Quanto ao efeito no Fernando:
1- Será que ele teria mesmo cólica sem o remédio?
2- E porque você não acredita na exposição gradual? O rei romano Mitridates já acreditava nisso algumas décadas antes de Cristo. Ele elaborou um plano de beber veneno diariamente, depois de tomar remédios, para se ir se adaptando até que se tornassem inócuos. Afinal ´O que diferencia o veneno de um remédio é a dose´.
Saúde
Discussão (29 respostas)
1- Será que ele teria mesmo cólica sem o remédio?
até onde eu sei, criança sempre tem colica se come/bebe algo diferente de leite materno nos primeiros meses.
´O que diferencia o veneno de um remédio é a dose´.
mas é justamente esse o meu ponto!!! Só que a dose "mpinima" se dá com o remédio, não dá pra ter uma exposição mínima a pelo de gato com um gato inteiro cheio de pelos, carai!
Uai, não entendi direito então a frase sua...
E acredito que não dê pra dizer que vc cura a alergia simplesmente aumentando a exposição, que é o que está ocorrendo
não dá pra curar a alergia deixando ele entrar em contato com o gato até ele se acostumar com o gato.
Café ajuda na prevenção da cirrose hepática, diz estudo
da France Presse, em Chicago
Beber café pode ajudar a prevenir a cirrose hepática, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira nos Arquivos de Medicina Interna da Associação Médica Americana.
O estudo, realizado com mais de 125 mil pessoas, revelou que para cada xícara de café que os participantes do estudo ingeriram por dia, eles mostraram ser 22% menos suscetíveis a desenvolver a cirrose.
O abuso prolongado de álcool é a causa mais comum de cirrose em países desenvolvidos. A doença destrói progressivamente os tecidos saudáveis do fígado e os substitui por tecido lesionado.
A maior parte dos consumidores de álcool, no entanto, nunca desenvolvem cirrose. Para os cientistas, outros fatores que podem influenciar no desenvolvimento da doença incluem genética, dieta, tabagismo e a interação com outras toxinas prejudiciais ao fígado.
Os autores disseram não ter conseguido determinar se a cafeína ou outro ingrediente do café tem o poder de proteger o fígado. A ingestão de chá não demonstrou impacto no desenvolvimento da doença; os cientistas lembraram que a bebida tem menos cafeína que o café.
O responsável pela pesquisa, Arthur Klatsky, e seus colegas do Programa de Cuidados Médicos do Kaiser Permanente Medical Center, em Oakland, Califórnia, analisaram dados de exames de rotina feitos com 125.580 pessoas entre 1978 e 1985 que não apresentavam histórico de doença hepática.
Os participantes responderam a um questionário, fornecendo informações sobre a quantidade de álcool, café e chá ingeridos diariamente no último ano. Alguns fizeram exames para avaliar os níveis de certas enzimas hepáticas liberadas na corrente sangüínea quando o órgão esteve doente ou lesionado.
No fim de 2001, 330 participantes haviam sido diagnosticados com cirrose e 199 com cirrose alcoólica.
Entre os que fizeram exames de sangue, os níveis de enzima hepática foram mais altos entre indivíduos que ingeriram mais álcool, indicando doença ou dano hepático. No entanto, aqueles que beberam álcool e café apresentaram níveis menores, enquanto os que ingeriram álcool, mas não café, apresentaram níveis maiores.
As descobertas não sugerem que os médicos devam prescrever café para evitar a cirrose. "Mesmo que o café seja capaz de proteger o fígado, a primeira medida para reduzir a cirrose alcoólica é evitar ou cessar o abuso de álcool", concluíram.
da France Presse, em Chicago
Beber café pode ajudar a prevenir a cirrose hepática, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira nos Arquivos de Medicina Interna da Associação Médica Americana.
O estudo, realizado com mais de 125 mil pessoas, revelou que para cada xícara de café que os participantes do estudo ingeriram por dia, eles mostraram ser 22% menos suscetíveis a desenvolver a cirrose.
O abuso prolongado de álcool é a causa mais comum de cirrose em países desenvolvidos. A doença destrói progressivamente os tecidos saudáveis do fígado e os substitui por tecido lesionado.
A maior parte dos consumidores de álcool, no entanto, nunca desenvolvem cirrose. Para os cientistas, outros fatores que podem influenciar no desenvolvimento da doença incluem genética, dieta, tabagismo e a interação com outras toxinas prejudiciais ao fígado.
Os autores disseram não ter conseguido determinar se a cafeína ou outro ingrediente do café tem o poder de proteger o fígado. A ingestão de chá não demonstrou impacto no desenvolvimento da doença; os cientistas lembraram que a bebida tem menos cafeína que o café.
O responsável pela pesquisa, Arthur Klatsky, e seus colegas do Programa de Cuidados Médicos do Kaiser Permanente Medical Center, em Oakland, Califórnia, analisaram dados de exames de rotina feitos com 125.580 pessoas entre 1978 e 1985 que não apresentavam histórico de doença hepática.
Os participantes responderam a um questionário, fornecendo informações sobre a quantidade de álcool, café e chá ingeridos diariamente no último ano. Alguns fizeram exames para avaliar os níveis de certas enzimas hepáticas liberadas na corrente sangüínea quando o órgão esteve doente ou lesionado.
No fim de 2001, 330 participantes haviam sido diagnosticados com cirrose e 199 com cirrose alcoólica.
Entre os que fizeram exames de sangue, os níveis de enzima hepática foram mais altos entre indivíduos que ingeriram mais álcool, indicando doença ou dano hepático. No entanto, aqueles que beberam álcool e café apresentaram níveis menores, enquanto os que ingeriram álcool, mas não café, apresentaram níveis maiores.
As descobertas não sugerem que os médicos devam prescrever café para evitar a cirrose. "Mesmo que o café seja capaz de proteger o fígado, a primeira medida para reduzir a cirrose alcoólica é evitar ou cessar o abuso de álcool", concluíram.
...


...
🤣

🤣
Muito bom! Foram parar na minha porta 🤣 🤣
Substance in Red Wine Appears
To Let Mice Live Longer
By DAVID STIPP
November 2, 2006; Page B1
One day last summer, a researcher at a Baltimore lab gently lowered two mice onto a device resembling a spinning rolling pin. Though the rodents were old and fat, they gamely began walking in place like log-rolling lumberjacks.
Then the device sped up and forced them to run hard until they maxed out and harmlessly dropped off. Trembling like a winded octogenarian, one fell after 81 seconds. The other lasted 144 seconds -- almost twice as long.
Three 15-month-old mice from the study were fed, from left to right, a standard diet, a high-calorie diet and a high-calorie diet plus resveratrol. Although it still got fat, the mouse on the right had a 31% lower chance of dying as it aged than the control mouse next to it.
The animals were essentially twins that had lived under identical laboratory conditions. But the more vibrant mouse had been given daily doses of resveratrol, a substance in red wine that some researchers think may slow the aging process.
The mice were part of a new study showing that resveratrol at high doses can block many of the deleterious effects of high-calorie diets in mice, enabling them to survive significantly longer than they normally would on fattening fare. Results showing how much longer mice taking resveratrol may live aren't yet complete because some of them are still alive. But preliminary findings indicate they may have a lifespan extension of 20%.
The study follows several earlier ones showing that resveratrol can boost lifespan in creatures like fruit flies. It represents the first time a substance shown to slow aging in multiple species of lower animals was tested for similar effects in mammals. The results boost hopes that resveratrol, or drugs like it, may eventually be able to ameliorate many diseases of aging, and possibly to extend human life, but that would be many years and many studies away.
The resveratrol study was conducted by researchers at Harvard Medical School and the National Institute on Aging, one of the National Institutes of Health. "The significance of the study on a scale of 10 is 11 in the aging and longevity field," said Nir Barzilai, director of the Institute for Aging Research at Albert Einstein College of Medicine in the Bronx, N.Y., who didn't take part in it.
But he cautioned that the study didn't prove that resveratrol slows aging. That's because blocking the diseases associated with rich diets isn't the same as retarding general aging, which isn't considered a disease. In the study, the mice lived longer, but it isn't certain whether that's because resveratrol slowed aging or only blocked diseases associated with rich diets.
LONGEVITY RESEARCH
Antiaging Researchers Study Calorie Cutback
10/30/06The study's authors are now examining whether resveratrol makes normally fed mice live longer. The data on that should be out next year.
The mice in the Nature study were given much higher doses of resveratrol than anyone could get by drinking red wine, which contains only minuscule amounts of the substance. A person would need to drink more than 300 glasses of wine a day to get the amount of resveratrol the mice got, according to a commentary accompanying the study, which was reported online yesterday by the journal Nature.
Dietary supplements containing concentrated resveratrol extracts, mostly obtained from a plant grown in China known as giant knotweed, let people ingest higher doses than they can get from wine. Various companies, such as Longevinex, based in San Dimas, Calif., sell the supplements over the Internet. But it isn't known what number of such pills might induce health-promoting effects in humans like those observed in mice, because resveratrol hasn't been tested in large, rigorous clinical trials.
Sirtris Pharmaceuticals Inc., a biotech start-up in Cambridge, Mass., co-founded by one of the new study's main authors, recently began testing a resveratrol-based drug in patients with adult-onset diabetes, which is closely linked with fattening diets. Within about a year, the early-stage trial may give a preliminary indication of resveratrol's potential for averting obesity-linked disease in humans. Sirtris says its novel prescription drugs are far more potent than dietary supplements containing resveratrol. Definitive clinical-trial data on the drugs' efficacy probably won't be available for at least several years.
Scientists familiar with the new mouse study generally said that not enough is known about resveratrol to warrant taking the dietary supplements right away. For now, wrote the authors of the Nature commentary, University of Washington biologists Matt Kaeberlein and Peter S. Rabinovitch, "we counsel patience. Just sit back and relax with a glass of red wine."
What has sparked controversy but most interests researchers like Dr. Barzilai about the study are signs that the compound engages the same antiaging mechanisms that calorie restriction does.
Calorie restriction, or CR, entails cutting normal calorie intake by a third or so to slow aging. Discovered in the 1930s, it has been shown to extend longevity by 30% to 40% in animals. Monkey and human studies suggest it can probably also extend human longevity. But its hunger-inducing regimen is too demanding for most people. (Thus, the standard joke about it: Even if it doesn't extend your life, it will make it seem longer.)
Several other substances have shown hints of mimicking CR. A widely used diabetes drug called metformin, for example, activates many of the same genes that CR does. But resveratrol stands out for two reasons: It is the first compound shown to boost lifespan in widely diverse species -- there are four so far -- and it is a naturally occurring molecule that people have long ingested, suggesting that it is safer to take than other potential CR-imitating compounds.
An aged mouse in Dr. Sinclair's Harvard lab like those in the study.
Hopes that resveratrol might yield CR's gain without pain were first raised in 2003 by Harvard Medical School biologist David Sinclair, who led a study showing that the compound boosted yeast cells' lifespan by 70%, apparently by mimicking CR. The finding led to speculation that resveratrol's CR-like effects might already be evident in people in the form of the "French paradox," under which France's famously bibulous citizens have anomalously low rates of cardiovascular disease despite their fatty, high-calorie diets.
Dr. Sinclair has become the leading proponent of the idea that resveratrol mimics the effects of CR. His theory is controversial, and some researchers assert that his interpretation of existing data on the issue is wrong and that resveratrol's mode of action hasn't been pinned down.
Studies that followed those on yeast cells have shown that resveratrol has antiaging effects in roundworms, fruit flies and a species of short-lived fish. They set the stage for the new mouse study, spearheaded by Dr. Sinclair.
The researchers put the mice on high-calorie diets designed to mimic the kind of fattening food many Americans eat. The study demonstrated that while the mice gained weight on their rich diets, resveratrol largely protected them from adult-onset diabetes, the buildup of harmful fatty deposits in the liver, heart-muscle degeneration and other fallout from the rich diets. The report "suggests that guilt-free gluttony might not be a fantasy," wrote the authors of Nature's commentary.
Still, the study's findings are "very important" because they suggest that resveratrol and similarly acting drugs may offer "considerable benefits" for people with obesity-linked diseases, said Massachusetts Institute of Technology biologist Leonard Guarente. Dr. Guarente co-founded Elixir Pharmaceuticals Inc., a Cambridge, Mass., biotech company that competes with Sirtris, which Dr. Sinclair co-founded to capitalize on his research.
The study's findings paralleled those obtained in another investigation of resveratrol's effects in mice on fattening diets that Sirtris reported at a recent scientific meeting.
Besides lowering the risk of diabetes, according to Sirtris's rodent data, resveratrol and like-acting drugs may limit weight gains from rich diets. (Sirtris's chief executive, Christoph Westphal, is married to a reporter for this newspaper.)
Resveratrol pills for people haven't been tested in large clinical trials, so their efficacy isn't proven, nor is it clear what dose would yield desired effects. Still, Dr. Sinclair believes that long-term ingestion of relatively small doses of resveratrol via dietary supplements may help lower the risk of various diseases.
Resveratrol is considered safe at the modest doses available in the dietary supplements. But massive doses given to rats induced signs of kidney damage, anemia, diarrhea and other side effects, according to a 2002 toxicity report on resveratrol by the National Institute of Environmental Health Sciences.
The toxic doses were roughly equivalent to a person taking many thousands of resveratrol pills a day. The study noted that there were no observable adverse effects in rats at doses comparable to a human taking hundreds of the pills daily, a dose far higher than that used in the study described in Nature.
