Estudantes de Direito defendem a escravidão

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É mais do que uma asneira histórica ou uma piada de péssimo gosto --é o retrato de uma geração de jovens vítimas do cinismo extremado.

A direção do Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, publicou, em seu jornal, a seguinte tese sobre a escravidão dos negros: "Se não fossem escravizados, os negros não teriam sido trazidos ao continente americano. Por pior que estejam aqui atualmente, estão melhores do estariam na África atualmente."

Note-se que o grupo que assumiu a direção do centro (que já foi ocupado, por exemplo, por Ulysses Guimarães), batizou-se de "escória" e seu lema, na campanha eleitoral, era "balada, bebida e putaria."

O fato de um grupo desse tipo chegar ao poder numa instituição tão tradicional, marcada pela defesa dos direitos humanos, não é um problema nem provinciano nem só estudantil. Revela o que ocorre quando o descrédito se abate na política. Uma tendência que só tende a se agravar com as denúncias que envolvem o PT, que tinha a ética como uma espécie de marca registrada.


Os caras fizeram uma chapa de zueira, ganharam, tão zoando o barraco, e vem o <a href='http://www.dimenstein.com.br' target='_blank'>www.dimenstein.com.br</a> e fode os caras... Preza, que nem diz o AF! 👍

Discussão (1 resposta)

Dimenstein é um esquerdista estúpido: já defendeu que os presos de São Paulo fizessem trabalhos comiunitários, sem remuneração, o que é escravidão também, além de ser pena não prevista no código penal. E não há democracia sem respeito à lei.
O direito das pessoas falarem merda é sagrado. Esses caras são idiotas no sentido estrito da palavra, mas o bom da liberdade é que todo palhaço pode falar o que quiser. Quem se sentiu PREJUDICADO, que procure seus direitos. Mas patrulhamento é totalitarismo. Ninguém, nem o Dimenstaein, tem o direito de ensinar como as pessoas devem pensar.