus clientes.
8. Tenha foco. Se você tenta ser bom em tudo para todos, há boas chances de que não atraia ninguém. As pessoas usualmente querem especialistas não generalistas.
9. Tenha consciência que você não controla sua marca. A imagem de sua marca é determinada pelo público. Por isso é importante manter os esforços de divulgação mas também prestar atenção ao cliente no pós venda.
Photoshop faz 20 anos

O Adobe Photoshop, mais popular software de edição de imagens, completou 20 anos esse mês. Desde seu lançamento já teve 11 versoes, disponibilizadas em mais de 20 idiomas, e ganhou prestígio suficiente para virar verbo: 'photoshopar'.

A Adobe lançou sexta-feira passada (19/2) uma edição limitada para iPhone com o primeiro Photoshop. O aplicativo foi liberado apenas para um grupo fechado escolhido pela empresa, que comemora o aniversário do editor de imagens. De acordo com Russell Brown, diretor sênior da Adobe Creative, a réplica do software lançado em 1990 permite ajustar os níveis de branco e preto das imagens, gama das fotos, com balanço separado de vermelho, verde e azul.

(fontes: http://www.bluebus.com.br/show/2/94880/ ... 20_idiomas e http://macworldbrasil.uol.com.br/notici ... -original/)
Nesse exato momento, o baralho cujo verso desenhei (para Pokerstars.net, no qual falei 5 posts acima), está na TV! Está sendo usado em jogo no Programa Poker com Estrelas, da Band.
Parabéns!
Image

Neste ano de 2010 o Curso de Design da USP, forma sua primeira turma. Marcando este momento o Curso fará uma mostra de trabalhos produzidos pelos alunos no ano de 2009, primeiro ano em que todos os conteúdos do curso estavam sendo praticados.

Além de expor trabalhos dos alunos de Design, a Mostra tem dois outros objetivos principais. Primeiro mostrar ao público, em especial à comunidade da USP, a extensão e proposta do curso; segundo, criar um panorama o mais amplo possível do Curso para que todos os envolvidos nele façam a reflexão necessária para a sua continuidade e aperfeiçoamento. Isso faz de nosso evento mais que uma simples exposição, além de estarmos exteriorizando o que temos feito, estamos, também interiorizando todas as questões que agora devem ser debatidas sobre o Curso e seu futuro e, por extensão, da própria formação do designer.

Vai de 13 a 29 de outubro de 2010, na própria FAU.

Deve ter bastante coisa, pois tem trabalhos meus de três disciplinas: Projeto do Produto 6, Programação Visual 5 e História do Design 4.
Parece que esse ano vão ter 20 formandos no Design lá na FAU USP. Além do meu tema de TCC que é Equipamento de iluminação para ciclistas, temos, entre oturos temas:

* Desenvolvimento de serviço que valorize a experiência social da música
* Sistema de identificação visual para otimização do manuseio de medicamentos para idosos
* Design de Interfaces digitais com foco em dispositivos móveis
* Redesign de formulários de declaração de imposto de renda
* A manifestação gráfica da marca
* Estudo sobre o discurso da brasilidade no design de marcas gráficas
* Suporte compactável para rede de balanço
* Marca dinâmica para a cidade de São Paulo
E taí meu TCC:

Image

Pojetei um farol para ciclistas que fosse instalável em qualquer tubo da bicicleta. São dois leds alimentados por um dínamo. Apesar da instalação exigir uma chave allen para travamento das braçadeiras, o farol não deve requerer mais quase nenhuma atenção. O usuário só deve ter algum cuidado com o cabo, de modo que ele não fique folgado e enrosque na roda. Justamente para reduzir a chance desse enroscamento é usado um cabo espiral.

Mais informações em http://www.danilowebdesigner.com/tcc.htm