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Ironia argentina
Nota publicada no jornal argentino Clarín ironiza a taça de champanhe, com marca de batom da primeira-dama Marisa Leticia, que faz parte do acervo do recém-inaugurado Salão Histórico da Base Aérea de Brasília, um mini-museu do Ministério da Aeronáutica. A taça está ao lado de outra, usada por Lula a bordo de um vôo entre Cruzeiro do Sul, no Acre e Brasília, quando a primeira-dama festejou seu aniversário nas nuvens. O jornal acredita que, para aumentar o acervo, outras peças que venham a ser usadas pelo casal presidencial no AeroLula, certamente poderão ganhar destaque "no museu".
ILHA DE CARAS
Discussão (14 respostas)
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Novos tempos
Depois que chita virou moda, tudo pode acontecer no país: agora, na São Paulo Fashion Week , por exemplo, estão instaladas máquinas que fornecem cachaça frozen .
**Caetanearam a marvada...
Novos tempos
Depois que chita virou moda, tudo pode acontecer no país: agora, na São Paulo Fashion Week , por exemplo, estão instaladas máquinas que fornecem cachaça frozen .
**Caetanearam a marvada...
"O tsunami foi uma oportunidade maravilhosa para mostrar o coração do governo dos EUA e do povo americano. Está nos trazendo grandes vantagens"
Condoleezza Rice, secretária de Estado dos EUA, durante a sabatina a que foi submetida no Senado americano
Condoleezza Rice, secretária de Estado dos EUA, durante a sabatina a que foi submetida no Senado americano
Muito barulho por nada
A chegada de Daniela Cicarelli, domingo, à Rede Globo, para aparecer no programa de Fausto Silva, lembrava a peça de Shakespeare: ela exigiu, além do helicóptero, amplo aparato de segurança para não ser molestada. Havia duas viaturas da PM no local, cinco soldados e mais seis seguranças da emissora e ela entrou sem nenhum problema. Se bem que haviam apenas quatro tietes à porta da emissora e que nem sabiam que La Cicarelli ia chegar e entrar por lá.
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A chegada de Daniela Cicarelli, domingo, à Rede Globo, para aparecer no programa de Fausto Silva, lembrava a peça de Shakespeare: ela exigiu, além do helicóptero, amplo aparato de segurança para não ser molestada. Havia duas viaturas da PM no local, cinco soldados e mais seis seguranças da emissora e ela entrou sem nenhum problema. Se bem que haviam apenas quatro tietes à porta da emissora e que nem sabiam que La Cicarelli ia chegar e entrar por lá.
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da coluna OOPS:
Gente como a gente
Estudando no primeiro ano de Letras na PUC em Campinas, a cantora e (péssima) atriz Sandy avisou a secretaria da universidade que não quer saber de regalias por ser famosa e rica. Afirmou que não aceitará nenhum tipo de tratamento diferenciado. Declarou ainda que, sim, quer ser considerada por todos uma aluna absolutamente comum...
Só tem um detalhe...
Sandy não disse tudo isso pessoalmente. Ela mandou um assessor.
Gente como a gente
Estudando no primeiro ano de Letras na PUC em Campinas, a cantora e (péssima) atriz Sandy avisou a secretaria da universidade que não quer saber de regalias por ser famosa e rica. Afirmou que não aceitará nenhum tipo de tratamento diferenciado. Declarou ainda que, sim, quer ser considerada por todos uma aluna absolutamente comum...
Só tem um detalhe...
Sandy não disse tudo isso pessoalmente. Ela mandou um assessor.
Afinal como ela própria diz em uma de suas "canções", ela cresceu, agora é mulher!
AF
AF
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Assunto nacional
O romance secreto de Chico Buarque de Hollanda (na verdade, uma recaída) com Celina, mulher do produtor Ricardo Duna Djöstedt, virou assunto e até debate nacional. Jornais de todos os cantos promovem enquetes e a internet está forrada de discussões entre torcidas, de um lado e de outro, com visível vantagem para Chico. Uma das maiores defesa de Chico Buarque ficou por conta do cearense Falcão: "Chico é um galã. Faria sucesso até num asilo, onde faria amor com todas as velhinhas. Levar um chifre de Chico Buarque é a mesma coisa que ganhar um Grammy ".