Resveratrol can inhibit formation of new blood vessels in mice with skin wounds, according to the federal institute's safety study. That could potentially retard wound healing. But it may also have benefits by blocking tumor growth. Resveratrol may also inhibit blood-clotting, according to some studies, potentially risky for people undergoing surgery.
Several of the new study's findings support Dr. Sinclair's view that resveratrol mimics the effects of CR. One of the most striking results was the dramatic edge in running endurance among mice on resveratrol compared with their undosed peers. The longer mice were on resveratrol, the perkier they got. After taking it for a year beginning in middle age (the rodents generally live two to three years), elderly mice had about twice the running endurance of undosed peers. Such late-life sprightliness is also observed in old mice long subjected to CR.
Last spring, Italian scientists reported similar vigor in aged fish treated with resveratrol. The substance also boosted the animals' life span by more than 50%. Another research group, whose data aren't yet published, has reportedly seen the same effect in mice on high doses of resveratrol.
Recent studies by Dr. Sinclair's group and others suggest one reason why this energizing occurs: Resveratrol and other compounds that stimulate an enzyme called SIRT1 engender new mitochondria, tiny dynamos within cells that churn out energy for everything from moving muscles to sending signals between neurons. CR is thought to do the same thing, says Eric Ravussin, an authority on CR at the Pennington Biomedical Research Center, an obesity research center affiliated with Louisiana State University, and an adviser to Sirtris.
Dr. Ravussin adds that the fresh mitochondria appear to spew fewer damaging "free radicals," molecules whose DNA-fraying action has been linked to aging, than do the older mitochondria they replace. "It's like replacing the engine of a polluting gas guzzler with an efficient, cleaner-burning new one," he says.
To Let Mice Live Longer
By DAVID STIPP
November 2, 2006; Page B1
One day last summer, a researcher at a Baltimore lab gently lowered two mice onto a device resembling a spinning rolling pin. Though the rodents were old and fat, they gamely began walking in place like log-rolling lumberjacks.
Then the device sped up and forced them to run hard until they maxed out and harmlessly dropped off. Trembling like a winded octogenarian, one fell after 81 seconds. The other lasted 144 seconds -- almost twice as long.
Three 15-month-old mice from the study were fed, from left to right, a standard diet, a high-calorie diet and a high-calorie diet plus resveratrol. Although it still got fat, the mouse on the right had a 31% lower chance of dying as it aged than the control mouse next to it.
The animals were essentially twins that had lived under identical laboratory conditions. But the more vibrant mouse had been given daily doses of resveratrol, a substance in red wine that some researchers think may slow the aging process.
The mice were part of a new study showing that resveratrol at high doses can block many of the deleterious effects of high-calorie diets in mice, enabling them to survive significantly longer than they normally would on fattening fare. Results showing how much longer mice taking resveratrol may live aren't yet complete because some of them are still alive. But preliminary findings indicate they may have a lifespan extension of 20%.
The study follows several earlier ones showing that resveratrol can boost lifespan in creatures like fruit flies. It represents the first time a substance shown to slow aging in multiple species of lower animals was tested for similar effects in mammals. The results boost hopes that resveratrol, or drugs like it, may eventually be able to ameliorate many diseases of aging, and possibly to extend human life, but that would be many years and many studies away.
The resveratrol study was conducted by researchers at Harvard Medical School and the National Institute on Aging, one of the National Institutes of Health. "The significance of the study on a scale of 10 is 11 in the aging and longevity field," said Nir Barzilai, director of the Institute for Aging Research at Albert Einstein College of Medicine in the Bronx, N.Y., who didn't take part in it.
But he cautioned that the study didn't prove that resveratrol slows aging. That's because blocking the diseases associated with rich diets isn't the same as retarding general aging, which isn't considered a disease. In the study, the mice lived longer, but it isn't certain whether that's because resveratrol slowed aging or only blocked diseases associated with rich diets.
LONGEVITY RESEARCH
Antiaging Researchers Study Calorie Cutback
10/30/06The study's authors are now examining whether resveratrol makes normally fed mice live longer. The data on that should be out next year.
The mice in the Nature study were given much higher doses of resveratrol than anyone could get by drinking red wine, which contains only minuscule amounts of the substance. A person would need to drink more than 300 glasses of wine a day to get the amount of resveratrol the mice got, according to a commentary accompanying the study, which was reported online yesterday by the journal Nature.
Dietary supplements containing concentrated resveratrol extracts, mostly obtained from a plant grown in China known as giant knotweed, let people ingest higher doses than they can get from wine. Various companies, such as Longevinex, based in San Dimas, Calif., sell the supplements over the Internet. But it isn't known what number of such pills might induce health-promoting effects in humans like those observed in mice, because resveratrol hasn't been tested in large, rigorous clinical trials.
Sirtris Pharmaceuticals Inc., a biotech start-up in Cambridge, Mass., co-founded by one of the new study's main authors, recently began testing a resveratrol-based drug in patients with adult-onset diabetes, which is closely linked with fattening diets. Within about a year, the early-stage trial may give a preliminary indication of resveratrol's potential for averting obesity-linked disease in humans. Sirtris says its novel prescription drugs are far more potent than dietary supplements containing resveratrol. Definitive clinical-trial data on the drugs' efficacy probably won't be available for at least several years.
Scientists familiar with the new mouse study generally said that not enough is known about resveratrol to warrant taking the dietary supplements right away. For now, wrote the authors of the Nature commentary, University of Washington biologists Matt Kaeberlein and Peter S. Rabinovitch, "we counsel patience. Just sit back and relax with a glass of red wine."
What has sparked controversy but most interests researchers like Dr. Barzilai about the study are signs that the compound engages the same antiaging mechanisms that calorie restriction does.
Calorie restriction, or CR, entails cutting normal calorie intake by a third or so to slow aging. Discovered in the 1930s, it has been shown to extend longevity by 30% to 40% in animals. Monkey and human studies suggest it can probably also extend human longevity. But its hunger-inducing regimen is too demanding for most people. (Thus, the standard joke about it: Even if it doesn't extend your life, it will make it seem longer.)
Several other substances have shown hints of mimicking CR. A widely used diabetes drug called metformin, for example, activates many of the same genes that CR does. But resveratrol stands out for two reasons: It is the first compound shown to boost lifespan in widely diverse species -- there are four so far -- and it is a naturally occurring molecule that people have long ingested, suggesting that it is safer to take than other potential CR-imitating compounds.
An aged mouse in Dr. Sinclair's Harvard lab like those in the study.
Hopes that resveratrol might yield CR's gain without pain were first raised in 2003 by Harvard Medical School biologist David Sinclair, who led a study showing that the compound boosted yeast cells' lifespan by 70%, apparently by mimicking CR. The finding led to speculation that resveratrol's CR-like effects might already be evident in people in the form of the "French paradox," under which France's famously bibulous citizens have anomalously low rates of cardiovascular disease despite their fatty, high-calorie diets.
Dr. Sinclair has become the leading proponent of the idea that resveratrol mimics the effects of CR. His theory is controversial, and some researchers assert that his interpretation of existing data on the issue is wrong and that resveratrol's mode of action hasn't been pinned down.
Studies that followed those on yeast cells have shown that resveratrol has antiaging effects in roundworms, fruit flies and a species of short-lived fish. They set the stage for the new mouse study, spearheaded by Dr. Sinclair.
The researchers put the mice on high-calorie diets designed to mimic the kind of fattening food many Americans eat. The study demonstrated that while the mice gained weight on their rich diets, resveratrol largely protected them from adult-onset diabetes, the buildup of harmful fatty deposits in the liver, heart-muscle degeneration and other fallout from the rich diets. The report "suggests that guilt-free gluttony might not be a fantasy," wrote the authors of Nature's commentary.
Still, the study's findings are "very important" because they suggest that resveratrol and similarly acting drugs may offer "considerable benefits" for people with obesity-linked diseases, said Massachusetts Institute of Technology biologist Leonard Guarente. Dr. Guarente co-founded Elixir Pharmaceuticals Inc., a Cambridge, Mass., biotech company that competes with Sirtris, which Dr. Sinclair co-founded to capitalize on his research.
The study's findings paralleled those obtained in another investigation of resveratrol's effects in mice on fattening diets that Sirtris reported at a recent scientific meeting.
Besides lowering the risk of diabetes, according to Sirtris's rodent data, resveratrol and like-acting drugs may limit weight gains from rich diets. (Sirtris's chief executive, Christoph Westphal, is married to a reporter for this newspaper.)
Resveratrol pills for people haven't been tested in large clinical trials, so their efficacy isn't proven, nor is it clear what dose would yield desired effects. Still, Dr. Sinclair believes that long-term ingestion of relatively small doses of resveratrol via dietary supplements may help lower the risk of various diseases.
Resveratrol is considered safe at the modest doses available in the dietary supplements. But massive doses given to rats induced signs of kidney damage, anemia, diarrhea and other side effects, according to a 2002 toxicity report on resveratrol by the National Institute of Environmental Health Sciences.
The toxic doses were roughly equivalent to a person taking many thousands of resveratrol pills a day. The study noted that there were no observable adverse effects in rats at doses comparable to a human taking hundreds of the pills daily, a dose far higher than that used in the study described in Nature.
Resveratrol can inhibit formation of new blood vessels in mice with skin wounds, according to the federal institute's safety study. That could potentially retard wound healing. But it may also have benefits by blocking tumor growth. Resveratrol may also inhibit blood-clotting, according to some studies, potentially risky for people undergoing surgery.
Several of the new study's findings support Dr. Sinclair's view that resveratrol mimics the effects of CR. One of the most striking results was the dramatic edge in running endurance among mice on resveratrol compared with their undosed peers. The longer mice were on resveratrol, the perkier they got. After taking it for a year beginning in middle age (the rodents generally live two to three years), elderly mice had about twice the running endurance of undosed peers. Such late-life sprightliness is also observed in old mice long subjected to CR.
Last spring, Italian scientists reported similar vigor in aged fish treated with resveratrol. The substance also boosted the animals' life span by more than 50%. Another research group, whose data aren't yet published, has reportedly seen the same effect in mice on high doses of resveratrol.
Recent studies by Dr. Sinclair's group and others suggest one reason why this energizing occurs: Resveratrol and other compounds that stimulate an enzyme called SIRT1 engender new mitochondria, tiny dynamos within cells that churn out energy for everything from moving muscles to sending signals between neurons. CR is thought to do the same thing, says Eric Ravussin, an authority on CR at the Pennington Biomedical Research Center, an obesity research center affiliated with Louisiana State University, and an adviser to Sirtris.
Dr. Ravussin adds that the fresh mitochondria appear to spew fewer damaging "free radicals," molecules whose DNA-fraying action has been linked to aging, than do the older mitochondria they replace. "It's like replacing the engine of a polluting gas guzzler with an efficient, cleaner-burning new one," he says.
🤣 

Para as 18 milhões de pessoas que moram na Grande São Paulo, o problema da poluição atmosférica fica relegado a uma posição secundária diante de tantos outros.
Paulo Saldiva, do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FMUSP estuda há 30 anos os efeitos da poluição sobre a saúde humana. Com sua experiência, afirma seguro: "A poluição é um problema de saúde pública. Em São Paulo, o impacto sobre cada habitante, por dia, é equivalente a fumar três cigarros.
Após centenas de experimentos realizados em seu laboratório, Saldiva apresenta dados alarmantes sobre a poluição do ar: no Instituto do Coração, a cada 100 consultas ao pronto-socorro, 12 estão associadas a problemas resultantes da poluição do ar; De 5% a 6% das mortes "naturais" de idosos são aceleradas pela poluição, o que é considerado um índice alto pelos médicos; O risco de ser vítima de câncer de pulmão morando em uma cidade como São Paulo é 10% maior do que em outros locais.
Diante da relação bem estabelecida entre poluentes e saúde pública, novos desafios científicos se colocam, e eles não são poucos. Ainda não se sabe bem quais substâncias químicas presentes no ar invisível são realmente tóxicas. Quando os piores inimigos forem identificados, ainda restará saber como eles agem no organismo. Vencidas essas duas etapas, estratégias mais eficazes de redução do problema poderão emergir.
Nelson Gouveia, professor da FMUSP ainda alerta para os efeitos crônicos: "Uma coisa é a poluição aumentar e você ter uma exacerbação da doença e morrer. Isso conseguimos perceber com facilidade. Outra coisa é você respirar essa poluição por anos e anos e ela ir prejudicado aos poucos o organismo, até gerar um efeito agudo. Existe uma contribuição crônica que não temos como medir. Isso seria muito difícil, porque envolveria estudos acompanhando pessoas por muito tempo. Esse tipo de estudo ainda não existe no Brasil". Os chamados estudos longitudinais são essenciais para que se tenha uma medida mais exata do efeito da poluição. Eles seriam equivalentes a ter todo um filme nas mãos, em vez de apenas algumas fotografias de um evento.
E uma preocupação de São Paulo são as motocicletas. Com o aumento anual da frota, deve-se começar a pensar em como reduzir a poluição causada por esse tipo de veículo, diz Saldiva. Segundo o pesquisador, uma moto emite até 20 vezes mais poluentes por quilômetro que um carro novo!
De maneira semelhante às pesquisas médicas, o componente tecnológico da equação sugere estratégias que podem ser adotadas. A melhoria dos combustíveis, levando em conta fatores ambientais, é um imperativo para futuro próximo. Se o diesel, por exemplo, continuar sendo utilizado nos níveis atuais, além de tudo por uma frota antiga e ineficiente, a redução de poluentes conseguida nos últimos 20 anos graças à tecnologia poderá ser compensada pelo aumento do consumo em apenas meia década.
(matéria completa em ScientificAmericanBrasil)
Paulo Saldiva, do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FMUSP estuda há 30 anos os efeitos da poluição sobre a saúde humana. Com sua experiência, afirma seguro: "A poluição é um problema de saúde pública. Em São Paulo, o impacto sobre cada habitante, por dia, é equivalente a fumar três cigarros.
Após centenas de experimentos realizados em seu laboratório, Saldiva apresenta dados alarmantes sobre a poluição do ar: no Instituto do Coração, a cada 100 consultas ao pronto-socorro, 12 estão associadas a problemas resultantes da poluição do ar; De 5% a 6% das mortes "naturais" de idosos são aceleradas pela poluição, o que é considerado um índice alto pelos médicos; O risco de ser vítima de câncer de pulmão morando em uma cidade como São Paulo é 10% maior do que em outros locais.
Diante da relação bem estabelecida entre poluentes e saúde pública, novos desafios científicos se colocam, e eles não são poucos. Ainda não se sabe bem quais substâncias químicas presentes no ar invisível são realmente tóxicas. Quando os piores inimigos forem identificados, ainda restará saber como eles agem no organismo. Vencidas essas duas etapas, estratégias mais eficazes de redução do problema poderão emergir.
Nelson Gouveia, professor da FMUSP ainda alerta para os efeitos crônicos: "Uma coisa é a poluição aumentar e você ter uma exacerbação da doença e morrer. Isso conseguimos perceber com facilidade. Outra coisa é você respirar essa poluição por anos e anos e ela ir prejudicado aos poucos o organismo, até gerar um efeito agudo. Existe uma contribuição crônica que não temos como medir. Isso seria muito difícil, porque envolveria estudos acompanhando pessoas por muito tempo. Esse tipo de estudo ainda não existe no Brasil". Os chamados estudos longitudinais são essenciais para que se tenha uma medida mais exata do efeito da poluição. Eles seriam equivalentes a ter todo um filme nas mãos, em vez de apenas algumas fotografias de um evento.
E uma preocupação de São Paulo são as motocicletas. Com o aumento anual da frota, deve-se começar a pensar em como reduzir a poluição causada por esse tipo de veículo, diz Saldiva. Segundo o pesquisador, uma moto emite até 20 vezes mais poluentes por quilômetro que um carro novo!
De maneira semelhante às pesquisas médicas, o componente tecnológico da equação sugere estratégias que podem ser adotadas. A melhoria dos combustíveis, levando em conta fatores ambientais, é um imperativo para futuro próximo. Se o diesel, por exemplo, continuar sendo utilizado nos níveis atuais, além de tudo por uma frota antiga e ineficiente, a redução de poluentes conseguida nos últimos 20 anos graças à tecnologia poderá ser compensada pelo aumento do consumo em apenas meia década.
(matéria completa em ScientificAmericanBrasil)
The Physical Effects of Multitasking
By SUE SHELLENBARGER
December 7, 2006; Page D3
Q: You've written that too much multitasking can leave the mind and body marinating in stress hormones. Can you elaborate on the physiological effects?
--H.N., Dayton, Ohio
A: People's responses to stress differ; some can multitask a lot without any adverse effects, while others become overwhelmed, says Diane Miller, head of the chronic stress and neurotoxicology laboratory at the National Institute for Occupational Safety and Health. Among those who respond strongly, two "emergency hormones," adrenaline and cortisol, are secreted at elevated levels to prepare the body for defensive action. Adrenaline causes the heart and respiration rates to speed up and sharpens the senses, in a "fight or flight" response. Cortisol causes the liver to release extra glucose for energy, Dr. Miller says; it also can "damp down" your immune system, a response that can be helpful in marshalling needed energy short-term, but that can jeopardize your health if it continues too long.
Brief or infrequent stress responses pose little risk. But when a person responds this way habitually or over long periods, the risk of injury or disease rises. Evidence is growing that some people's stress response plays a role in such chronic health problems as psychological ailments or cardiovascular or musculoskeletal disorders, NIOSH says.
By SUE SHELLENBARGER
December 7, 2006; Page D3
Q: You've written that too much multitasking can leave the mind and body marinating in stress hormones. Can you elaborate on the physiological effects?
--H.N., Dayton, Ohio
A: People's responses to stress differ; some can multitask a lot without any adverse effects, while others become overwhelmed, says Diane Miller, head of the chronic stress and neurotoxicology laboratory at the National Institute for Occupational Safety and Health. Among those who respond strongly, two "emergency hormones," adrenaline and cortisol, are secreted at elevated levels to prepare the body for defensive action. Adrenaline causes the heart and respiration rates to speed up and sharpens the senses, in a "fight or flight" response. Cortisol causes the liver to release extra glucose for energy, Dr. Miller says; it also can "damp down" your immune system, a response that can be helpful in marshalling needed energy short-term, but that can jeopardize your health if it continues too long.
Brief or infrequent stress responses pose little risk. But when a person responds this way habitually or over long periods, the risk of injury or disease rises. Evidence is growing that some people's stress response plays a role in such chronic health problems as psychological ailments or cardiovascular or musculoskeletal disorders, NIOSH says.
a curpra num é nossa 😳, é dos micóbrio! 🤣 🤣
Obesity and bacteria
Greedy guts?
Jan 4th 2007
From The Economist print edition
Every week seems to bring a new theory about why people are getting fatter. The latest is that intestinal microbes are partly to blame
David Simonds
ALTHOUGH most people prefer not to think about it, human guts are full of bacteria. And a good thing, too. These intestinal bugs help digestion, and also stop their disease-causing counterparts from invading. In return, their human hosts provide them with a warm place to live and a share of their meals. It is a symbiotic relationship that has worked well for millions of years.
Now it is working rather too well. A group of researchers led by Jeffrey Gordon, of the Washington University School of Medicine, in St Louis, has found that some types of microbes are a lot better than others at providing usable food to their hosts. In the past, when food was scarce, those who harboured such microbes would have been blessed. These days, paradoxically, they are cursed, for the extra food seems to contribute to obesity. Worse still, these once-benign microbes have even subtler effects, regulating the functioning of human genes and inducing the bodies of their hosts to lay down more fat than would otherwise be the case.
Dr Gordon's research is outlined in a paper published in this week's Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) and two others published last month in Nature. In the Nature papers, he and his team reported that obese people have a different mix of gut microbes from that found in lean people—a mix that is more efficient at unlocking energy from the food they consume. Although individuals can harbour up to a thousand different types of microbes, more than 90% of these belong to one or other of two groups, called Bacteroidetes and Firmicutes. The researchers sequenced bacterial DNA from faecal samples taken from volunteers and discovered that those who were obese had a higher proportion of Firmicutes than lean people did.
Bugs in the system
This also turned out to be true in mice, and working with these rodents, the researchers discovered that the types of Firmicute found in obese animals are more efficient at converting complex polysaccharides (a form of carbohydrate that mammals have a hard time digesting by themselves) into simple, usable sugars such as glucose. In effect, the Firmicutes made more energy available from the same amount of food. The researchers were even able to make mice that had been raised in a germ-free environment fatter or thinner by colonising their guts with microbes from either obese or lean mice.
It sounds simple enough. Unfortunately, further probing showed that the story is a little more complicated, for Dr Gordon did not merely count the gut bacteria of fat and thin people—he then put some of the fat ones on a diet. As these once-obese humans lost weight over the course of a year, their mix of gut microbes changed to reflect their new, svelte status. Why this happened is not clear. It does not seem to have been a result of the composition of the diet, since the effect was the same whether people lost weight with a low-fat diet or a low-carbohydrate diet. Nevertheless, this part of the experiment suggests it is weight that determines gut biodiversity, not the other way round.
The paper published in PNAS, though, supports the idea that the bacterial mixture is cause not effect, by adding yet another element to the story. In this study, Dr Gordon took normal mice and germ-free mice, and fed both groups a “Western” diet that was high in fat and sugar. The normal mice gained weight; the germ-free mice stayed lean.
Part of the reason was that the normal mice had microbes that made more useful sugar available. But the researchers looked more closely and found that there was even more going on. By comparing the two kinds of mice, they discovered that the gut microbes in the regular mice were tinkering with their hosts' metabolisms, regulating them in at least two different ways.
First, they suppressed production by the mice's bodies of a substance called fasting-induced adipose factor. This encouraged the mice to store fat. Second, they caused lower levels of another substance, called adenosine monophosphate-activated protein kinase, which made it harder for them to burn fat that they had already accumulated. The upshot is that gut microbes not only release energy from food, they also encourage bodies to store that energy as fat and to keep the fat on.
The practical upshot of this is hard to see at the moment. But if these two suppression mechanisms could, themselves, be suppressed, that might stop people putting on weight. The findings do, however, emphasise how profound the relationship is between people and their gut bacteria. These bacteria can be thought of as an additional digestive organ. Alternatively, humans might view themselves as a sort of collective organism—a human casing surrounding a vast colony of microbes. It is just a pity that this colony is working so hard on behalf of its casing that, in an era when food comes from the supermarket rather than the savannah, the result is rather too good.
Obesity and bacteria
Greedy guts?
Jan 4th 2007
From The Economist print edition
Every week seems to bring a new theory about why people are getting fatter. The latest is that intestinal microbes are partly to blame
David Simonds
ALTHOUGH most people prefer not to think about it, human guts are full of bacteria. And a good thing, too. These intestinal bugs help digestion, and also stop their disease-causing counterparts from invading. In return, their human hosts provide them with a warm place to live and a share of their meals. It is a symbiotic relationship that has worked well for millions of years.
Now it is working rather too well. A group of researchers led by Jeffrey Gordon, of the Washington University School of Medicine, in St Louis, has found that some types of microbes are a lot better than others at providing usable food to their hosts. In the past, when food was scarce, those who harboured such microbes would have been blessed. These days, paradoxically, they are cursed, for the extra food seems to contribute to obesity. Worse still, these once-benign microbes have even subtler effects, regulating the functioning of human genes and inducing the bodies of their hosts to lay down more fat than would otherwise be the case.
Dr Gordon's research is outlined in a paper published in this week's Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) and two others published last month in Nature. In the Nature papers, he and his team reported that obese people have a different mix of gut microbes from that found in lean people—a mix that is more efficient at unlocking energy from the food they consume. Although individuals can harbour up to a thousand different types of microbes, more than 90% of these belong to one or other of two groups, called Bacteroidetes and Firmicutes. The researchers sequenced bacterial DNA from faecal samples taken from volunteers and discovered that those who were obese had a higher proportion of Firmicutes than lean people did.
Bugs in the system
This also turned out to be true in mice, and working with these rodents, the researchers discovered that the types of Firmicute found in obese animals are more efficient at converting complex polysaccharides (a form of carbohydrate that mammals have a hard time digesting by themselves) into simple, usable sugars such as glucose. In effect, the Firmicutes made more energy available from the same amount of food. The researchers were even able to make mice that had been raised in a germ-free environment fatter or thinner by colonising their guts with microbes from either obese or lean mice.
It sounds simple enough. Unfortunately, further probing showed that the story is a little more complicated, for Dr Gordon did not merely count the gut bacteria of fat and thin people—he then put some of the fat ones on a diet. As these once-obese humans lost weight over the course of a year, their mix of gut microbes changed to reflect their new, svelte status. Why this happened is not clear. It does not seem to have been a result of the composition of the diet, since the effect was the same whether people lost weight with a low-fat diet or a low-carbohydrate diet. Nevertheless, this part of the experiment suggests it is weight that determines gut biodiversity, not the other way round.
The paper published in PNAS, though, supports the idea that the bacterial mixture is cause not effect, by adding yet another element to the story. In this study, Dr Gordon took normal mice and germ-free mice, and fed both groups a “Western” diet that was high in fat and sugar. The normal mice gained weight; the germ-free mice stayed lean.
Part of the reason was that the normal mice had microbes that made more useful sugar available. But the researchers looked more closely and found that there was even more going on. By comparing the two kinds of mice, they discovered that the gut microbes in the regular mice were tinkering with their hosts' metabolisms, regulating them in at least two different ways.
First, they suppressed production by the mice's bodies of a substance called fasting-induced adipose factor. This encouraged the mice to store fat. Second, they caused lower levels of another substance, called adenosine monophosphate-activated protein kinase, which made it harder for them to burn fat that they had already accumulated. The upshot is that gut microbes not only release energy from food, they also encourage bodies to store that energy as fat and to keep the fat on.
The practical upshot of this is hard to see at the moment. But if these two suppression mechanisms could, themselves, be suppressed, that might stop people putting on weight. The findings do, however, emphasise how profound the relationship is between people and their gut bacteria. These bacteria can be thought of as an additional digestive organ. Alternatively, humans might view themselves as a sort of collective organism—a human casing surrounding a vast colony of microbes. It is just a pity that this colony is working so hard on behalf of its casing that, in an era when food comes from the supermarket rather than the savannah, the result is rather too good.
Ah se eu tivesse disponível a tecnologia do final desse século pra tratamento dental...
Cientistas recriam dentes a partir de células-tronco
(Clare Wilson - New Scientist)
Quando mencionamos bioengenharia, a última coisa em que as pessoas pensam são dentes. Órgãos vitais como o fígado, os rins ou o coração - os que matam o paciente caso deixem de funcionar, são uma coisa. Mas, dentes? Alguns poucos grupos de pesquisadores acreditam que, no momento, a odontologia apresente alguns dos desenvolvimentos mais animadores na área da bioengenharia. Paul Sharpe, diretor de desenvolvimento craniofacial no King's College de Londres diz que "O objetivo é que, quando você for ao dentista, tenha células extraídas e trabalhadas por engenharia genética. Depois, as inserimos no lugar onde você precisa de um dente e logo um dente novo cresce".