Assunto nacional
O romance secreto de Chico Buarque de Hollanda (na verdade, uma recaída) com Celina, mulher do produtor Ricardo Duna Djöstedt, virou assunto e até debate nacional. Jornais de todos os cantos promovem enquetes e a internet está forrada de discussões entre torcidas, de um lado e de outro, com visível vantagem para Chico. Uma das maiores defesa de Chico Buarque ficou por conta do cearense Falcão: "Chico é um galã. Faria sucesso até num asilo, onde faria amor com todas as velhinhas. Levar um chifre de Chico Buarque é a mesma coisa que ganhar um Grammy ".
Sabe qual é a zica desses homens que levam a gaia? Como o próprio Chico diria: Todo dia ela faz tudo sempre igual, me sacode as seis horas da manha....
AF
Chico, é nóis!
AF
Chico, é nóis!
FOIE GRAS
Perto da meia-noite de 20 de agosto de 1988, quem sintonizava o SBT escutou os primeiros acordes de “New York, New York” e viu um sujeito baixo e de nariz polpudo sair de uma milionária mansão neoclássica, entrar em um Mercedes dourado e levantar vôo num helicóptero para aterrissar, com um microfone de ouro maciço na mão, no jardim do magnata Chiquinho Scarpa. Era a estréia do programa que mais exibiu e festejou a opulência dos milionários brasileiros – Ricos e Famosos com Atayde Patreze.
Até então, Atayde Gonçalves de Melo Patreze era um homem rico de 42 anos que desfrutava da fortuna herdada do pai. Como âncora televisivo, Atayde conseguiu alimentar sua assumida vaidade e a vontade do público de ver a vida de quem tem muito, muito mesmo. Depois de um ano no SBT, foi, a convite do próprio bispo Edir Macedo, para a Rede Record, onde estreou seu segundo e mais famoso programa, Atayde Patreze Visita.
Veio o sucesso, e, por sete anos, atingiu picos de até 10 pontos no Ibope. A mistura de extremos de sinceridade e puxa-saquismo, de ostentação e cafonice, de sofisticação e crueza, expunha tanto o conforto e a boa vida quanto o ridículo e o vazio dos donos da grana. Elevou seu slogan à uma máxima — “simplesmente um luxo”. Virou um cult. Viajava o mundo inteiro. Conhecia os melhores hotéis, os melhores restaurantes do planeta. Levava a vida que sempre sonhou. Foram os melhores sete anos de sua vida.
CHURRASCO GREGO
Há oito anos, ele sumiu. Muita gente acha que ele está fora do ar. Engano. Toda semana apresenta o programa Atayde Patreze: o Repórter, pela diminuta TV Comunitária. Se antes gravava em Bruxelas, hoje viaja para Araçariguama (SP). Se fazia entrevistas na piscina de sua mansão, hoje tem como cenário um escritório de advocacia no centro de São Paulo. Mas uma coisa ainda permanece de seus tempos áureos: seu microfone de ouro, igual ao de Frank Sinatra.
A derrocada de Patreze começou quando saiu da Record depois de brigar com Eduardo Laffond, o falecido diretor artístico da rede de TV do bispo. Mas o fundo do poço só veio há dois anos, quando seu único rim (ele havia doado o outro ao filho, 18 anos atrás) começou a falhar. Desesperado, foi à TV pedir ajuda. Deputados acharam que ele queria comprar um rim, e terminou tendo de dar explicações ao Congresso. Hoje, de dois em dois dias, faz hemodiálise. Acha que está com os dias contados, mas se anima quando fala nas pesquisas com células-tronco.
TUDO POR DINHEIRO
Atayde venera o dinheiro. Mesmo rico, aposta R$ 1mil na Mega-Sena toda vez que o prêmio supera os R$ 10 milhões. Despreza a pobreza. Não crê em caridade. Gosta de George W. Bush e acha que é impossível ser feliz sem um carro de luxo. Você pode chamar Patreze de tudo, menos de hipócrita. “Eu sempre tive bom dinheiro. Meu pai foi presidente da estrada de ferro Araraquara. Ele comprava muitas fazendas. Quando morreu, deixou US$ 10 milhões em dinheiro. Dividimos entre os três irmãos. Meu irmão Arlindo pegou a grana e começou a cheirar cocaína e morreu logo, com 38 anos. Não estava preparado para tanto dinheiro. Eu apliquei, comprei uma fazenda em Piraju, hoje estou bem.”
O ABACAXI DA FELICIDADE
“Há uns 18 anos, mais ou menos, eu estava morando em Nova York, no hotel Hilton, e fazia um curso de inglês na NYU. Um dia eu estava comendo um abacaxi na caixinha na 5ª avenida. E quem estava comendo outro do meu lado? O Silvio Santos. E aí batemos um papo e eu disse que trabalhava em Brasília com o ministro Ernani Galveias. O Silvio disse que tinha um problemão na Receita Federal. Não tinha cota suficiente para importar equipamentos. Levei o Sílvio para Brasília, apresentei ao ministro e houve a autorização, totalmente legal, para trazer esse equipamento. Graças a mim.