Em um mundo cheio de abalos e sem cura absoluta para a decadência dentária, haverá sempre dentes precisando de substituição. Mas, encaremos os fatos: as opções disponíveis são menos que ideais. Dentaduras são desconfortáveis, canhestras e inconvenientes. Implantes de titânio de última geração implicam em trabalho odontológico pesado e sangrento, e ainda assim não são exatamente como dentes reais. Já está mais que na hora de surgirem alternativas melhores.
A bioengenharia avançou bastante nos últimos anos, e com isso surgiu a possibilidade de criar órgãos do zero. Os dentes são um alvo atraente para os bioengenheiros. Eles não mantêm as pessoas vivas, como o fígado e o coração, de modo que se um dente não crescesse de maneira correta, o dentista poderia simplesmente extraí-lo e começar de novo -algo bem menos temerário do que implantar um fígado criado por engenharia genética e vê-lo deixando de funcionar. Além disso, chegar ao local do implante não requer uma cirurgia de grande porte -apenas o familiar "abra bem a boca".
E existe uma boa chance de que a vaidade humana garanta um suprimento constante de dinheiro para a pesquisa necessária. O imenso mercado norte-americano de odontologia cosmética testemunha o anseio de pelo menos um país pelo sorriso perfeito. As empresas de biotecnologia já estão salivando diante da idéia de conquistar uma fatia dessa torta multibilionária. Os fundadores da Dentigenix, uma empresa norte-americana criada em novembro, planejam adquirir licenças para técnicas desenvolvidas por outros pesquisadores que trabalham com reparos dentários e regeneração de dentes integrais. O executivo chefe do grupo, Christopher Somogyi, que costumava trabalhar no ramo de capital para empreendimentos biotecnológicos, diz que a "revolução na engenharia de tecidos que temos na medicina ainda não avançou de maneira equivalente na odontologia. Nas conferências, quando um cardiologista entra na sala, toda a atenção é dedicada a ele". Mas, acrescenta, "o número imenso de procedimentos potenciais" faz da odontologia uma área ideal de investimento.
Em Londres, depois de muitos anos de trabalho com células-tronco embriônicas, Sharpe está agora usando células-tronco adultas, ainda que não revele quais. E está cultivando dentes em soluções de cultura, e não no interior de animais. Ao descobrir as moléculas sinalizadoras corretas, ele persuadiu diversos tipos de célula-tronco de camundongos adultos a se desenvolverem como células progenitoras de dentes e como dentes imaturos.
O próximo passo para ele é implantar os brotos de dentes em mandíbulas de animais. Ele calcula que o broto dentário em desenvolvimento atrairá suas próprias conexões nervosas e sangüíneas, e desenvolverá cimento e ligamentos próprios. "Assim que se dá o primeiro empurrão, eles crescem sozinhos", diz.
Ainda que tenha publicado poucos detalhes de suas técnicas, diversos pesquisadores no ramo acreditam que Sharpe seja o cientista a observar. Sharpe confia em que suas técnicas atingirão estágio clínico, e criou uma empresa, a Odontis, para explorá-las. Ele não se preocupa muito com as críticas de que o desenvolvimento de dentes é complexo demais para ser emulado. "Sim, é complicado", diz. "Mas estamos permitindo que as rotas naturais de desenvolvimento embriônico trabalhem em nosso favor".
Cientistas recriam dentes a partir de células-tronco
(Clare Wilson - New Scientist)
Quando mencionamos bioengenharia, a última coisa em que as pessoas pensam são dentes. Órgãos vitais como o fígado, os rins ou o coração - os que matam o paciente caso deixem de funcionar, são uma coisa. Mas, dentes? Alguns poucos grupos de pesquisadores acreditam que, no momento, a odontologia apresente alguns dos desenvolvimentos mais animadores na área da bioengenharia. Paul Sharpe, diretor de desenvolvimento craniofacial no King's College de Londres diz que "O objetivo é que, quando você for ao dentista, tenha células extraídas e trabalhadas por engenharia genética. Depois, as inserimos no lugar onde você precisa de um dente e logo um dente novo cresce".
Em um mundo cheio de abalos e sem cura absoluta para a decadência dentária, haverá sempre dentes precisando de substituição. Mas, encaremos os fatos: as opções disponíveis são menos que ideais. Dentaduras são desconfortáveis, canhestras e inconvenientes. Implantes de titânio de última geração implicam em trabalho odontológico pesado e sangrento, e ainda assim não são exatamente como dentes reais. Já está mais que na hora de surgirem alternativas melhores.
A bioengenharia avançou bastante nos últimos anos, e com isso surgiu a possibilidade de criar órgãos do zero. Os dentes são um alvo atraente para os bioengenheiros. Eles não mantêm as pessoas vivas, como o fígado e o coração, de modo que se um dente não crescesse de maneira correta, o dentista poderia simplesmente extraí-lo e começar de novo -algo bem menos temerário do que implantar um fígado criado por engenharia genética e vê-lo deixando de funcionar. Além disso, chegar ao local do implante não requer uma cirurgia de grande porte -apenas o familiar "abra bem a boca".
E existe uma boa chance de que a vaidade humana garanta um suprimento constante de dinheiro para a pesquisa necessária. O imenso mercado norte-americano de odontologia cosmética testemunha o anseio de pelo menos um país pelo sorriso perfeito. As empresas de biotecnologia já estão salivando diante da idéia de conquistar uma fatia dessa torta multibilionária. Os fundadores da Dentigenix, uma empresa norte-americana criada em novembro, planejam adquirir licenças para técnicas desenvolvidas por outros pesquisadores que trabalham com reparos dentários e regeneração de dentes integrais. O executivo chefe do grupo, Christopher Somogyi, que costumava trabalhar no ramo de capital para empreendimentos biotecnológicos, diz que a "revolução na engenharia de tecidos que temos na medicina ainda não avançou de maneira equivalente na odontologia. Nas conferências, quando um cardiologista entra na sala, toda a atenção é dedicada a ele". Mas, acrescenta, "o número imenso de procedimentos potenciais" faz da odontologia uma área ideal de investimento.
Em Londres, depois de muitos anos de trabalho com células-tronco embriônicas, Sharpe está agora usando células-tronco adultas, ainda que não revele quais. E está cultivando dentes em soluções de cultura, e não no interior de animais. Ao descobrir as moléculas sinalizadoras corretas, ele persuadiu diversos tipos de célula-tronco de camundongos adultos a se desenvolverem como células progenitoras de dentes e como dentes imaturos.
O próximo passo para ele é implantar os brotos de dentes em mandíbulas de animais. Ele calcula que o broto dentário em desenvolvimento atrairá suas próprias conexões nervosas e sangüíneas, e desenvolverá cimento e ligamentos próprios. "Assim que se dá o primeiro empurrão, eles crescem sozinhos", diz.
Ainda que tenha publicado poucos detalhes de suas técnicas, diversos pesquisadores no ramo acreditam que Sharpe seja o cientista a observar. Sharpe confia em que suas técnicas atingirão estágio clínico, e criou uma empresa, a Odontis, para explorá-las. Ele não se preocupa muito com as críticas de que o desenvolvimento de dentes é complexo demais para ser emulado. "Sim, é complicado", diz. "Mas estamos permitindo que as rotas naturais de desenvolvimento embriônico trabalhem em nosso favor".
a culpa é de vocês... 🤣
Can Your Friends Make You Fat?
By JENNIFER LEVITZ
July 26, 2007; Page D1
Friendship offers support, laughter -- and the occasional spare tire.
Just ask Jamie Tighe, a 35-year-old stay-at-home mother in Franklin, Mass. In college, Ms. Tighe and her friends "all gained weight together." Then she and her best friend added more poundage over Margaritas and chips. Her appetite -- and her avoirdupois -- spread to her husband, Kevin Tighe, who she says had been "rip cut" when they married.
"He just started putting on the weight," she says. "He didn't even care. He'd call it his Buddha belly and make fun of it, rub it." Mr. Tighe, a 38-year-old technology salesman, says it's true. "I ballooned up," he says. "If someone else is doing it, you don't feel as bad about it."
The Tighes' mutual overeating isn't unusual. A study in this week's New England Journal of Medicine finds that social networks have an even greater effect on chances of becoming obese than genes do. The findings may help explain why obesity is rising in America despite widespread dieting and other weight-loss techniques, and why people's best efforts to slim down on their own are so often short-lived. They also suggest that public health initiatives to fight obesity should take social networks into account, and work with overweight people in groups, as organizations such as Weight Watchers International Inc. have done for years.
Dr. Nicholas Christakis at Harvard medical school, lead author of the study, says the results indicate that behavioral "norms" shift depending on how people in a social circle look and act, even if they only meet once a year. "People might say, 'Look, Christakis is getting fat. It's okay for me to be obese as well." Social contacts propelled weight gains even among individuals a thousand miles apart, indicating that social proximity overrides geographic proximity.
"It's become very fashionable to speak of an obesity epidemic," says Dr. Christakes. "But we wondered, in fact, is obesity really an epidemic, with person to person transmission? Was there a kind of social contagion?"
The study found that indeed there was. A person's chance of becoming obese jumped 57% if he or she also had a friend who became obese during a given time. If one adult sibling became obese, the chance that the other would follow suit increased by 40%. These findings were particularly true if siblings and friends were of the same sex -- since, researchers say, people are more influenced by those they resemble than those they do not. Indeed, the chance of becoming obese rose 71% if it was a same-sex friend who gained the weight.
The study examined 12,067 people who underwent repeated body measurements over 32 years as part of the Framingham Heart Study, considered the crown jewel of epidemiological studies.
Over the years, each participant in the heart study was asked to list close friends and workplace contacts to allow doctors to track them down. Many of these friends, it turned out, were also part of the study, so their information was available to researchers.
From these contacts, researchers examined 38,611 family and social relationships, charting associations between a person's weight gain and the weight gain among his or her social circle, including relatives, friends, and co-workers.
Among married couples, the study found, if one spouse became obese, the likelihood that the other spouse would do the same increased by 37%. The study also suggested that most people don't keep up with the Joneses when it comes to weight gain since it found no effect from the obesity of neighbors who aren't part of the social network.
The study is part of a larger trend in science and social science to examine the effect of networks, from the role that interconnected neurons play in cognition, to even networks of terrorism. There's evidence, for instance, that political attitudes are shaped by social circles, and that when it comes to sexual behavior, teens are more influenced by their immediate friends than by the most popular group at school or by the media.
"Networks are really important for the transmission of ideas and values," says Katherine Stovel, a University of Washington sociology professor who studies networks. "People come to resemble one another." But, she cautioned, "I don't want anybody to read this and think about dropping friends because they're fat."
MORE
• Harvard's statement
• Video interview with Nicholas ChristakisTraci Joyce, a 39-year-old lab technician at a regional cancer center in Greensboro, N.C., says she and many of her co-workers need to "lose a few pounds." Yet they push pastries, cookies, cakes and chocolate turtles on each other. "They'll try to sabotage you sometimes," she says. "Oh come on, you can have some. It'll be alright."
Some doctors are excited about the new obesity study from a public health perspective because if weight gains can spread through a network, then presumably, so can healthful habits. Medical and public-health interventions in obesity might be more cost-effective than previously thought, the study's authors wrote, "since health improvements in one person might spread to others."
In an editorial in the New England Journal of Medicine, Albert-Laszlo Barabasi, of the University of Notre Dame's Center for Complex Network Research, urged the medical profession to take the network effect seriously. He wrote that "the role of links and connections does not stop here," and that such studies "should start to affect medical practice."
Many communities are already harnessing the force of networks to reduce obesity. In Guilford County, N.C., where 62% of residents are obese, local health officials held a community-wide weight loss program this spring. Called the Guilford County Mayors' Challenge, the program joined together citizens who wanted to lose 10 pounds in 10 weeks. The group chatted online about exercise routines, and exchanged healthful recipes. Ten weeks later, 150 people had shed 1,450 pounds.
Toni Anzalone Zirker, a 50-year-old substitute teacher in Greensboro, Guilford's county seat, says she originally tried to lose weight with a group of friends. "I tried to call several friends -- they didn't follow through," she says. But when she joined the Mayors' Challenge, she found an instant support group, which motivated her. Someone would write online, she says, "I gotta take off this pork belly." She says she'd think, "yeah, I can relate to that."
"You didn't feel all alone out there," she says.
And ultimately, a group setting rescued Jamie and Kevin Tighe, the Franklin, Mass., husband and wife who had literally grown as a couple after marriage.
Ms. Tighe, struck with the desire to be healthy for their two daughters, started dieting first. Mr. Tighe was uneasy with her new attitude. "He'd say, 'Oh god, you're not fun anymore," she says. "You don't get the appetizers."
Mr. Tighe says he was merely feeling guilty for eating fatty foods while she was eating salad. But sure enough, as she began to trim down, he wanted to do the same. The two became active in a chapter of Weight Watchers; Ms. Tighe leads local meetings, and both are at healthy weights. Mr. Tighe, who's shed 60 pounds since 2005, says having a support system "got my butt off the couch."
Write to Jennifer Levitz at [email protected]
Can Your Friends Make You Fat?
By JENNIFER LEVITZ
July 26, 2007; Page D1
Friendship offers support, laughter -- and the occasional spare tire.
Just ask Jamie Tighe, a 35-year-old stay-at-home mother in Franklin, Mass. In college, Ms. Tighe and her friends "all gained weight together." Then she and her best friend added more poundage over Margaritas and chips. Her appetite -- and her avoirdupois -- spread to her husband, Kevin Tighe, who she says had been "rip cut" when they married.
"He just started putting on the weight," she says. "He didn't even care. He'd call it his Buddha belly and make fun of it, rub it." Mr. Tighe, a 38-year-old technology salesman, says it's true. "I ballooned up," he says. "If someone else is doing it, you don't feel as bad about it."
The Tighes' mutual overeating isn't unusual. A study in this week's New England Journal of Medicine finds that social networks have an even greater effect on chances of becoming obese than genes do. The findings may help explain why obesity is rising in America despite widespread dieting and other weight-loss techniques, and why people's best efforts to slim down on their own are so often short-lived. They also suggest that public health initiatives to fight obesity should take social networks into account, and work with overweight people in groups, as organizations such as Weight Watchers International Inc. have done for years.
Dr. Nicholas Christakis at Harvard medical school, lead author of the study, says the results indicate that behavioral "norms" shift depending on how people in a social circle look and act, even if they only meet once a year. "People might say, 'Look, Christakis is getting fat. It's okay for me to be obese as well." Social contacts propelled weight gains even among individuals a thousand miles apart, indicating that social proximity overrides geographic proximity.
"It's become very fashionable to speak of an obesity epidemic," says Dr. Christakes. "But we wondered, in fact, is obesity really an epidemic, with person to person transmission? Was there a kind of social contagion?"
The study found that indeed there was. A person's chance of becoming obese jumped 57% if he or she also had a friend who became obese during a given time. If one adult sibling became obese, the chance that the other would follow suit increased by 40%. These findings were particularly true if siblings and friends were of the same sex -- since, researchers say, people are more influenced by those they resemble than those they do not. Indeed, the chance of becoming obese rose 71% if it was a same-sex friend who gained the weight.
The study examined 12,067 people who underwent repeated body measurements over 32 years as part of the Framingham Heart Study, considered the crown jewel of epidemiological studies.
Over the years, each participant in the heart study was asked to list close friends and workplace contacts to allow doctors to track them down. Many of these friends, it turned out, were also part of the study, so their information was available to researchers.
From these contacts, researchers examined 38,611 family and social relationships, charting associations between a person's weight gain and the weight gain among his or her social circle, including relatives, friends, and co-workers.
Among married couples, the study found, if one spouse became obese, the likelihood that the other spouse would do the same increased by 37%. The study also suggested that most people don't keep up with the Joneses when it comes to weight gain since it found no effect from the obesity of neighbors who aren't part of the social network.
The study is part of a larger trend in science and social science to examine the effect of networks, from the role that interconnected neurons play in cognition, to even networks of terrorism. There's evidence, for instance, that political attitudes are shaped by social circles, and that when it comes to sexual behavior, teens are more influenced by their immediate friends than by the most popular group at school or by the media.
"Networks are really important for the transmission of ideas and values," says Katherine Stovel, a University of Washington sociology professor who studies networks. "People come to resemble one another." But, she cautioned, "I don't want anybody to read this and think about dropping friends because they're fat."
MORE
• Harvard's statement
• Video interview with Nicholas ChristakisTraci Joyce, a 39-year-old lab technician at a regional cancer center in Greensboro, N.C., says she and many of her co-workers need to "lose a few pounds." Yet they push pastries, cookies, cakes and chocolate turtles on each other. "They'll try to sabotage you sometimes," she says. "Oh come on, you can have some. It'll be alright."
Some doctors are excited about the new obesity study from a public health perspective because if weight gains can spread through a network, then presumably, so can healthful habits. Medical and public-health interventions in obesity might be more cost-effective than previously thought, the study's authors wrote, "since health improvements in one person might spread to others."
In an editorial in the New England Journal of Medicine, Albert-Laszlo Barabasi, of the University of Notre Dame's Center for Complex Network Research, urged the medical profession to take the network effect seriously. He wrote that "the role of links and connections does not stop here," and that such studies "should start to affect medical practice."
Many communities are already harnessing the force of networks to reduce obesity. In Guilford County, N.C., where 62% of residents are obese, local health officials held a community-wide weight loss program this spring. Called the Guilford County Mayors' Challenge, the program joined together citizens who wanted to lose 10 pounds in 10 weeks. The group chatted online about exercise routines, and exchanged healthful recipes. Ten weeks later, 150 people had shed 1,450 pounds.
Toni Anzalone Zirker, a 50-year-old substitute teacher in Greensboro, Guilford's county seat, says she originally tried to lose weight with a group of friends. "I tried to call several friends -- they didn't follow through," she says. But when she joined the Mayors' Challenge, she found an instant support group, which motivated her. Someone would write online, she says, "I gotta take off this pork belly." She says she'd think, "yeah, I can relate to that."
"You didn't feel all alone out there," she says.
And ultimately, a group setting rescued Jamie and Kevin Tighe, the Franklin, Mass., husband and wife who had literally grown as a couple after marriage.
Ms. Tighe, struck with the desire to be healthy for their two daughters, started dieting first. Mr. Tighe was uneasy with her new attitude. "He'd say, 'Oh god, you're not fun anymore," she says. "You don't get the appetizers."
Mr. Tighe says he was merely feeling guilty for eating fatty foods while she was eating salad. But sure enough, as she began to trim down, he wanted to do the same. The two became active in a chapter of Weight Watchers; Ms. Tighe leads local meetings, and both are at healthy weights. Mr. Tighe, who's shed 60 pounds since 2005, says having a support system "got my butt off the couch."
Write to Jennifer Levitz at [email protected]
Que viagem... 😳
Cientista italiano diz que humanidade será bissexual
Um conhecido cientista italiano está causando grande polêmica na Itália depois de ter apresentado uma teoria dizendo que a espécie humana está caminhando para o bissexualismo. Durante uma conferência neste fim de semana na região da Toscana, Umberto Veronesi, que é médico e ex-ministro da Saúde, afirmou que a espécie humana deve caminhar para o bissexualismo "como resultado da evolução natural das espécies".
"O homem está perdendo suas características e tende a se transformar numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está se tornando mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único", afirmou Umberto Veronesi, que é oncologista. Na opinião do médico, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afeto e não terá fins reprodutivos. Por esta razão, defende, poderá ser praticado entre pessoas de sexos opostos ou não.
Evolução
Em entrevista a jornais italianos, Veronesi reafirmou sua teoria, apontando o fator hormonal como indicador da evolução rumo ao bissexualismo. "Desde o pós-guerra a vitalidade dos espermatozóides diminuiu 50% porque as mudanças das condições de vida estão fazendo com que a hipófise (glândula responsável pela produção dos hormônios) produza cada vez menos hormônios andrógenos (masculinos)", afirma o oncologista, pioneiro no tratamento de câncer de mama na Itália.
Com as mulheres, que tem papel cada vez mais ativo na sociedade, acontece o mesmo. Segundo o médico, as mulheres vem produzindo cada vez menos hormônio femininos ao longo dos anos. "É o preço que se paga pela evolução natural da espécie, que é positivo porque nasce da busca pela igualdade entre os sexos", afirmou o oncologista ao jornal Corriere della Sera.
A menor produção de hormônios acabaria atrofiando os órgãos reprodutivos e criando uma espécie de "preguiça reprodutiva", na avaliação de Umberto Veronesi. Para o médico o sexo deixou de ser a única forma para procriar desde que novas técnicas foram criadas, como fecundação artificial e a clonagem.
Abelhas
Na opinião do médico, num futuro não muito próximo, a sociedade poderia ser organizada como o mundo das abelhas. A maior parte de seus membros seria praticamente assexuada e só uma pequena parte se dedicaria à reprodução. "A diferença é que os homens são inteligentes e isto produz reações sentimentais, além de fisiológicas", afirmou Veronesi.
A professora de sexologia da Universidade La Sapienza de Roma, Chiara Simonelli, concorda com as previsões de Umberto Veronesi. Ela define este processo como resultado da evolução genética e da mudança de mentalidade, fenômenos que são interligados e se influenciam reciprocamente. "Mas este fenômeno está no começo. Para que tenha uma certa consistência é preciso esperar duas ou três gerações", afirmou Simonelli em entrevista ao Corriere della Sera.
O antropólogo Fiorenzo Facchini, da Universidade de Bolonha, discorda com a teoria da evoluçao natural para o bissexualismo. "Do ponto de vista antropológico, a orientação sexual é definida a nível biológico pela espécie e isto não pode ser alterado". Para Facchini, a separação entre reprodução e sexualidade humana não é positiva. "Separar a reprodução da sexualidade e do núcleo familiar não pode ser visto como uma vantagem para a espécie humana. A reprodução nao é apenas encontro de gametes, implica relação entre duas pessoas", declarou Facchini ao Corriere della Sera.
(original em http://www.estadao.com.br/geral/not_ger37598,0.htm)
Cientista italiano diz que humanidade será bissexual
Um conhecido cientista italiano está causando grande polêmica na Itália depois de ter apresentado uma teoria dizendo que a espécie humana está caminhando para o bissexualismo. Durante uma conferência neste fim de semana na região da Toscana, Umberto Veronesi, que é médico e ex-ministro da Saúde, afirmou que a espécie humana deve caminhar para o bissexualismo "como resultado da evolução natural das espécies".
"O homem está perdendo suas características e tende a se transformar numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está se tornando mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único", afirmou Umberto Veronesi, que é oncologista. Na opinião do médico, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afeto e não terá fins reprodutivos. Por esta razão, defende, poderá ser praticado entre pessoas de sexos opostos ou não.
Evolução
Em entrevista a jornais italianos, Veronesi reafirmou sua teoria, apontando o fator hormonal como indicador da evolução rumo ao bissexualismo. "Desde o pós-guerra a vitalidade dos espermatozóides diminuiu 50% porque as mudanças das condições de vida estão fazendo com que a hipófise (glândula responsável pela produção dos hormônios) produza cada vez menos hormônios andrógenos (masculinos)", afirma o oncologista, pioneiro no tratamento de câncer de mama na Itália.
Com as mulheres, que tem papel cada vez mais ativo na sociedade, acontece o mesmo. Segundo o médico, as mulheres vem produzindo cada vez menos hormônio femininos ao longo dos anos. "É o preço que se paga pela evolução natural da espécie, que é positivo porque nasce da busca pela igualdade entre os sexos", afirmou o oncologista ao jornal Corriere della Sera.
A menor produção de hormônios acabaria atrofiando os órgãos reprodutivos e criando uma espécie de "preguiça reprodutiva", na avaliação de Umberto Veronesi. Para o médico o sexo deixou de ser a única forma para procriar desde que novas técnicas foram criadas, como fecundação artificial e a clonagem.
Abelhas
Na opinião do médico, num futuro não muito próximo, a sociedade poderia ser organizada como o mundo das abelhas. A maior parte de seus membros seria praticamente assexuada e só uma pequena parte se dedicaria à reprodução. "A diferença é que os homens são inteligentes e isto produz reações sentimentais, além de fisiológicas", afirmou Veronesi.
A professora de sexologia da Universidade La Sapienza de Roma, Chiara Simonelli, concorda com as previsões de Umberto Veronesi. Ela define este processo como resultado da evolução genética e da mudança de mentalidade, fenômenos que são interligados e se influenciam reciprocamente. "Mas este fenômeno está no começo. Para que tenha uma certa consistência é preciso esperar duas ou três gerações", afirmou Simonelli em entrevista ao Corriere della Sera.
O antropólogo Fiorenzo Facchini, da Universidade de Bolonha, discorda com a teoria da evoluçao natural para o bissexualismo. "Do ponto de vista antropológico, a orientação sexual é definida a nível biológico pela espécie e isto não pode ser alterado". Para Facchini, a separação entre reprodução e sexualidade humana não é positiva. "Separar a reprodução da sexualidade e do núcleo familiar não pode ser visto como uma vantagem para a espécie humana. A reprodução nao é apenas encontro de gametes, implica relação entre duas pessoas", declarou Facchini ao Corriere della Sera.
(original em http://www.estadao.com.br/geral/not_ger37598,0.htm)
Pela milésima vez:
"No tempo do meu avô, era proibido. No do meu pai, velado. No meu, aceito. Hoje em dia, estimulado. Espero morrer antes que se torne obrigatório" 💩
"No tempo do meu avô, era proibido. No do meu pai, velado. No meu, aceito. Hoje em dia, estimulado. Espero morrer antes que se torne obrigatório" 💩
Faltaram os dados estatísticos antes de passarem pelas mãos da jornalista, mas taí...
Metade dos brasileiros é sedentária, diz pesquisa
Metade dos brasileiros não pratica atividade física, revela pesquisa inédita da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) com 2.012 pessoas entre os 18 e 70 anos. O sedentarismo, associado à dieta inadequada, é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, que matam 300 mil por ano no país. O levantamento, realizado pelo Datafolha e que será divulgado hoje durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia, mostra que o índice de sedentarismo cresce conforme a pessoa envelhece. Dos 18 aos 24 anos, 39% dos brasileiros não praticam atividades físicas.
Na faixa etária de 25 a 44 anos, a taxa de sedentarismo aumenta para 50%. Dos 45 aos 59 anos, passa para 53%. Nos EUA, o índice de sedentarismo é estimado em 60%. O país-modelo é a Finlândia: apenas 8% dos habitantes não praticam atividade física.