Aí o Sílvio falou: “Patreze, você tem voz boa, fala bem. Não quer fazer um programa na minha emissora? Que programa americano você gostaria de copiar?”. Respondi na hora, Rich and Famous. E eu tinha tudo o que precisava. Uma casa em Interlagos de US$ 1 milhão, uma cópia de uma casa da ilha de Mikonos na Grécia. Uma casa chique, refinada. Eu tinha um Mercedes vermelho, 450SL, conversível, dourado. E tinha um helicóptero. Fiz o primeiro Ricos e Famosos com Atayde Patreze assim: saía de minha casa de US$ 1 milhão, entrava no meu Mercedes, depois no helicóptero e desembarcava na casa do meu amigo Chiquinho Scarpa.
PATREZE DEU ANTES
“Fui pioneiro. A [revista] Caras quando começou era boa pra cacete, mostrava poder e riqueza. Mas hoje é uma péssima revista porque não mostra mais jatinhos, o helicóptero. Só mostra artistas de novelinha, artistinha vagabundo. Aquela ilha fajuta de Caras.
Olha, um salário de R$ 10 mil, R$ 15 mil dá para um classe média viver bem. Mas o que não dá é o povo ganhar essa miséria. Não dá pra ser feliz desse jeito. Quem diz que é feliz se engana. Não dá nem para comprar um carro. Um Fox, que é um carro de pobre, custa R$ 30 mil. Dá para viver, mas viver bem não dá. Não dá para ir ao Esplanada Grill, ao Fasano.”
SIMPLEMENTE UM LUXO
“Simplesmente um luxo são pessoas sérias. Pessoas que têm muito dinheiro são um luxo. Por exemplo, o Ronaldinho que casou agora com a Cicarelli. Ele era bregão, do mato, de favela, mas hoje é um luxo. Um cara que se casa em um castelo em Paris é um luxo. Chiquinho Scarpa, um luxo. Ivo Noal [bicheiro paulista] continua sendo um luxo. Roberto Marinho, que se foi, ainda é um luxo.
Uma pessoa pobre não pode ser um luxo. Ela não se destaca. Pobre só aparece em coluna policial. Por que você está me entrevistando? Porque eu não sou simplesmente um comum. Eu sou um Atayde Patreze que tem passado, que tem nome. Tenho o que falar. Eu me considero um luxo.”
Perto da meia-noite de 20 de agosto de 1988, quem sintonizava o SBT escutou os primeiros acordes de “New York, New York” e viu um sujeito baixo e de nariz polpudo sair de uma milionária mansão neoclássica, entrar em um Mercedes dourado e levantar vôo num helicóptero para aterrissar, com um microfone de ouro maciço na mão, no jardim do magnata Chiquinho Scarpa. Era a estréia do programa que mais exibiu e festejou a opulência dos milionários brasileiros – Ricos e Famosos com Atayde Patreze.
Até então, Atayde Gonçalves de Melo Patreze era um homem rico de 42 anos que desfrutava da fortuna herdada do pai. Como âncora televisivo, Atayde conseguiu alimentar sua assumida vaidade e a vontade do público de ver a vida de quem tem muito, muito mesmo. Depois de um ano no SBT, foi, a convite do próprio bispo Edir Macedo, para a Rede Record, onde estreou seu segundo e mais famoso programa, Atayde Patreze Visita.
Veio o sucesso, e, por sete anos, atingiu picos de até 10 pontos no Ibope. A mistura de extremos de sinceridade e puxa-saquismo, de ostentação e cafonice, de sofisticação e crueza, expunha tanto o conforto e a boa vida quanto o ridículo e o vazio dos donos da grana. Elevou seu slogan à uma máxima — “simplesmente um luxo”. Virou um cult. Viajava o mundo inteiro. Conhecia os melhores hotéis, os melhores restaurantes do planeta. Levava a vida que sempre sonhou. Foram os melhores sete anos de sua vida.
CHURRASCO GREGO
Há oito anos, ele sumiu. Muita gente acha que ele está fora do ar. Engano. Toda semana apresenta o programa Atayde Patreze: o Repórter, pela diminuta TV Comunitária. Se antes gravava em Bruxelas, hoje viaja para Araçariguama (SP). Se fazia entrevistas na piscina de sua mansão, hoje tem como cenário um escritório de advocacia no centro de São Paulo. Mas uma coisa ainda permanece de seus tempos áureos: seu microfone de ouro, igual ao de Frank Sinatra.