Da metade dos brasileiros que praticam exercícios, apenas 20% o fazem diariamente, forma considerada ideal pelos médicos. A pesquisa revelou que os homens se exercitam mais do que as mulheres: 60% contra 41%. A caminhada ou a corrida, ao lado do futebol, é o esporte preferido por 26% dos homens. Entre as mulheres, ela lidera absoluta: tem 31% das preferências.
Segundo o cardiologista Álvaro Avezum, diretor de promoção à saúde cardiovascular da SBC, o sedentarismo da população está diretamente relacionado à "absoluta mecanização nas grandes cidades". Caminhar esporadicamente não traz benefício cardiovascular, afirma Avezum. A "prescrição" é meia hora de atividade moderada todos os dias ou uma hora três vezes por semana. "Tem que suar e cansar."
(texto completo em folha.uol.com.br/fsp/cotidian)
Metade dos brasileiros é sedentária, diz pesquisa
Metade dos brasileiros não pratica atividade física, revela pesquisa inédita da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) com 2.012 pessoas entre os 18 e 70 anos. O sedentarismo, associado à dieta inadequada, é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, que matam 300 mil por ano no país. O levantamento, realizado pelo Datafolha e que será divulgado hoje durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia, mostra que o índice de sedentarismo cresce conforme a pessoa envelhece. Dos 18 aos 24 anos, 39% dos brasileiros não praticam atividades físicas.
Na faixa etária de 25 a 44 anos, a taxa de sedentarismo aumenta para 50%. Dos 45 aos 59 anos, passa para 53%. Nos EUA, o índice de sedentarismo é estimado em 60%. O país-modelo é a Finlândia: apenas 8% dos habitantes não praticam atividade física.
Da metade dos brasileiros que praticam exercícios, apenas 20% o fazem diariamente, forma considerada ideal pelos médicos. A pesquisa revelou que os homens se exercitam mais do que as mulheres: 60% contra 41%. A caminhada ou a corrida, ao lado do futebol, é o esporte preferido por 26% dos homens. Entre as mulheres, ela lidera absoluta: tem 31% das preferências.
Segundo o cardiologista Álvaro Avezum, diretor de promoção à saúde cardiovascular da SBC, o sedentarismo da população está diretamente relacionado à "absoluta mecanização nas grandes cidades". Caminhar esporadicamente não traz benefício cardiovascular, afirma Avezum. A "prescrição" é meia hora de atividade moderada todos os dias ou uma hora três vezes por semana. "Tem que suar e cansar."
(texto completo em folha.uol.com.br/fsp/cotidian)
🍷
Vinho tinto pode diminuir risco de câncer de próstata
Pesquisadores da Universidade do Alabama, em Birmingham, descobriram que, ao alimentarem ratos machos com resveratrol, um composto presente no vinho tinto, eles se tornavam 87% menos propensos a desenvolver o tipo mais letal de câncer de próstata.
Foi constatado ainda que os ratos que consumiram resveratrol, mas desenvolveram câncer, apresentaram tumores menos sérios e tiveram 48% mais chances de que o crescimento do tumor cessasse ou desacelerasse, em comparação com os animais que não o consumiram.
O estudo "se soma à crescente evidência de que o consumo de resveratrol, por meio do vinho tinto, tem poderosas propriedades de quimioprofilaxia, além de seus aparentes benefícios para o coração", explicou Coral Lamartinière, do Departamento de Farmacologia e Toxicologia da UAB.
Um estudo anterior realizado pela UAB mostrou que os benefícios não se restringem aos machos: as ratas que consumiram resveratrol tiveram um risco muito menor de desenvolver câncer de mama, observaram os cientistas no ano passado.
O único problema é que a quantidade de resveratrol consumida pelos ratos machos para o estudo de próstata era equivalente ao consumo de uma garrafa de vinho por dia nos humanos. Recomenda-se, no entanto, que os homens se limitem a uma média de duas taças por dia e as mulheres, a uma. Isso pode ser complementado comendo-se uvas, framboesas ou amendoins, que também contêm resveratrol.
(texto original em folha.uol.com.br/folha/ciencia)
Vinho tinto pode diminuir risco de câncer de próstata
Pesquisadores da Universidade do Alabama, em Birmingham, descobriram que, ao alimentarem ratos machos com resveratrol, um composto presente no vinho tinto, eles se tornavam 87% menos propensos a desenvolver o tipo mais letal de câncer de próstata.
Foi constatado ainda que os ratos que consumiram resveratrol, mas desenvolveram câncer, apresentaram tumores menos sérios e tiveram 48% mais chances de que o crescimento do tumor cessasse ou desacelerasse, em comparação com os animais que não o consumiram.
O estudo "se soma à crescente evidência de que o consumo de resveratrol, por meio do vinho tinto, tem poderosas propriedades de quimioprofilaxia, além de seus aparentes benefícios para o coração", explicou Coral Lamartinière, do Departamento de Farmacologia e Toxicologia da UAB.
Um estudo anterior realizado pela UAB mostrou que os benefícios não se restringem aos machos: as ratas que consumiram resveratrol tiveram um risco muito menor de desenvolver câncer de mama, observaram os cientistas no ano passado.
O único problema é que a quantidade de resveratrol consumida pelos ratos machos para o estudo de próstata era equivalente ao consumo de uma garrafa de vinho por dia nos humanos. Recomenda-se, no entanto, que os homens se limitem a uma média de duas taças por dia e as mulheres, a uma. Isso pode ser complementado comendo-se uvas, framboesas ou amendoins, que também contêm resveratrol.
(texto original em folha.uol.com.br/folha/ciencia)
A diferença entre um estado benfeitor e um estado totalitário é uma questão de tempo
A tolerância anda em baixa.
É claro que eu não me orgulho de fumar. Dizem que faz mal, e eu acredito. Infelizmente, não faço apenas coisas que são boas pra mim. Lembro-me de Lucrécio, que vai citado de cabeça. Se alguém achar o literal, pode mandar: se a alma fosse imortal, não deploraria tanto o fato de, morrendo, dissolver-se. Não é aquilo em que acredito. Mas gosto dessa consciência da finitude.
Até parece que defendi soltar baforadas na cara de quem não fuma. Eu não. Sou um rapaz educado. Quero ter o direito de fumar onde nao incomode ninguém. Não é pedir tanto assim, convenham. Não quero é o estado enfiando o dedo no meu nariz dizendo: “Você não tem o direito de se matar”. Ele que vá se danar.
É igual a droga ou a dirigir alcoolizado? Não é. Quero fumar onde outros também fumem, de sorte que não possamos fazer mal nenhum a não ser a nós mesmos — se for essa a nossa escolha. De fato, não tenho paciência com drogados e bêbados. Mas não dou a mínima para o que as pessoas fazem com o seu nariz. Defendo é severa repressão ao tráfico: é uma questão social, política, de segurança pública. Só isso. Não se trata de uma escolha moral. Essa eu já fiz: não me drogo e não convivo com quem se droga. Por quê? Rejeito os valores que vêm junto com o “produto”. E se o mundo inteiro liberasse o consumo? Ora, eu estaria com Milton Friedman. Mas isso não vai acontecer. Naquela questão do ecstasy, que tanta polêmica rendeu aqui, a minha crítica foi política: o estado não tem de se meter nessa porcaria. Tem é de seguir a lei e reprimir traficantes.
Reitero: ditadura é fácil; democracia é que é difícil. E é evidente que o mais democrático, então, é permitir que os estabelecimentos definam suas políticas de acordo com a sua clientela. O sujeito quer fazer um bar ou restaurante onde o cigarro é terminantemente proibido? Excelente. Haverá um aviso na porta. Terá mercado. Que eu saiba, a maioria não fuma. Outro quer ficar com os fumantes ou os que não se importam com isso? Idem. Dêem-me uma boa razão para que não seja assim. “Ah, cigarro faz mal”. Tá bom. Bacon também. A poluição é péssima. Gordura trans entope as veias do coração. Ovo foi reabilitado, mas já matou.
Viveremos agora sob a ditadura da abobrinha e da ginástica?
Aí me diz alguém: “Você acha que é livre fumando, mas você é um doente porque é viciado”. Sou? Não quero que me tolerem por isso. Mas ninguém pode me impedir, então, de me reunir com outros doentes, os meus semelhantes. Há um quê de guerra santa nessa história. Acho absolutamente legítimo que as pessoas combatam o cigarro e não queiram nem mesmo ficar na presença de um fumante. Mas daí a partir para uma política de segregação e demonização do outro? Não dá. Quanto tempo demorará para que passemos a olhar os gordos com desconfiança, na certeza de que são incapazes de controlar a gula?
É verdade. Dante reservou um círculo no Inferno para os obsessivos. É uma grande referência literária. Mas não serviria como modelo de democracia, acho eu.
Na minha casa, só fumo no meu escritório, com as janelas abertas e a porta fechada. Minhas filhas detestam cigarro e fazem uma verdadeira campanha para que eu pare de fumar. E eu faço campanha para que elas conjuguem o futuro do subjuntivo de verbos irregulares — e cobrarei um dia todas as orações subordinadas adverbiais. A vida é assim: não sou exemplo perfeito a ser seguido nem por elas. Saberão fazer as suas escolhas — e eu sou apenas uma das influências. Não estou brincando de Papai Sabe Tudo, Papai Perfeição, que nunca “tivesse levado porrada”, “campeão em tudo”. Também eu terei sido, quem sabe?, “tantas vezes reles, tantas vezes vil, tantas vezes irrespondivelmente parasita”...
Há nessa história toda, meus caros, uma certa ilusão, que me parece regressiva, totalitária mesmo, de criar um ser humano sem defeitos, sem máculas, todo feito de bons propósitos, de bom sentimentos, de hábitos saudáveis — no fundo, uma negação da nossa humana precariedade.
Não quero soltar fumaça na cara de ninguém. Mas não tentem fazer da política de saúde o redutor único da vida em sociedade. Como é mesmo? “A diferença entre um estado benfeitor e um estado totalitário é uma questão de tempo” (Ayn Rand)
Por Reinaldo Azevedo
A tolerância anda em baixa.
É claro que eu não me orgulho de fumar. Dizem que faz mal, e eu acredito. Infelizmente, não faço apenas coisas que são boas pra mim. Lembro-me de Lucrécio, que vai citado de cabeça. Se alguém achar o literal, pode mandar: se a alma fosse imortal, não deploraria tanto o fato de, morrendo, dissolver-se. Não é aquilo em que acredito. Mas gosto dessa consciência da finitude.
Até parece que defendi soltar baforadas na cara de quem não fuma. Eu não. Sou um rapaz educado. Quero ter o direito de fumar onde nao incomode ninguém. Não é pedir tanto assim, convenham. Não quero é o estado enfiando o dedo no meu nariz dizendo: “Você não tem o direito de se matar”. Ele que vá se danar.
É igual a droga ou a dirigir alcoolizado? Não é. Quero fumar onde outros também fumem, de sorte que não possamos fazer mal nenhum a não ser a nós mesmos — se for essa a nossa escolha. De fato, não tenho paciência com drogados e bêbados. Mas não dou a mínima para o que as pessoas fazem com o seu nariz. Defendo é severa repressão ao tráfico: é uma questão social, política, de segurança pública. Só isso. Não se trata de uma escolha moral. Essa eu já fiz: não me drogo e não convivo com quem se droga. Por quê? Rejeito os valores que vêm junto com o “produto”. E se o mundo inteiro liberasse o consumo? Ora, eu estaria com Milton Friedman. Mas isso não vai acontecer. Naquela questão do ecstasy, que tanta polêmica rendeu aqui, a minha crítica foi política: o estado não tem de se meter nessa porcaria. Tem é de seguir a lei e reprimir traficantes.
Reitero: ditadura é fácil; democracia é que é difícil. E é evidente que o mais democrático, então, é permitir que os estabelecimentos definam suas políticas de acordo com a sua clientela. O sujeito quer fazer um bar ou restaurante onde o cigarro é terminantemente proibido? Excelente. Haverá um aviso na porta. Terá mercado. Que eu saiba, a maioria não fuma. Outro quer ficar com os fumantes ou os que não se importam com isso? Idem. Dêem-me uma boa razão para que não seja assim. “Ah, cigarro faz mal”. Tá bom. Bacon também. A poluição é péssima. Gordura trans entope as veias do coração. Ovo foi reabilitado, mas já matou.
Viveremos agora sob a ditadura da abobrinha e da ginástica?
Aí me diz alguém: “Você acha que é livre fumando, mas você é um doente porque é viciado”. Sou? Não quero que me tolerem por isso. Mas ninguém pode me impedir, então, de me reunir com outros doentes, os meus semelhantes. Há um quê de guerra santa nessa história. Acho absolutamente legítimo que as pessoas combatam o cigarro e não queiram nem mesmo ficar na presença de um fumante. Mas daí a partir para uma política de segregação e demonização do outro? Não dá. Quanto tempo demorará para que passemos a olhar os gordos com desconfiança, na certeza de que são incapazes de controlar a gula?
É verdade. Dante reservou um círculo no Inferno para os obsessivos. É uma grande referência literária. Mas não serviria como modelo de democracia, acho eu.
Na minha casa, só fumo no meu escritório, com as janelas abertas e a porta fechada. Minhas filhas detestam cigarro e fazem uma verdadeira campanha para que eu pare de fumar. E eu faço campanha para que elas conjuguem o futuro do subjuntivo de verbos irregulares — e cobrarei um dia todas as orações subordinadas adverbiais. A vida é assim: não sou exemplo perfeito a ser seguido nem por elas. Saberão fazer as suas escolhas — e eu sou apenas uma das influências. Não estou brincando de Papai Sabe Tudo, Papai Perfeição, que nunca “tivesse levado porrada”, “campeão em tudo”. Também eu terei sido, quem sabe?, “tantas vezes reles, tantas vezes vil, tantas vezes irrespondivelmente parasita”...