A derrocada de Patreze começou quando saiu da Record depois de brigar com Eduardo Laffond, o falecido diretor artístico da rede de TV do bispo. Mas o fundo do poço só veio há dois anos, quando seu único rim (ele havia doado o outro ao filho, 18 anos atrás) começou a falhar. Desesperado, foi à TV pedir ajuda. Deputados acharam que ele queria comprar um rim, e terminou tendo de dar explicações ao Congresso. Hoje, de dois em dois dias, faz hemodiálise. Acha que está com os dias contados, mas se anima quando fala nas pesquisas com células-tronco.
TUDO POR DINHEIRO
Atayde venera o dinheiro. Mesmo rico, aposta R$ 1mil na Mega-Sena toda vez que o prêmio supera os R$ 10 milhões. Despreza a pobreza. Não crê em caridade. Gosta de George W. Bush e acha que é impossível ser feliz sem um carro de luxo. Você pode chamar Patreze de tudo, menos de hipócrita. “Eu sempre tive bom dinheiro. Meu pai foi presidente da estrada de ferro Araraquara. Ele comprava muitas fazendas. Quando morreu, deixou US$ 10 milhões em dinheiro. Dividimos entre os três irmãos. Meu irmão Arlindo pegou a grana e começou a cheirar cocaína e morreu logo, com 38 anos. Não estava preparado para tanto dinheiro. Eu apliquei, comprei uma fazenda em Piraju, hoje estou bem.”
O ABACAXI DA FELICIDADE
“Há uns 18 anos, mais ou menos, eu estava morando em Nova York, no hotel Hilton, e fazia um curso de inglês na NYU. Um dia eu estava comendo um abacaxi na caixinha na 5ª avenida. E quem estava comendo outro do meu lado? O Silvio Santos. E aí batemos um papo e eu disse que trabalhava em Brasília com o ministro Ernani Galveias. O Silvio disse que tinha um problemão na Receita Federal. Não tinha cota suficiente para importar equipamentos. Levei o Sílvio para Brasília, apresentei ao ministro e houve a autorização, totalmente legal, para trazer esse equipamento. Graças a mim.
Aí o Sílvio falou: “Patreze, você tem voz boa, fala bem. Não quer fazer um programa na minha emissora? Que programa americano você gostaria de copiar?”. Respondi na hora, Rich and Famous. E eu tinha tudo o que precisava. Uma casa em Interlagos de US$ 1 milhão, uma cópia de uma casa da ilha de Mikonos na Grécia. Uma casa chique, refinada. Eu tinha um Mercedes vermelho, 450SL, conversível, dourado. E tinha um helicóptero. Fiz o primeiro Ricos e Famosos com Atayde Patreze assim: saía de minha casa de US$ 1 milhão, entrava no meu Mercedes, depois no helicóptero e desembarcava na casa do meu amigo Chiquinho Scarpa.
PATREZE DEU ANTES
“Fui pioneiro. A [revista] Caras quando começou era boa pra cacete, mostrava poder e riqueza. Mas hoje é uma péssima revista porque não mostra mais jatinhos, o helicóptero. Só mostra artistas de novelinha, artistinha vagabundo. Aquela ilha fajuta de Caras.
Olha, um salário de R$ 10 mil, R$ 15 mil dá para um classe média viver bem. Mas o que não dá é o povo ganhar essa miséria. Não dá pra ser feliz desse jeito. Quem diz que é feliz se engana. Não dá nem para comprar um carro. Um Fox, que é um carro de pobre, custa R$ 30 mil. Dá para viver, mas viver bem não dá. Não dá para ir ao Esplanada Grill, ao Fasano.”
SIMPLEMENTE UM LUXO
“Simplesmente um luxo são pessoas sérias. Pessoas que têm muito dinheiro são um luxo. Por exemplo, o Ronaldinho que casou agora com a Cicarelli. Ele era bregão, do mato, de favela, mas hoje é um luxo. Um cara que se casa em um castelo em Paris é um luxo. Chiquinho Scarpa, um luxo. Ivo Noal [bicheiro paulista] continua sendo um luxo. Roberto Marinho, que se foi, ainda é um luxo.
Uma pessoa pobre não pode ser um luxo. Ela não se destaca. Pobre só aparece em coluna policial. Por que você está me entrevistando? Porque eu não sou simplesmente um comum. Eu sou um Atayde Patreze que tem passado, que tem nome. Tenho o que falar. Eu me considero um luxo.”