Há nessa história toda, meus caros, uma certa ilusão, que me parece regressiva, totalitária mesmo, de criar um ser humano sem defeitos, sem máculas, todo feito de bons propósitos, de bom sentimentos, de hábitos saudáveis — no fundo, uma negação da nossa humana precariedade.
Não quero soltar fumaça na cara de ninguém. Mas não tentem fazer da política de saúde o redutor único da vida em sociedade. Como é mesmo? “A diferença entre um estado benfeitor e um estado totalitário é uma questão de tempo” (Ayn Rand)
Por Reinaldo Azevedo
Outro dia ouvi que a fibra do cânhamo era muito usada para produzir tecidos, mas em determinado tempo, ela sofreu a concorrência com o algodão. Os produtores de algodão teriam, usando sua força política, buscaram confundir o cânhamo com a maconha, para proibir sua produção e consequentemente acabar com a concorrência. Será? "Estudiosos referem-se ao cânhamo como a Cannabis indica - planta com baixo teor de THC (tetrahidrocanabinol)", diz Ruy José Valka Alves, do Herbário do Museu Nacional. "Outros acham que é uma variedade da Cannabis sativa, o arbusto da maconha." De qualquer forma, saiu hoje:
Maconha causa mais câncer que o tabaco, diz estudo
Cientistas da Nova Zelândia analisaram os efeitos cancerígenos da maconha e do tabaco e concluíram que, em um período de dez anos, o consumo diário de um cigarro de maconha pode ter o efeito nocivo do equivalente a 20 de cigarros de tabaco.
Segundo os cientistas, os resultados da pesquisa foram obtidos a partir do cruzamento de dados obtidos em entrevistas feitas com dois grupos de pessoas - um de pacientes com câncer de pulmão e outro formado por pessoas saudáveis - com menos de 55 anos de idade. Os 79 participantes foram questionados sobre seus hábitos de consumo de álcool e maconha, a rotina de trabalho, histórico familiar e outros 320 fatores que podem influenciar na incidência da doença. Ao analisar os dados dos entrevistados, os cientistas concluíram que o risco de desenvolver câncer de pulmão aumenta progressivamente de acordo com o tempo de consumo de maconha.
"Nos usuários de longa data, que fumavam pelo menos um cigarro de maconha por dia durante dez anos ou dois cigarros de maconha por dia durante cinco anos, o risco de câncer de pulmão aumentou em 5,7 vezes, um resultado igual ao de pessoas que fumaram 20 cigarros por dia", explica o pesquisador Richard Beasley, do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia.
"A cannabis deve ser responsável por um em vinte casos de cancêr de pulmão diagnosticados na Nova Zelândia", acrescentou Beasley.
(fontes: folha.uol.com.br e reuters.com e epoca.globo.com)
Maconha causa mais câncer que o tabaco, diz estudo
Cientistas da Nova Zelândia analisaram os efeitos cancerígenos da maconha e do tabaco e concluíram que, em um período de dez anos, o consumo diário de um cigarro de maconha pode ter o efeito nocivo do equivalente a 20 de cigarros de tabaco.
Segundo os cientistas, os resultados da pesquisa foram obtidos a partir do cruzamento de dados obtidos em entrevistas feitas com dois grupos de pessoas - um de pacientes com câncer de pulmão e outro formado por pessoas saudáveis - com menos de 55 anos de idade. Os 79 participantes foram questionados sobre seus hábitos de consumo de álcool e maconha, a rotina de trabalho, histórico familiar e outros 320 fatores que podem influenciar na incidência da doença. Ao analisar os dados dos entrevistados, os cientistas concluíram que o risco de desenvolver câncer de pulmão aumenta progressivamente de acordo com o tempo de consumo de maconha.
"Nos usuários de longa data, que fumavam pelo menos um cigarro de maconha por dia durante dez anos ou dois cigarros de maconha por dia durante cinco anos, o risco de câncer de pulmão aumentou em 5,7 vezes, um resultado igual ao de pessoas que fumaram 20 cigarros por dia", explica o pesquisador Richard Beasley, do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia.
"A cannabis deve ser responsável por um em vinte casos de cancêr de pulmão diagnosticados na Nova Zelândia", acrescentou Beasley.
(fontes: folha.uol.com.br e reuters.com e epoca.globo.com)
isso é papo de maconheiro, propaganda...cara, se fosse realmente muito melhor, seria usada até hoje pelas empresas de tecido. onde o uso do cânhamo é realmente mais indicado, como cordas, ele CONTINUA SENDO USADO, pode ficar tranquilo. Tanto é legal que há tênis feito de cânhamo...
Em suma, essa discussão é ridícula, só serve pra maconheiro tirar chinfra de intelectual e perseguido...
Em suma, essa discussão é ridícula, só serve pra maconheiro tirar chinfra de intelectual e perseguido...
Contra
Escoteiros, integralistas, ex-viciados e remadores do Vasco da Gama protagonizaram ontem de manhã a marcha contra a maconha, que foi organizada pela vereadora Silvia Pontes (DEM-RJ) e reuniu cerca de 150 pessoas na Praia de Copacabana, na zona sul da capital. O nome oficial era Marcha do Rio em Defesa da Família, e seus participantes vestiam camisetas amarelas, vendidas a R$ 5,00 cada. Declaradamente católica, Silvia disse que nunca usou drogas.
Um dos manifestantes levava uma faixa com a pergunta "Lula, por que você é amigo das Farc?", recolhida pelos próprios ativistas quando fiscais do TRE apareceram. Durante o percurso, a marcha teve poucas adesões. Comerciário e ciclista amador, Marcos Luiz Braga, de 39, aproveitou para falar do irmão viciado. "Começou como uma brincadeira, e a família foi dizimada. Nunca assumi isso em público.
A favor
Proibida pela Justiça em nove Estados, a Marcha da Maconha, que acontece há seis anos no País, vai dar lugar a um ato pela liberdade de expressão no próximo sábado, 10, nos horários e locais onde aconteceria a manifestação pela legalização da erva aconteceria neste domingo, 4.
Para o sociólogo Renato Cinco, um dos organizadores do movimento nacional, o veto da Justiça, baseado na acusação de apologia às drogas, fere o princípio da liberdade de expressão. "Não estimulamos o uso ou dizemos que a maconha é boa, mas sim defendemos uma mudança na lei brasileira", afirma. Cinco argumenta que a liberação e regulamentação da produção e venda da droga diminuiriam os problemas causados pelo tráfico. "A proibição da maconha produz mais danos do que a própria droga, pois traz violência e corrupção", afirma. "Se houvesse uma regulamentação, o Estado retomaria o controle da situação."
Cerca de cem pessoas se reuniram no Parque do Ibirapuera para participar da Marcha da Maconha, apesar de ela ter sido proibida pela Justiça no sábado. Um dos organizadores, o cientista social Marco Magri, 22, esteve no parque para pedir que a marcha não fosse realizada. Mas os manifestantes começaram a se reunir, debater a legalização da maconha e a gritar palavras de ordem, como "legaliza" e "liberdade de expressão". Seis viaturas do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e dez da PM ficaram próximas aos manifestantes durante toda a reunião, mas não tomaram nenhuma atitude. Segundo a PM, só haveria alguma ação se os manifestantes saíssem em passeata.
Estudos
Muitas experiências foram feitas em busca de danos nas capacidades cognitivas do usuário de maconha. A maior preocupação é com a memória. Sabe-se que o usuário de maconha, quando fuma, fica com a memória de curto prazo prejudicada. São bem comuns os relatos de pessoas que têm idéias que parecem geniais durante o "barato", mas não conseguem lembrar-se de nada no momento seguinte. Isso acontece porque a memória de curto prazo funciona mal sob o efeito de maconha e, sem ela, as memórias de longo prazo não são fixadas. Mas esse dano não é permanente. Basta ficar sem fumar que tudo volta a funcionar normalmente. O mesmo vale para o raciocínio, que fica mais lento quando o usuário fuma muito freqüentemente.
Especialistas apontam para o fato de que a maconha está ficando mais perigosa. Ao longo dos últimos 40 anos, foi feito um melhoramento genético, cruzando plantas com alto teor de THC. Surgiram variedades como o skunk. No último ano, foram apreendidos carregamentos de maconha alterada geneticamente no Leste europeu — a engenharia genética é usada para aumentar a potência, o que poderia aumentar o potencial de dependência.
Para além dessa discussão, o fato é que, para quem é dependente, maconha faz muito mal. Isso é especialmente verdade para crianças e adolescentes. O maior risco para adolescentes que fumam maconha é a síndrome amotivacional, nome que se dá à completa perda de interesse que a droga causa em algumas pessoas. A síndrome amotivacional é muito mais freqüente em jovens e realmente atrapalha a vida.
(fusão de trechos de estadao.com.br/cidades, folha.uol.com.br/folha/cotidiano e super.abril.com.br)
Escoteiros, integralistas, ex-viciados e remadores do Vasco da Gama protagonizaram ontem de manhã a marcha contra a maconha, que foi organizada pela vereadora Silvia Pontes (DEM-RJ) e reuniu cerca de 150 pessoas na Praia de Copacabana, na zona sul da capital. O nome oficial era Marcha do Rio em Defesa da Família, e seus participantes vestiam camisetas amarelas, vendidas a R$ 5,00 cada. Declaradamente católica, Silvia disse que nunca usou drogas.
Um dos manifestantes levava uma faixa com a pergunta "Lula, por que você é amigo das Farc?", recolhida pelos próprios ativistas quando fiscais do TRE apareceram. Durante o percurso, a marcha teve poucas adesões. Comerciário e ciclista amador, Marcos Luiz Braga, de 39, aproveitou para falar do irmão viciado. "Começou como uma brincadeira, e a família foi dizimada. Nunca assumi isso em público.
A favor
Proibida pela Justiça em nove Estados, a Marcha da Maconha, que acontece há seis anos no País, vai dar lugar a um ato pela liberdade de expressão no próximo sábado, 10, nos horários e locais onde aconteceria a manifestação pela legalização da erva aconteceria neste domingo, 4.
Para o sociólogo Renato Cinco, um dos organizadores do movimento nacional, o veto da Justiça, baseado na acusação de apologia às drogas, fere o princípio da liberdade de expressão. "Não estimulamos o uso ou dizemos que a maconha é boa, mas sim defendemos uma mudança na lei brasileira", afirma. Cinco argumenta que a liberação e regulamentação da produção e venda da droga diminuiriam os problemas causados pelo tráfico. "A proibição da maconha produz mais danos do que a própria droga, pois traz violência e corrupção", afirma. "Se houvesse uma regulamentação, o Estado retomaria o controle da situação."
Cerca de cem pessoas se reuniram no Parque do Ibirapuera para participar da Marcha da Maconha, apesar de ela ter sido proibida pela Justiça no sábado. Um dos organizadores, o cientista social Marco Magri, 22, esteve no parque para pedir que a marcha não fosse realizada. Mas os manifestantes começaram a se reunir, debater a legalização da maconha e a gritar palavras de ordem, como "legaliza" e "liberdade de expressão". Seis viaturas do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e dez da PM ficaram próximas aos manifestantes durante toda a reunião, mas não tomaram nenhuma atitude. Segundo a PM, só haveria alguma ação se os manifestantes saíssem em passeata.
Estudos
Muitas experiências foram feitas em busca de danos nas capacidades cognitivas do usuário de maconha. A maior preocupação é com a memória. Sabe-se que o usuário de maconha, quando fuma, fica com a memória de curto prazo prejudicada. São bem comuns os relatos de pessoas que têm idéias que parecem geniais durante o "barato", mas não conseguem lembrar-se de nada no momento seguinte. Isso acontece porque a memória de curto prazo funciona mal sob o efeito de maconha e, sem ela, as memórias de longo prazo não são fixadas. Mas esse dano não é permanente. Basta ficar sem fumar que tudo volta a funcionar normalmente. O mesmo vale para o raciocínio, que fica mais lento quando o usuário fuma muito freqüentemente.
Especialistas apontam para o fato de que a maconha está ficando mais perigosa. Ao longo dos últimos 40 anos, foi feito um melhoramento genético, cruzando plantas com alto teor de THC. Surgiram variedades como o skunk. No último ano, foram apreendidos carregamentos de maconha alterada geneticamente no Leste europeu — a engenharia genética é usada para aumentar a potência, o que poderia aumentar o potencial de dependência.
Para além dessa discussão, o fato é que, para quem é dependente, maconha faz muito mal. Isso é especialmente verdade para crianças e adolescentes. O maior risco para adolescentes que fumam maconha é a síndrome amotivacional, nome que se dá à completa perda de interesse que a droga causa em algumas pessoas. A síndrome amotivacional é muito mais freqüente em jovens e realmente atrapalha a vida.
(fusão de trechos de estadao.com.br/cidades, folha.uol.com.br/folha/cotidiano e super.abril.com.br)
a) O Estado "tomaria controle da situação" com a competencia que lhe é caracteristica? Deus meu...
b) A própria Holanda está revendo sua lei "liberal", pq os fatos a convenceram de que não vale a pena ser o quintal junkie do mundo...
b) A própria Holanda está revendo sua lei "liberal", pq os fatos a convenceram de que não vale a pena ser o quintal junkie do mundo...