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Brasil nunca mais
Zélia Cardoso de Mello, a ex-ministra da Economia do governo Collor, nomeada, há 15 anos, do dia para a noite porque não havia outro nome para colocar, em cima da hora, não pretende voltar ao Brasil. Mora, há anos, em Nova York, onde vive de investimentos e do dinheiro da pensão dos filhos que lhe manda, mensalmente, o ex-marido Chico Anysio. Não tem saudades do Brasil e só anda se sentindo solitária em Manhattan: faz parte do clube da amizade, através da internet, onde aparece com foto e tudo mais, mas não anda tendo muito sucesso.
Brasil nunca mais
Zélia Cardoso de Mello, a ex-ministra da Economia do governo Collor, nomeada, há 15 anos, do dia para a noite porque não havia outro nome para colocar, em cima da hora, não pretende voltar ao Brasil. Mora, há anos, em Nova York, onde vive de investimentos e do dinheiro da pensão dos filhos que lhe manda, mensalmente, o ex-marido Chico Anysio. Não tem saudades do Brasil e só anda se sentindo solitária em Manhattan: faz parte do clube da amizade, através da internet, onde aparece com foto e tudo mais, mas não anda tendo muito sucesso.
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Quer processar
Chico Buarque de Hollanda, que tem grandes amigos na mídia brasileira, quer processar a revista Veja pela matéria que publicou por conta das fotos onde ele aparece, na praia do Leblon, abraçando e beijando Celina Sjisted, mulher de seu amigo de muitos anos, Ricardo Duna (eles se conhecem há mais de vinte anos). Jornais e revistas de todo o país publicaram as mesmas fotos e reproduziram todo o imbróglio romântico mas Chico quer processar apenas Veja . Acha que a publicação sempre publicou matérias contra ele.
** O cara tava gaiando o "amigo" - "muy amigo..." - em local público, ele é uma pessoa pública e quer processar a revista? Chico Buarque acaba de entrar na minha lista de Caetânicos.
Quer processar
Chico Buarque de Hollanda, que tem grandes amigos na mídia brasileira, quer processar a revista Veja pela matéria que publicou por conta das fotos onde ele aparece, na praia do Leblon, abraçando e beijando Celina Sjisted, mulher de seu amigo de muitos anos, Ricardo Duna (eles se conhecem há mais de vinte anos). Jornais e revistas de todo o país publicaram as mesmas fotos e reproduziram todo o imbróglio romântico mas Chico quer processar apenas Veja . Acha que a publicação sempre publicou matérias contra ele.
** O cara tava gaiando o "amigo" - "muy amigo..." - em local público, ele é uma pessoa pública e quer processar a revista? Chico Buarque acaba de entrar na minha lista de Caetânicos.
O que é um caetânico? um 🏳️🌈 (danilo)?
Caetanico é uma definição bem abrangente. Via de regra, vale para pseudo-intelectuais, do nível do bichoso. Nunca leu um livro que prestasse e quer dar pitaco em tudo; é um reacionário de marca maior posando de progressista e de brasileiro tem o que temos de pior, o gosto pelo compadrio, a "cordialidade" no sentido de fazer da esfera pública uma extensão da sua vida (e vícios) privados. Como o Chico B tá pedindo pra amigo não publicar, ameaçando, dando piti de estrela, tá na lista. Seu finado pai (Sérgio B.H) já escreveu que muito de nosso atraso se deve à estrutura de favores que a elite monta para fazer valer seus interesses, e a intermitente assumpção de que sua vida privada deve ser estendida para a esfera pública. Caetanão.
Processar?!?! Meu, se o cara tava na praia, lugar público e de acesso gratuito, ele tem que ficar quieto e calar a boca!! Provavelmente o fotografo estava fotografando um nuvem ao mar, mas eles passaram biscateiramente a frente. Não há o que processar...mas que se haja, aposto que a foto rendeu mais que a perda de um eventual processo
AF
PS: Fico com medo, hein Chicão? Eu sei como é!!!!
Não há mais como pedir para não publicar, mais publico do que a info chico come xota (com nome) mulé de amigo (tambem com nome)
AF
PS: Fico com medo, hein Chicão? Eu sei como é!!!!
Não há mais como pedir para não publicar, mais publico do que a info chico come xota (com nome) mulé de amigo (tambem com nome)
É o meu ponto: calaboca e enfrenta o gaiado como hômi - quinem o AF.