Se Wi-Fi faz mal estou frito. Fico sentado boas horas em frente de um cable-modem-com-roteador wireless...
Biblioteca de Paris desliga web sem fio após suspeita de "mal do Wi-Fi"
A biblioteca de Sainte-Geneviève, em Paris, decidiu desativar de modo permanente o seu sistema de internet sem fio, após a denúncia de "violentos sintomas de mal-estar" por parte de um funcionário, atribuídos por ele à constante exposição aos campos magnéticos do local. Esta é a quinta biblioteca francesa a desativar o sistema sem fio desde dezembro, quando o jornal "Le Monde" apontou o "mal do Wi-Fi": vertigem, náusea, insônia, dor de cabeça e dores musculares, supostamente causadas por esse sistema comunicação.
Na biblioteca de Sainte-Geneviève, no bairro Place du Pantheon, a direção encerrou o sistema após uma petição dos funcionários e convocou "para o mais breve possível" um Comitê de Higiene e Segurança com a presença do Inspetor de Higiene e Segurança do Ministério da Educação Superior e da Pesquisa.
Os delegados do sindicato de funcionários públicos (Supap), que solicitou o cancelamento do Wi-Fi nas bibliotecas parisienses há algumas semanas, se reunirão em breve com a assessora da prefeitura Maité Errecart para discutir a situação. Diante da falta de dados científicos nessa área, o Ministério da Saúde solicitou à Agência Francesa de Segurança Sanitária do Ambiente de Trabalho (Afsset) um relatório sobre os efeitos dos campos Wi-Fi sobre a saúde e do uso de telefones celulares por parte das crianças, que deverá ser entregue no final do ano.
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/info ... 3935.shtml)
Biblioteca de Paris desliga web sem fio após suspeita de "mal do Wi-Fi"
A biblioteca de Sainte-Geneviève, em Paris, decidiu desativar de modo permanente o seu sistema de internet sem fio, após a denúncia de "violentos sintomas de mal-estar" por parte de um funcionário, atribuídos por ele à constante exposição aos campos magnéticos do local. Esta é a quinta biblioteca francesa a desativar o sistema sem fio desde dezembro, quando o jornal "Le Monde" apontou o "mal do Wi-Fi": vertigem, náusea, insônia, dor de cabeça e dores musculares, supostamente causadas por esse sistema comunicação.
Na biblioteca de Sainte-Geneviève, no bairro Place du Pantheon, a direção encerrou o sistema após uma petição dos funcionários e convocou "para o mais breve possível" um Comitê de Higiene e Segurança com a presença do Inspetor de Higiene e Segurança do Ministério da Educação Superior e da Pesquisa.
Os delegados do sindicato de funcionários públicos (Supap), que solicitou o cancelamento do Wi-Fi nas bibliotecas parisienses há algumas semanas, se reunirão em breve com a assessora da prefeitura Maité Errecart para discutir a situação. Diante da falta de dados científicos nessa área, o Ministério da Saúde solicitou à Agência Francesa de Segurança Sanitária do Ambiente de Trabalho (Afsset) um relatório sobre os efeitos dos campos Wi-Fi sobre a saúde e do uso de telefones celulares por parte das crianças, que deverá ser entregue no final do ano.
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/info ... 3935.shtml)
a frança é, definitivamente, a terra dos idiotas...
Com o endurecimento do Código de Trânsito quanto ao álcool veio a dúvida: quanto tempo demora para metabolizar completamente o álcool? Não existe nenhuma fórmula que defina com exatidão matemática quanto tempo depois de ingerir uma determinada quantidade de bebida alcoólica, o bebedor será “aprovado” no teste do bafômetro.
Muitas variáveis fisiológicas interferem na avaliação, tais como idade, condições físicas, bebida consumida, quantidade de álcool etílico na bebida, e até o sexo da pessoa. Nas mulheres as concentrações de álcool sangüíneas são maiores do que nos homens, quando se considera a mesma quantidade de bebida ingerida, em virtude do menor volume de água por peso corporal e à menor atividade da enzima álcool desidrogenase no estômago.
😂
Do ponto de vista bioquímico, o etanol é miscível em água, solúvel no tecido adiposo (gordura), o que significa rápida absorção e distribuição pelos demais tecidos orgânicos. Muitos fatores como peso, taxa de absorção gastrointestinal, composição de gordura corporal influenciam a concentração de etanol no sangue após o seu uso. Em uma pessoa com estômago vazio, cerca de 20% da dose de álcool é absorvida no próprio estômago. Os outros 80% são absorvidos no intestino delgado. Caso o indivíduo beba com o estômago cheio, o esvaziamento gástrico é retardado e a absorção do etanol torna-se mais lenta. O tempo de concentração sanguínea máxima situa-se na faixa de 30 a 90 minutos.
Em termos gerais, a seguinte fórmula pode ser aplicada, relacionando a dose de bebida ingerida com a concentração de pico do etanol no sangue: CM = 0,02 x d
Onde CM é a concentração de pico em g/L, e d é a quantidade de gramas de etanol por 70kg de massa corporal. E, em média, a absorção se dá a 0,15(g/L)/h. Um exemplo: se uma pessoa de 70kg tomar uma lata de cerveja (5% de 350ml de álcool) absorveu cerca de 17,5g de álcool. A concentração de pico será 0,35g/L. Uma hora depois da concentração de pico, já está no limite legal, de 0,2g/L de álcool no sangue.
(fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/alcool_bafometro.htm)
Muitas variáveis fisiológicas interferem na avaliação, tais como idade, condições físicas, bebida consumida, quantidade de álcool etílico na bebida, e até o sexo da pessoa. Nas mulheres as concentrações de álcool sangüíneas são maiores do que nos homens, quando se considera a mesma quantidade de bebida ingerida, em virtude do menor volume de água por peso corporal e à menor atividade da enzima álcool desidrogenase no estômago.
😂
Do ponto de vista bioquímico, o etanol é miscível em água, solúvel no tecido adiposo (gordura), o que significa rápida absorção e distribuição pelos demais tecidos orgânicos. Muitos fatores como peso, taxa de absorção gastrointestinal, composição de gordura corporal influenciam a concentração de etanol no sangue após o seu uso. Em uma pessoa com estômago vazio, cerca de 20% da dose de álcool é absorvida no próprio estômago. Os outros 80% são absorvidos no intestino delgado. Caso o indivíduo beba com o estômago cheio, o esvaziamento gástrico é retardado e a absorção do etanol torna-se mais lenta. O tempo de concentração sanguínea máxima situa-se na faixa de 30 a 90 minutos.
Em termos gerais, a seguinte fórmula pode ser aplicada, relacionando a dose de bebida ingerida com a concentração de pico do etanol no sangue: CM = 0,02 x d
Onde CM é a concentração de pico em g/L, e d é a quantidade de gramas de etanol por 70kg de massa corporal. E, em média, a absorção se dá a 0,15(g/L)/h. Um exemplo: se uma pessoa de 70kg tomar uma lata de cerveja (5% de 350ml de álcool) absorveu cerca de 17,5g de álcool. A concentração de pico será 0,35g/L. Uma hora depois da concentração de pico, já está no limite legal, de 0,2g/L de álcool no sangue.
(fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/alcool_bafometro.htm)
Circula por e-mails e fóruns a lenda que, ao misturar coca-cola e gelo, uma certa quantidade de hidrogênio seria liberada, confundindo o bafômetro.
A Folha Online apresentou a tese a cinco doutores do Instituto de Química da USP e todos rechaçaram a idéia. "Não é possível formar hidrogênio nas condições descritas. Seria necessário usar corrente elétrica, isto é, realizar uma eletrólise, ou usar alta temperatura, da ordem de 800 ºC. Adicionando gelo à coca-cola, há apenas liberação de gás carbônico", pondera o professor Peter Wilhelm Tiedemann.
Segundo o professor Renato Sanches Freire " se gelo liberasse hidrogênio, estaríamos todos explodindo".
💣
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cien ... 0605.shtml)
A Folha Online apresentou a tese a cinco doutores do Instituto de Química da USP e todos rechaçaram a idéia. "Não é possível formar hidrogênio nas condições descritas. Seria necessário usar corrente elétrica, isto é, realizar uma eletrólise, ou usar alta temperatura, da ordem de 800 ºC. Adicionando gelo à coca-cola, há apenas liberação de gás carbônico", pondera o professor Peter Wilhelm Tiedemann.
Segundo o professor Renato Sanches Freire " se gelo liberasse hidrogênio, estaríamos todos explodindo".
💣
(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cien ... 0605.shtml)
carai.
precisa um doutor da usp dizer isso? Bomba H num copo com coca e gelo já não é "estranho" o suficiente??
precisa um doutor da usp dizer isso? Bomba H num copo com coca e gelo já não é "estranho" o suficiente??
Seis meses após a nova lei, estabelecimentos extinguem serviço a motoristas que bebem
Após seis meses de lei seca e às vésperas das confraternizações de fim de ano, que costumam lotar os bares da cidade de São Paulo, muitos estabelecimentos já desativaram ou reduziram consideravelmente seus serviços de transporte particular e ofertas de descontos em táxis, criados no início da lei para incentivar os motoristas a deixarem seu carro em casa sem abandonar a boemia.
A Folha fez um teste com 20 bares (19 da capital paulista e um de São Bernardo, na região metropolitana) simulando o que faria um motorista que quer sair para beber, sem carro: pesquisou na internet e telefonou para cada bar, passando-se por um cliente comum, para saber se a facilidade oferecida -vans, motorista particular ou desconto em táxi- ainda estava de pé. Resultado: 11 deles (55%) informaram que haviam desativado os serviços. Dos nove restantes, dois disseram que as promoções continuam, mas que a procura era quase nula. A pesquisa levou em conta bares de tradicionais redutos boêmios da cidade, como Vila Madalena, Vila Olímpia, Itaim (na zona oeste), Moema (sul) e Santa Cecília (região central). A lista dos que informaram ter suspendido os serviços inclui famosos.
O Emiliano disponibilizava motorista particular para os clientes, mas desativou os serviços "há um tempinho porque a procura não estava sendo muito grande e o pessoal tem vindo de táxi mesmo", segundo uma atendente. Procurada na sexta-feira, a direção do bar não retornou o contato até o fechamento desta edição. O bar Brahma, que tinha uma van para levar clientes em casa (a R$ 20), parou de oferecer o serviço em novembro. A direção diz que o serviço será retomado em janeiro, grátis e com "novo layout". As vans passarão em frente a hotéis parceiros do bar, para levar e trazer participantes de eventos, e "também poderão ser utilizadas por outros clientes", que "precisarão apenas se informar no bar sobre os roteiros e se dirigir aos locais", afirma Luiz Lacerda, sócio do bar. Proprietária da rede Biroska, Lílian Gonçalves negou a suspensão do serviço, mas atendentes disseram por telefone que ele não estava disponível.
O diretor jurídico da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Percival Maricato, diz que a estratégia de oferecer transporte para os clientes foi passageira e não vai prosperar. "Esse tipo de serviço foi mais por desespero ou marketing. Não tem lógica nenhuma. O custo para levar, geralmente, é maior do que as pessoas gastam num bar", diz.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidi ... 200801.htm)
Após seis meses de lei seca e às vésperas das confraternizações de fim de ano, que costumam lotar os bares da cidade de São Paulo, muitos estabelecimentos já desativaram ou reduziram consideravelmente seus serviços de transporte particular e ofertas de descontos em táxis, criados no início da lei para incentivar os motoristas a deixarem seu carro em casa sem abandonar a boemia.
A Folha fez um teste com 20 bares (19 da capital paulista e um de São Bernardo, na região metropolitana) simulando o que faria um motorista que quer sair para beber, sem carro: pesquisou na internet e telefonou para cada bar, passando-se por um cliente comum, para saber se a facilidade oferecida -vans, motorista particular ou desconto em táxi- ainda estava de pé. Resultado: 11 deles (55%) informaram que haviam desativado os serviços. Dos nove restantes, dois disseram que as promoções continuam, mas que a procura era quase nula. A pesquisa levou em conta bares de tradicionais redutos boêmios da cidade, como Vila Madalena, Vila Olímpia, Itaim (na zona oeste), Moema (sul) e Santa Cecília (região central). A lista dos que informaram ter suspendido os serviços inclui famosos.
O Emiliano disponibilizava motorista particular para os clientes, mas desativou os serviços "há um tempinho porque a procura não estava sendo muito grande e o pessoal tem vindo de táxi mesmo", segundo uma atendente. Procurada na sexta-feira, a direção do bar não retornou o contato até o fechamento desta edição. O bar Brahma, que tinha uma van para levar clientes em casa (a R$ 20), parou de oferecer o serviço em novembro. A direção diz que o serviço será retomado em janeiro, grátis e com "novo layout". As vans passarão em frente a hotéis parceiros do bar, para levar e trazer participantes de eventos, e "também poderão ser utilizadas por outros clientes", que "precisarão apenas se informar no bar sobre os roteiros e se dirigir aos locais", afirma Luiz Lacerda, sócio do bar. Proprietária da rede Biroska, Lílian Gonçalves negou a suspensão do serviço, mas atendentes disseram por telefone que ele não estava disponível.
O diretor jurídico da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Percival Maricato, diz que a estratégia de oferecer transporte para os clientes foi passageira e não vai prosperar. "Esse tipo de serviço foi mais por desespero ou marketing. Não tem lógica nenhuma. O custo para levar, geralmente, é maior do que as pessoas gastam num bar", diz.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidi ... 200801.htm)